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Por
Roberto Maranhão
Maio,
01/2010
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Os
aviões que voam na ‘Red Bull Air
Race World Championship’ – Campeonato Mundial de
acrobacias, modalidade única onde
um percurso é demarcado por infláveis em forma de
cones
que são construídos em plásticos
finos, cada competidor tem a missão de fazer o percurso no
menor
tempo possível
e para isso voará a poucos metros da superfície e
em
algumas situações, em rios
onde a proximidade com os prédios são ao mesmo
tempo,
excelente para quem assiste
e um desafio para quem voa.
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A
modalidade exige os melhores
aviões de corrida já construídos e,
por
conseguinte, os mais modernos no mundo.
Durante uma curva acentuada, o piloto e o avião
estão
sujeitos a forças que
podem chegar a ser muito alta, em torno de 10Gs, que significa: tanto o
piloto
quanto a aeronave recebem uma força 10 vezes a gravidade.
Por
conseqüência,
estes aeroplanos têm de ser extremamente leve, e
não
será só por causa das altas
cargas de Gs. Suas levezas têm que ser combinadas com os
controles extremamente
eficientes o que resulta em agilidade que os aviões normais,
mesmo os caças mais
modernos, não podem igualar. Eles também
têm uma
excelente relação peso potência
e produzem o menor arrasto possível.
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Seus
aerofólios são simétricos,
intradorso e extradorso das asas são iguais, assim como seu
charuto é igual em
ambos os lados. São feitos para voarem bem em
posição normal ou quanto estão de
dorso, suas assas possuem ângulos de incidências
iguais permitindo girar do
mesmo modo para os dois lados o que significa dizer que, todas as
correções estarão
a cargo da sensibilidade do piloto.
Soma-se
tudo isso a motorização e
hélices de respostas rápidas e grande
propulsão que lhes proporcionam alto
desempenho, excelente dirigibilidade e velocidade que somente pilotos
com
excepcional qualidade podem lidar com essas
‘jóias’ de aeronaves. Só
depois de
se sentar no cockpit descobrirá do que são
capazes esses aviões.
Entre
os poucos modelos de aviões
que são adequados para corridas, estão o Edge 540
e MXS-R, existem diferenças
em potência e desempenho de vôo, que podem ter uma
influência importante sobre
as chances do piloto de ganhar.
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| Edge
540, Aeronáutica Zivko, E.U.A. |
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Zivko
Aeronáutica de Oklahoma,
( Zicro
Edge 540) Os Estados Unidos
tinha a
missão de produzir um avião que poderia executar
manobras precisas em
velocidade normal e deixar espaço suficiente para
profissionais criativos para
desenvolver novas figuras. O resultado é o Edge 540. O
avião é pequeno, mas
existe uma versão de dois lugares, que também
está disponível. É
tão precisa e confiável, como tembém
é uma aeronave muito
‘arisca’, na gíria dos pilotos,
é agressiva. O pilot tem que voar o tempo todo
à frente do avião e não existe
espaço para pensar. Edge é um 'Shoulder Wing '
que significa ser um avião com asas extremamente
rígidas. Construída utilizando
uma estrutura tubular de aço com a carenagem de material
composto resistente a luz,
e extremamente durável e perfeitamente estável. O
Edge 540 tem o melhor impulso
acrobático se comparado a qualquer aeronave da
concorrência.
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Edge
500 é um dos dois aviões, que participa
da corrida ‘Red Bull Air Race World Championship’.
O Edge 540, do fabricante
Zivko, tem um importante significado nessa
competição e em particular na sua
evolução.
Como o primeiro avião que levou a sério o papel
de competidor e o primeiro a
ser utilizado. Competente o suficiente para levar Mike Mangold e Kirby
Chambliss para a vitória. Cada campeão do mundo
até essa data estava voado um Edge
540, e mais, sua nova versão está prestes a ficar
ainda melhor se os rumores
forem verdadeiros.
Um
redemoinho de boatos está fazendo horas extras em Budapeste
com sussurros de
25hp a mais no "New Edge", mas Zivko é lacônico.
"Estamos a
pensar cinco, seis, até sete anos para frente em termos de
idéias", brinca
ele, evidentemente, não pretende dar mais lenha à
fogueira. "Para se projetar
um novo avião leva dois anos, mas poderia dar um salto
bastante grande. É
realmente muito duro para melhorar o que já existe agora,
Porem, essas melhorias serão
difíceis para os fãs notarem qualquer
diferença importante."
O
homem que deu o seu nome a esta máquina de fará
parte da história é designer
Eric Zivko que está em Budapeste para assistir a corrida e
manter um olhar
atento sobre o desempenho de suas criações. Ele
é um homem modesto,
considerando que ele tem dado alguns passos em design
revolucionário do avião,
indo de encontro a algumas tradições antigas, na
busca de um melhor desempenho.
"Não fui bem recebido e tive de encontro a algumas
negativas, muito
difícil no começo", diz Zivko, ponderando a
trajetória de sua empresa
baseada em Oklahoma com que vem ocorrendo desde o primeiro
protótipo que foi
vendido em 1992. "Nós usamos uma longarina de tudo na asa,
que é
totalmente diferente do tradicional em formas de asa afilada, como
você vê na
MXS-R, e as pessoas não gostavam do que estávamos
fazendo."
Construir
um Edge 540 é um processo que leva seis (6)
meses de acordo com Zivko que já vendeu mais de 40 dos seus
ousados projetos.
"Nós realmente escutamos nossos clientes", explica Zivko,
cujo
projeto começou com a herança da
construção de um ‘stand-alone
ala’ –
construção solitária - em 1989.
"Inicialmente, nós construímos uma ala
composta por uma estrutura diferente. Os pilotos não foram
capazes de obter uma
asa com 24 pés construída em madeira com alta
qualidade e foi assim que surgiu
com a idéia de fazer uma de matérias compostos.
Inicialmente usamos fibra de
vidro, mas que depois mudou se para a fibra de carbono."
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MXS-R, MXR
Technologies, E.U.A.
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O
MXS-R ( MX
Aircraft )
é uma nova geração de aeronaves que
representa o mais
recente em estado da arte design e tecnologia. O avião foi
desenhado com base
sólida de modelagem computacional avançado com
ênfase na eficiência
aerodinâmica. O MXS-R está sozinho na medida em
que é construído inteiramente
em "Aerospace grade de fibra de carbono", que proporciona maior
resistência e durabilidade nunca antes visto em uma aeronave
deste tipo. O
avançado tecnologicamente MXS-R é esperado para
definir um novo padrão em design
de aeronaves em geral e para o Red Bull Air Races.
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RIO DE
JANEIRO – O Red
Bull Air Race desembarca no Rio de Janeiro pela segunda vez, nos
dias 8 a 9 de maio, com a promessa de agitar o Aterro do Flamengo. Em
2007, a
competição levou mais de um milhão de pessoas
à Praia de Botafogo. O
líder do
campeonato, Paul Bonhomme, estará mirando no ressurgimento de um
rival a mais,
o austríaco Hannes Arch. A emoção estará
voando a 380km/h e o Aviação Geral do
Tocantins ajuda nessa largada.
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Depois
do
Rio restarão apenas cinco provas e o campeonato está na
sua 3ª prova do ano, apenas começando e totalmente
indefinido. Não percam essas emoções!!!
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