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Navegue
pelos ares do Tocantins |
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DECEA
- Departamento de Controle do Espaço Aéreo
Órgão
do Estado brasileiro, subordinado ao Ministério da Defesa e
ao Comando da Aeronáutica. Responsável pelo
controle e vigilância do espaço aéreo. |
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| Elementos
Impostantes para a Navegação |
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A
Bússola é um instrumento requerido para todas as
aeronaves, pois todas as informações
relativas ao rumo do deslocamento são dadas em graus
magnéticos.
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| O
Altímetro é, também, um instrumento requerido para
todas as aeronaves, todas as
informações relativas às operações
são em altitude, ou seja, levando em
consideração o nível médio do mar, em
ajustes padrão reconhecidos mundialmente. |
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O
Velocímetro é um instrumento exigido em todas as
aeronaves e suas indicações e
as informações sobre velocidade de deslocamento
são fornecidas em nós (Knots).
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Ilustração
de um painel típico para IFR – Instrument Flight Rules; da
esquerda para
direita e em cima: Velocímetro, Horizonte Artificial,
Altímetro e VOR 1: no
meio: Pau & Bola, HSI – Indicado de Situação
Horizontal, Indicador de
Velocidade Vertical, VOR 2; em baixo: Giro Direcional, RMI e o ADF. No
painel
superior: Cronômetro, os Marcadores – Interno –
Médio – Externo, e a esquerda a
Bússola.
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Principio
das indicações do VOR ao sobrevoar uma
estação em linha reta, TO indicando que
a estação está á frente, e FROM que a
estação esta na cauda, atrás.
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3ª
Parte
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Por
Roberto Maranhão
Sugestão: E.M.Pinto do Plano Brasil
Mar, 06/2010 |
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Para
que possa utilizar o espaço aéreo brasileiro, os pilotos
das aeronaves que são
seus utilizadores, e os controladores de tráfegos são
obrigados a conhecerem os
vários processos utilizados para que esse deslocamento seja
possível de forma
ordenada e segura. Para que isso ocorra é exigido que todos
conheçam os
processos de condução de uma aeronave de um local a outro
através do espaço
aéreo disponível. As matérias que nos ensinam essa
arte são a Navegação Aérea e
a Regulamentação que determinam a maneira correta de
fazermos essa utilização.
No capitulo anterior vimos algumas noções de como a
regulamentação é importante
nessa tarefa. Nesse capitulo veremos um pouco sobre a
Navegação Aérea e a
importância que ela tem para transporte aéreo em geral.
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Navegação
Aérea
Pode
se disser que a navegação aérea é a arte de
conduzir uma aeronave, pode ser um
balão, dirigível, ultraleve ou avião, de um ponto
a outro com segurança. De
varias maneiras uma aeronave pode ser conduzida e dependerá dos
equipamentos
que o piloto disponha para essa tarefa. Se o equipamento for uma
bússola
magnética, por exemplo, terá uma tarefa fatiada, ou seja,
em etapas. Aponta-se
a aeronave para o rumo pretendido, marca-se uma referência ao
alcance de sua
visão e se dirige a esse ponto. Caso seja necessário
manter uma proa diferente
da que foi a referência inicial, será porque temos uma
componente de vento que
deva ser levado em conta, caso insista na proa inicial não
chegara ao ponto de
referência, pois o vento estará empurrando seu
avião para um dos lados.
Esse
tipo de navegação e conhecido dos pilotos como
Navegação por Contato e é um dos
mais simples tipos de navegação e obrigatória para
pilotos privados ou de
recreio nos casos de ultraleve.
A
navegação aérea pode ser dividida em:
Navegação por Contato ou visual;
Navegação Estimada; Navegação
Radiogoniométrica; Navegação Astronômica ou
Celestial; e a mais recente a Navegação por
Satélites.
Navegação
Visual
Para
ser realizada dependemos de um único instrumento a
bússola magnética, como já
foi explicado, e da capacidade do piloto em utilizar referencias
visuais como
cidades, rios, fazendas, morros etc. Pode ser previamente calculada e
traçada
em um mapa porem quando isso acontece passa a ser dita como Estimada.
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Régua
de Plotar para uso em Navegação Estimada
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Navegação
Estimada
A
navegação estimada, como o seu nome sugere, será
aquela que fazemos uma
estimativa utilizando alguns parâmetros conhecidos, como: a
velocidade em que
cruza o avião, a velocidade do vento predominante, à
distância entre o ponto de
inicio e as referencias a ser sobrevoada e dessas ao ponto final da
navegação.
Numa carta aérea existem marcações das principais
referencias como cidades,
estradas, ferrovias, montanhas etc. alem das Linhas Isogônicas
que unem pontos
com a mesma Declinação Magnética, muito
útil para que o piloto saiba de antemão
a variação que sua bússola apresentará no
percurso que ira voar. Utilizando um
mapa, o transferidor e uma régua, o piloto pode encontrar o rumo
a ser seguido
e dele descontar ou somar a declinação encontrando a
direção bússola. Calcular
pela escala do mapa, à distância e com isso saber, o tempo
de voo ate o
destino.
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O sextante
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Navegação
Astronômica
Muito
utilizada pelos navegadores na época em que o mundo estava a ser
descoberto. Os
europeus com uso de um instrumento chamado Sextante, e um
cronômetro, para
determinar a Latitude e a Longitude onde a nau se encontrava e, sabendo
da
posição inicial, seguir por um rumo apontado pela bussola
ao próximo ponto
desejado. Hoje esse tipo de navegação está
praticamente extinto, porem será bom
que saiba, que a mais moderna técnica de navegação
da atualidade, a navegação
por satélites, se utiliza exatamente dessa técnica e de
um relógio de alta
precisão, para determinar o local exato, na superfície da
terra ou em voo, seu
avião se encontra.
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Antena
de estação VOR
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Navegação
Rádio Goniométrica
A
navegação por rádio ou radiogoniometria é a
arte de se conduzir de um ponto a
outro através do uso das ondas eletromagnéticas emitidas
por estações de rádios
conhecidas. É matéria obrigatória para pilotos
comerciais e todas aos outras
categorias de pilotos acima. Foi descoberta junto com uma antena
especial, chamada
de Antena Loop, durante a Primeira Guerra Mundial e que primeiro foi
utilizada
para descobrir as posições do inimigo. Essa antena tem a
propriedade de se
posicionar em perpendicular a direção do sinal de radio
recebido, com isso
aponta a direção da estação de origem do
sinal. Duas antenas colocadas em
locais diferentes poderiam dizer o ponto de origem do sinal para a
artilharia e
assim o inimigo era destruído. As propriedades dessa antena
foram utilizadas
para construção dos primeiros ADF - automatic
directional fanding,
até hoje em uso em
muitas partes do mundo, incluindo o Brasil. Nosso site dispõe,
na sua pagina
inicial, uma primeira aula em forma slides sobre o ADF para auxiliar os
aprendizes na arte de navegar. Mais recente foi a descoberta do VOR,
mais
preciso e confiável que o ADF, porem, por utilizar as
freqüências em VHF - Very
High
Frequency, tem
seu alcance limitado em termos de distancias. O VOR é largamente
utilizado nas
aproximações de precisão, conhecidos como
procedimentos, em todos os aeroportos
importantes do mundo e tem hoje um concorrente nessa tarefa o sistema GNSS
que conheceremos a seguir.
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Navegação
por
Satélites
GNSS
é um acrônimo do inglês Global
Navigation Satellite Systems, um termo genérico que se refere a
um sistema de
navegação que se utiliza dos satélites para a
navegação. Nesse momento existem
dois sistemas em operação o GPS americano e o GLONASS
Russo e mais dois em fase
de implantação, o Galileo Europeu e o Compass da China.
O
primeiro a entrar em operação
foi o GPS americano, é por causa disso, ficou mais difundido e
é o mais
utilizado. Sobre ele falaremos agora.
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O
GPS
O Sistema
de Posicionamento Global, popularmente conhecido por GPS (acrônimo do original
do inglês Global
Positioning System ou
do português
"Geo-Posicionamento por Satélite"), conforme o nome diz, inclui
um
conjunto de satélites em um sistema de informação
eletrônico que fornece via
rádio a um aparelho receptor móvel a
posição em que o mesmo se encontra com
referencia as coordenadas terrestres. Esse sistema que por vezes
é
impropriamente designado de sistema de navegação
não substitui integralmente ao
sistema de navegação astronômica, mas apenas
informa as coordenadas do receptor
e não o rumo, indispensável para a “navegação
estimada”, faltando
para isso solicitar o
recurso de um simulador integrado
ao receptor.
A navegação
estimada pode ser definida como, sabendo a posição
anterior, direção do deslocamento,
a velocidade e a diferença de tempo, estimar a
posição atual. Nesta técnica
podemos também substituir a velocidade e diferença de
tempo por distância
percorrida.
Sua
implementação tinha inicialmente fins militares e
careceria de confiabilidade para sua utilização
universalmente para uso civil,
o sistema americano é controlado pelo Departamento
de Defesa dos Estados
Unidos da América, DoD, para uso
exclusivo militar e, embora atualmente, encontre-se aberto para uso e
civil
gratuito, poucas garantias temos que em tempo de guerra continue
emitindo
sinais o que resultara num serio risco a navegação.
O DoD fornece dois tipos de serviços GPS:
Standard e Precision.
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Satélite
GPS - foto NASA
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O
Sistema GPS
O
sistema está dividido em três partes: espacial,
de controle e utilizador. O segmento
espacial é
composto pela constelação de satélites. O segmento
de controle é formado pelas
estações terrestres dispersas pelo mundo ao longo da Zona
Equatorial,
responsáveis pela monitorização das órbitas
dos satélites, sincronização dos relógios
atômicos de
bordo dos satélites e atualização dos dados de
almanaque
que os satélites transmitem. O segmento do utilizador consiste
num receptor que
capta os sinais emitidos pelos satélites. Um receptor GPS (GPSR) descodifica
as
transmissões do sinal de código e fase de
múltiplos satélites e calcula a sua
posição com base nas distâncias a estes. A
posição é dada por latitude, longitude e altitude, coordenadas geodésicas referentes ao
sistema WGS84.
O
sistema foi declarado totalmente
operacional apenas em 1995. Seu desenvolvimento custou 10
bilhões de dólares.
Consiste numa "constelação" de 28
satélites sendo 4
sobressalentes em 6 planos orbitais. Os satélites GPS,
construídos pela empresa
Rockwell, foram lançados entre Fevereiro de 1978 (Bloco I), e 06
de Novembro de 2004 (o 29º).
Cada um circunda a
Terra duas vezes por dia a uma altitude de 20.200 quilômetros
(12.600 milhas) e
a uma velocidade de 11.265 quilômetros por hora (7.000 milhas por
hora). Os
satélites têm a bordo relógios
atômicos e constantemente
difundem o
tempo preciso de acordo com o seu próprio relógio, junto
com informação
adicional como os elementos orbitais de movimento, tal como determinado
por um
conjunto de estações de observação
terrestres.
O
receptor não necessita de ter um relógio de tão
grande
precisão, mas sim de um suficientemente estável. O
receptor capta os sinais de
quatro satélites para determinar as suas próprias
coordenadas, e ainda o tempo.
Então, o receptor calcula a distância a cada um dos quatro
satélites pelo
intervalo de tempo entre o instante local e o instante em que os sinais
foram
enviados (esta distância é chamada pseudodistância).
Descodificando as
localizações dos satélites a partir dos sinais de
microondas (tipo de onda
eletromagnética) e de uma base de dados interna, e sabendo a
velocidade de propagação
do sinal, o receptor, pode situar-se na intersecção de
quatro círculos,
um para cada satélite.
Até
meados de 2000 o departamento de defesa dos EUA impunha a
chamada
"disponibilidade seletiva", que consistia em um erro induzido ao
sinal impossibilitando que aparelhos de uso civil operassem com
precisão
inferior a 90 metros.
Porém,
atribui-se ao presidente Bill
Clinton
que, pressionado assinou uma lei
determinando o fim
dessa interferência no sinal do sistema, desse modo a
precisão foi aumentada e
como isso, entende-se que não há garantias que em tempo
de guerra o serviço
continue a disposição dos usuários.
No
cenário militar, o GPS é também usado para o
direcionamento de diversos tipos de armamentos de precisão, como
as bombas JDAM-Joint Direct Attack Munition e os famosos
mísseis Tomahawk. Estas bombas "inteligentes" são guiadas
para seus alvos por
um sistema inercial em conjunto com um GPS. Este tipo de sistema de
direcionamento
pode ser usado em qualquer condição climática e
garante um alto índice de precisão.
Além
de sua aplicação óbvia na aviação geral e comercial e na navegação
marítima, qualquer pessoa que queira
saber a sua
posição, encontrar o seu caminho para um determinado
local, ou de volta ao
ponto de partida, conhecer a velocidade e direção do seu deslocamento
pode-se beneficiar com o
sistema. Atualmente o sistema está sendo muito difundido em
automóveis com
sistema de navegação em mapas, que possibilitam uma
visão geral da área que
você está percorrendo, os ‘map
movem’
ou mapas em movimento.
A
comunidade científica utiliza-o pelo seu relógio altamente preciso. Durante experiências
científicas de
recolha de dados, pode-se registrar com precisão de
micro-segundos (0,000001 segundo)
quando a amostra foi obtida. Naturalmente a localização
do ponto onde a amostra foi recolhida também pode ser
importante. Agrimensores
diminuem custos e obtêm levantamentos precisos mais rapidamente
com o GPS.
Unidades específicas têm custo aproximado de 3.000 dólares e precisão de 1 metro, mas existem receptores mais caros com
precisão de 1
centímetro. A coleta de dados por estes receptores é mais
lenta.
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Melhorias
do sistema
O
sistema por si só não é perfeito pode sofrer
variações por erros
em seus relógios e atrasos na recepção do sinal
causados por interferências
meteorológicas, por exemplo. Essas anomalias são tratadas
como ‘diferencial
GPS’ – DGPS, e um sistema suplementar podem ser adicionados
para compensar
essas diferenças, transmitindo correções para os
receptores GPS, tanto via
satélites quanto através de estações de
rádios terrestres. Ao invés de uma
precisão normal que é de aproximadamente entre 5 e 23
metros, poderá ser
aumentada para algo em torno de 4 centímetros, no caso de
aproximações
instrumentos com a utilização de estações
de rádios corretoras.
Os
sistemas que aumentam a precisão se utilizam de
estações em
terra que foram cuidadosamente pesquisadas e suas
localizações foram exatamente
definidas com grande precisão. Como
os receptores que recebem os sinais dos satélites GPS, eles
também os compara com
os valores que recebem das estações de terra, e as
diferenças são utilizados
para calcular as correções.
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Estações
terrestres Vs Space Based
Também
conhecidos como “sistema de ampliação de
área” SBAS, são
estações terrestres que tem a função de
transmitir para um ou mais satélites do
sistema sua posição no espaço em
relação a terra. Os satélites são
geoestacionários, ou seja, giram na mesma velocidade em que a
terra gira,
portanto sua posição é supostamente fixa em
relação a terra mas, pode varia,
cada satélite demora um dia para duas voltas completas em torno
do planeta e a
constelação de satélites é posicionada de
forma que, em qualquer parte do globo
em que estiver o receptor possa acessar pelo menos quatro
satélites ao mesmo
tempo. Essas estações orientam o posicionamento correto e
preciso dos satélites
garantindo maior precisão nas transmissões para os
receptores GPS.
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WAAS - Imagem da NASA |
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WAAS
–
Wide Area Augmertation System
É
um sistema de estações terrestres e satélites para
GPS que melhoram a precisão
de monitoramento do sistema de navegação GPS para cerca
de 3,3 metros.
Implantado em 2003, o WAAS
dispõe de um
grupo de 25 estações de referência e dois
satélites que cobrem a América do
Norte.
CDGPS
– Canadian
Differential GPS
Similar
ao sistema WAAS e que cobre o Canadá, Estados Unidos e
México, possui 30
estações em terra e um satélite que aumenta a
precisão do GPS para menos de 3
metros, porem só é utilizado para navegação
terrestre e foi implantado em 1998.
Para receber as informações CDGPS é
necessário possuir um receptor habitado.
EGNOS
Um
sistema europeu de 34 estações terrestres e três
satélites que cobrem toda a
Europa com uma precisão de aproximadamente 5 metros e foi
implantado em 2004.
Servira para atender o sistema ‘Galileo’ e para receber
seus dados o receptor
tem que ser homologado ao sistema.
MSAS
Um
sistema japonês de estações terrestres e
satélites que melhoram a precisão de
monitoramento do sistema de navegação GPS para baixo de
aproximadamente seis
metros. Lançado em 2007, MSAS deverá abranger outras
partes da Ásia, como a Austrália
e Nova Zelândia. As estações terrestres MSAS e os
registros dos satélites de
navegação só podem
ser recebidos por receptores
habilitados.
Existem
ainda outros sistemas de uso comercial que melhoram as
recepções e transmitem
as correções dos satélites GPS como, o sistema
OmniStar, Fugro e StarFire com
emprego nos setores de Petróleo, Gás,
Mineração, Construção e
Agricultura, tais sistemas exigem receptores
especiais e não são utilizados para a
navegação.
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Como
Funcionamento o GPS?
Fonte:
http://www.popa.com.br/_2008/cronicas/gps/funcionamento_do_gps.htm
O
site
Papa.com.br nos ensina os fundamentos de como o GPS pode indicar em que
ponto
do globo terrestre você se encontra, veja as
explicações abaixo.
Para
ter
uma noção primária de como o GPS determina uma
posição na terra, acompanhe este
raciocínio inicial, como uma analogia.
Você
está perdido e pergunta a um navegador: onde estou? Ele responde
que V. está a
6MN da Ponta Grossa. Isso ajuda, mas não resolve porque tudo o
que V. pode
saber é que está sobre uma circunferência
imaginária de 6MN de raio, cujo
centro está na Ponta Grossa, como mostrado na carta
"A" abaixo.
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Outro
navegador lhe diz que V. está a 3MN da Ponta do Salgado. Bem,
agora V. sabe que
está também sobre outra circunferência imaginária,
com 3MN de raio, com
centro na
Ponta do Salgado. Como se vê na carta "B" aí abaixo,
então Você só
pode estar em um dos dois pontos assinalados com "1" e "2".
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Se
um
terceiro navegador lhe disser que Você está a 5MN do Morro
do Côco, então V. já
pode se localizar. A terceira circunferência imaginária
(carta mais abaixo)
marcará um único ponto de intersecção entre
as 3 circunferências (marcado com
um "X"). E é aí que Você estará na Ilha
Chico Manuel.
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O
texto Como
funciona o Sistema
GPS? Curiosidades,
técnica, porquês, história e outros
aspectos
de Danilo
Chagas
Ribeiro, é
muito elucidativo e você poderá
aprender
muito mais sobre o GPS, basta clicar no link disponibilizado no início do
parágrafo.
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| Nosso
interesse maior é o desenvolvimento da
aviação, em
especial a aviação do Tocantins, atraves da
informação e da educação.
Despertar em
nosso povo uma cultura aeronáutica que prime pela
ética
que deve ser comum aos homens que são dotados de asas. |
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Setembro
2009 - Aviação Geral do Tocantins. Todos os
direitos reservados
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