| Austríaco
faz o melhor tempo no treino da Air Race na praia do Flamengo |
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Fonte:
O
Globo
‘on line’
Maio,
08/2010
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| O
inglês Paul
Bonhomme, atual lider do campionato com 22 pontos, ficou em terceiro
com 1m21s30 |
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Claudio
Nogueira
RIO -
O austríaco
Hannes Arche fez o melhor tempo no treino classificatório da
etapa do Rio de
Janeiro da Air Race. Com 1m20s44 na segunda passagem, o piloto ganhou
um ponto
extra na classificação do mundial e chegou a 15
pontos no
campeonato.
Vice-líder do Mundial de Corrida Aérea com 18
pontos, o
inglês Nigel Lamb ficou
em segundo com 1m21s17. Ele fora o mais rápido na primeira
passagem.
Já
o líder do
campeonato com 22 pontos e atual campeão do Air Race, o
também inglês Paul
Bonhomme, ficou em terceiro com 1m21s30. Bonhomme foi o vencedor da
etapa que
aconteceu no Rio há três anos.
O
treino foi
acompanhado por mais de 400 mil pessoas na praia do Flamengo, um
recorde de
público em provas de classificação
desde que o Air
Race foi criado, em 2005. O
circuito atual, feito para a etapa carioca, foi montado com 5,6 km para
a
corrida. No treinamento deste sábado, dez pilotos se
classificaram para a
corrida deste domingo às 10h30m.
Antes
dela, os
quatro pilotos que não se classificaram neste
sábado
vão disputar uma
repescagem para definir os dois que vão disputar a corrida
que
começa com 12
aviões. Destes, oito seguem adiante e em seguida quatro
farão a final da
corrida.
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Primeiro
dia de corrida aérea atrai 400 mil
pessoas no Flamengo
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Público
foi considerado o maior de todas as fases classificatórias.
Esquema especial de trânsito teve início
às 8h na
Zona Sul e no Centro.
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Fonte: G1 on line
Maio, 08/2010
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Cerca
de 400 mil pessoas compareceram ao primeiro dia do Red Bull Air Race,
na manhã
deste sábado (8), na
Praia do Flamengo, na Zona Sul do Rio. As
informações
são dos organizadores do
evento. O número foi considerado o maior da
história das
classificatórias da
corrida.
Após
o fim da competição, o público se
dispersou
aos poucos. De acordo com a Polícia Militar, não
há registro de tumulto na
volta para casa. O esquema especial de trânsito teve
início às 8h na Zona Sul e
no Centro. O Aterro do Flamengo foi fechado nos dois sentidos, entre as
avenidas Marechal Câmara e Oswaldo Cruz.
Segundo
a Companhia de Engenharia de Tráfego do
Rio (CET-Rio), o evento transcorreu normalmente, sem transtorno ao
trânsito.
Nenhum acidente foi registrado até o início da
tarde
deste sábado. Logo após o
fim dos treinos, funcionários da Companhia Municipal de
Limpeza
Urbana
(Comlurb) fizeram a limpeza do local. O trânsito
será
liberado após o trabalho
dos garis.
Durante
a prova, os aviões passam a menos de 20
metros de altura, bem pertinho da água. Para quem
está
assistindo, mais do que
uma competição, a corrida aérea
é um
espetáculo. Os competidores voam contra o
relógio em um traçado demarcado por
obstáculos
infláveis, colocados sobre o
espelho d água da Baía de Guanabara. O piloto que
fizer o
percurso no menor
tempo é o vencedor.
O
Red Bull Air Race é o único campeonato mundial
de corrida de aviões reconhecido pela
Federação
Aeronáutica Internacional
(FAI). Na temporada 2010, o Rio receberá a terceira etapa da
competição, que
teve início em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, em
março, e ainda vai passar por
Nova York, Budapeste e Lisboa, entre outras cidades.
Primeiro
brasileiro a disputar o mundial não
compete no Rio
O
Mundial de Corrida Aérea tem 15 pilotos
disputando o título da temporada. E é a primeira
vez,
desde a criação do
torneio, em 2003, que um piloto brasileiro participa da
competição. Entretanto,
os cariocas não vão poder torcer pelo paulista
Adilson
Kindlemann, que sofreu
um acidente durante os treinos da etapa de Perth, na
Austrália,
em abril.
Kindlemann,
de 36 anos, perdeu altura e caiu com o
avião em um rio. O piloto foi resgatado rapidamente e
encaminhado a um
hospital, onde foi constado que ele não havia sofrido
maiores
lesões.
Entretanto, o brasileiro só deve voltar a voar na
competição em agosto.
Público
deve usar protetor solar e roupas leves
A
prefeitura recomenda para quem for assistir ao
evento neste domingo (9) que use o transporte público, como
metrô e ônibus,
para chegar ao Aterro do Flamengo. “Aproveito para pedir a
cada
carioca e a
cada turista que cuide do espaço público como se
fosse
sua própria casa. O
Parque do Flamengo é um bem tombado e merece ser tratado com
cuidado e
dignidade”, ressaltou o secretário municipal de
Turismo,
Antônio Pedro Figueira
de Mello.
Outras
recomendações são: levar
chapéu ou
boné,
protetor solar, óculos escuros e usar roupas leves.
Não
é recomendável o uso de
barracas, tendas ou guarda-sol, uma vez que eles podem dificultar a
visão da
competição das pessoas ao redor.
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Austríaco
rouba cena em último treino da Red Bull Air Race no RJ
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| Hannes
Arch fez o melhor tempo dos treinos livres nesta sexta-feira |
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Foto:
Red Bull Air Race Press Room/Divulgação
Fonte:
Terra Esportes
Maio,
08/05/2010 |
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Em
mais
um dia de céu azul e muito calor, nesta sexta-feira, no
Aterro
do Flamengo, o piloto austríaco Hannes Arch estabeleceu o
melhor
tempo dos
treinos livres para a etapa brasileira do Red Bull Air Race World
Championship
2010, com o novo recorde de 1min19s20 para o circuito montado sobre a
Baía de
Guanabara.
Extraindo
o máximo de
potência de sua aeronave, Arch superou por apenas quatro
centésimos a marca do
atual campeão mundial Paul Bonhomme (1min19s24), dono da
melhor
posição do
primeiro dia de treinos livres, na véspera. A terceira
posição ficou com o britânico
Nigel Lamb (1min20s74), autor da velocidade recorde do dia: 370 km/h de
pico
durante os treinos da manhã.
"Estou
feliz com o
resultado de hoje, dia que foi encarado como se fosse o da corrida.
Estivemos
lentos ontem (quinta), mas hoje pude dar o meu melhor e mostrar
até onde
podemos chegar. Estou muito satisfeito", disse Arch. Atualmente em
terceiro lugar no Mundial de Corrida Aérea, com 14 pontos,
Arch
precisa de um
bom resultado no Rio de Janeiro para diminuir a diferença
para o
líder Bonhomme,
22 pontos.
Vencedor
da primeira corrida
realizada no Rio de Janeiro, em 2007, Paul Bonhomme ficou satisfeito
com o
resultado dos treinos, demonstrando que ainda pretende surpreender na
classificatória, que pode render um ponto extra ao vencedor
antes mesmo da corrida
de domingo. "Será divertido tentar recuperar os quatro
centésimos de
diferença para o Hannes. Já sei exatamente onde
ele
obteve essa vantagem e onde
eu posso evoluir", afirmou.
A
prova
classificatória terá
inicio às 12h deste sábado, quando os 14 pilotos
terão duas chances para
estabelecer os seus melhores tempos. O primeiro colocado garante
bônus de um
ponto na temporada e os dez melhores classificam-se automaticamente
para as
finais da etapa do Rio de Janeiro. Os quatro últimos
disputam
repescagem por
duas vagas restantes no "Top 12", na manhã de domingo.
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| Iphan
embarga realização de corrida aérea no
Rio |
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Fonte:
O Estado de S. Paulo
Via:
NOTIMP
TALITA
FIGUEIREDO - Agência Estado
Abril,
28/2010
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O
Instituto do
Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional (Iphan)
embargou ontem a realização da etapa brasileira
da Red
Bull Air Race, a corrida
aérea, que está marcada para acontecer nos dias 8
e 9 de
maio, no Aterro do
Flamengo, no Rio.
O
embargo à continuidade
dos preparativos para a corrida aérea estabelece a retirada
dos
tapumes
metálicos que já começaram a ser
montados, a
apresentação formal de projeto do
evento ao Iphan e a assinatura de termo de responsabilidade, por parte
dos
organizadores, com o objetivo de manter a integridade do local.
Segundo
nota oficial
divulgada pelo instituto, "a medida foi necessária uma vez
que
os
organizadores sequer comunicaram ao Iphan sobre a
realização do evento, além de
deixarem de tomar as medidas compatíveis com o que
estabelece a
legislação para
aquela área".
O
secretário de
Turismo do município, Antonio Pedro Figueira de Mello,
afirmou
que será feita
reunião hoje, entre a organização do
evento e a
superintendência do Iphan, para
que os ajustes necessários sejam feitos e o evento possa
ocorrer
normalmente.
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COISAS
DO BRASIL:
Não importa o que você esteja fazendo agora, com
certeza
esta desrespeitando
alguma lei, sem que saiba disso...
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| BMW
fará interior de jatos
Embraer |
- Marca
alemã fecha parceria para customização
da cabine
do jato Phenon
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Fonte:
Carro Online
Fotos
divulgação
Abril,
20/2010
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Thiago
Vinholes
Com
uma
rica história na criação de interiores
tão
arrojados quanto a
performance de suas máquinas, a BMW também vem
expandindo
sua experiência para
cabines de avião. Nesta semana, a marca alemã
anunciou
sua parceria com a
fabricante brasileira de aeronaves Embraer para
customização do interior dos
jatos Phenon 100 e Phenon 300.
Em
imagens divulgadas, o jato executivo já decorado pela BMW
possui
detalhes na cabine que lembram o interior do sedã de luxo
Série 5. Há
superfícies cromadas e revestidas de couro, mesmo material
usado
nos assentos
dos passageiros. A preparação da marca
alemã
inclui ainda aparelho de DVD com
telas sensíveis ao toque pela cabine, sistema de som de alto
padrão e
iluminação ambiente por meio de leds.
Os
clientes da Embraer que optarem pelo pacote da BMW para seu jato
privado ainda tem a opção de escolher entre 7
cores para
o interior da cabine,
assim como diferentes colorações para os assentos
e piso,
que pode ser de
madeira. Atualmente, a fabricante nacional de
aviões tem
100 Phenon em
fase de produção e outros 600 pedidos em espera.
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| Hannes Arch venceu 2ª etapa
da Red Bull Air Race World Championship |
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Fonte:
O Jogo “on line”
Abril,
19/2010
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Clique
na
imagem para ampliar
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Perante
uma multidão de 140.000 espectadores, o austríaco
Hannes Arch dominou este fim-de-semana a 2ª etapa da Red Bull
Air
Race World
Championship, disputada em Perth. Uma prestação
que lhe
permitiu subir para
terceiro do mundial, atrás de Bonhomme e de Nigel Lamb.
Já o piloto da casa,
Matt Hall, foi segundo e encheu os fãs de orgulho com o seu
melhor resultado de
sempre.
Renascendo
das cinzas depois de um desastroso arranque do
campeonato, onde não foi além do 11º
lugar, o actual
Vice-Campeão do Mundo da
Red Bull Air Race World Championship foi sem dúvida a grande
figura da segunda
etapa da competição disputada este fim-de-semana
sobre as
águas calmas do rio
Swan, em Perth. Hannes Arch, que estreou na presente época
um
novo e mais
rápido avião, conquistou assim 12 preciosos
pontos em
terras australianas.
“Estou muito satisfeito, lutei toda a semana por este
resultado e
sinto que
estou de novo no bom caminho. Tudo começa com uma
visão e
esta era mesmo a
visão que tinha em mente - a vitória!”,
afirmava
Arch no regresso ao solo.
Para
o comandante do mundial e defensor do título, a jornada
australiana terminou sem grandes sobressaltos e com um
reforço
da sua
liderança. Ao ponto alcançado nas
Qualificações, Paul Bonhomme somou mais nove
com o terceiro lugar em Perh. Ainda assim, o britânico que se
mantém no pódio
há nove corridas consecutivas (desde 2008) expressava no
final
alguma
desilusão; “O terceiro lugar não estava
nos meus
planos, talvez tenha relaxado
um pouco no traçado. Agora tenho que estudar melhor a
corrida e
entender onde
errei. Mesmo assim 3º é melhor que
quarto”.
A
imensa multidão presente (os 140.000 espectadores fizeram
desta etapa o evento desportivo mais participado do ano, na
Austrália) vibrou
intensamente com a brilhante prestação do piloto
da casa
Matt Hall. O segundo
lugar que aqui rubricou foi o melhor resultado de sempre da sua
carreira,
depois do terceiro obtido no ano passado sobre as águas do
Douro; “Há muito que
sonhava com este resultado e para mim a etapa de Perth tem naturalmente
um
significado especial, pois tenho muito apoio do
público”.
Contrastando
com a decepção dos pilotos norte-americanos,
Nigel Lamb continua em alta e graças ao quarto posto
alcançado em Perth
conserva o segundo lugar na geral da Red Bull Air Race. Ao canadiano
Pete
McLeod também não faltaram motivos para fazer a
festa em
Perth, já que o quinto
lugar com que terminou foi o seu melhor resultado de sempre.
Depois
da Austrália, a Red Bull Air Race viaja até ao
Rio de
Janeiro, no próximo mês de Maio, dias 8 e 9,
você
não perde por esperar.
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| Cinzas
vulcânicas voltam a cancelar milhares de
voos na Europa |
|
Reuters/Brasil
Online
Fonte:
O GLOBO
Por
Michael Holden
Abril,
16/2010
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Uma
nuvem de cinzas gerada pela erupção de um
vulcão
na Islândia suspendeu voos em
aeroportos no Reino Unido / AFP
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LONDRES
(Reuters) -
Uma enorme nuvem de cinzas de um vulcão islandês
se
espalhou ainda mais sobre a
Europa nesta sexta-feira, causando um caos aéreo que
não
era visto desde os
atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA.
Cerca
de 17 mil voos
devem ser cancelados nesta sexta devido aos riscos para a
segurança aérea,
segundo autoridades da aviação. Aeroportos da
Grã-Bretanha, França, Alemanha e
outros países ficarão fechados pelo menos
até
sábado. Os transtornos já haviam
sido graves na quinta-feira.
"Eu
acho que a
Europa está provavelmente experimentando a maior
perturbação às viagens
aéreas
desde o 11 de Setembro", disse um porta-voz da Autoridade de
Aviação Civil
britânica. "Em termos de fechamento de espaço
aéreo, é pior do que o 11 de
Setembro. A perturbação é pior do que
qualquer
coisa que já vimos."
Depois
dos atentados
de 2001 em Washington e Nova York, o espaço aéreo
dos EUA
passou três dias
fechados, levando as empresas aéreas europeias a suspenderem
todos os seus voos
para o país.
Vulcanólogos
dizem que,
se a erupção na Islândia continuar, as
cinzas podem
causar problemas ao tráfego
aéreo por até seis meses. Mesmo que o problema
seja
transitório, o impacto
financeiro às empresas aéreas pode ser
significativo.
Na
sexta-feira, as
ações da Lufthansa, British Airways, Air Berlin,
Air
France-KLM, Iberia e
Ryanair registravam quedas entre 0,8 e 2,2 por cento.
O
analista Douglas
McNeill disse que empresas como British Airways e Lufthansa
têm
prejuízos em
torno de 16 milhões de dólares por dia devido aos
cancelamentos de voos.
PRECEDENTE
PERIGOSO
A
erupção no vulcão
que fica sob a geleira Eyjafjallajokull, na Islândia,
começou na quarta-feira,
levantando uma coluna de cinzas com até 11
quilômetros de
altura. Foi a segunda
erupção na região em menos de um
mês.
As
autoridades dizem
que o vulcão subterrâneo continua expelindo magma.
Segundo
elas, mesmo que a
erupção ceda nos próximos dias, o
vulcão
pode continuar jogando cinza nos céus
europeus.
As
cinzas vulcânicas
contêm pequenas partículas de vidro e pedras
pulverizadas,
capazes de danificar
motores e fuselagens.
Em
1982, um jumbo da
British Airways caiu na Indonésia depois de passar numa
nuvem de
cinza e perder
a potência das turbinas. O incidente levou o setor a rever os
procedimentos
quando há cinzas vulcânicas na atmosfera.
Dos
28
mil voos
diários habituais no espaço aéreo
europeu, apenas
11 mil devem operar na
sexta-feira, e só cerca de um terço dos voos
programados
para chegarem da
América efetivamente pousarão, segundo a
Eurocontrol
(agência continental de controle
da aviação).
O
Departamento
Meteorológico Britânico mostrou que a nuvem de
cinza
está se deslocando para o
sul e para o oeste, sobre a Europa. A Eurocontrol anunciou que os
problemas de
tráfego aéreo continuarão por pelo
menos mais 24
horas, e um especialista da
Organização Meteorológica Mundial
afirmou que
seria impossível dizer quando os
voos serão retomados.
ESPAÇO
AÉREO FECHADO
O
órgão britânico de
controle aeronáutico disse que o espaço
aéreo
inglês ficará fechado até 0h de
sábado (21h em Brasília), mas que certos voos
oriundos de
aeroportos da Irlanda
do Norte e Escócia poderão decolar já
a partir das
18h de sexta-feira (15h em
Brasília).
"Quando
os
especialistas nos liberarem, vamos fazer a
operação andar
outra vez",
disse Paul Haskins, diretor de segurança do
Serviço
Nacional do Tráfego Aéreo,
à rádio BBC.
Heathrow
(Londres),
o aeroporto mais movimentado da Europa, com cerca de 180 mil
passageiros por
dia, está sem decolagens. Em Frankfurt, segundo principal
aeroporto europeu,
funcionários disseram que os voos seriam suspensos.
Cerca
de 2.000
pessoas pernoitaram no aeroporto de Schiphol, nos arredores de
Amsterdã,
segundo uma porta-voz. Não há previsão
de
reabertura do espaço aéreo holandês.
A
Eurocontrol disse
que o espaço aéreo está interditado
também
na Bélgica, Dinamarca, Suécia,
Noruega, Finlândia, Estônia, norte da
República
Checa, norte da França
(inclusive Paris) e em alguns aeroportos do norte da Alemanha, da
Áustria e da
Polônia.
As
autoridades
polonesas disseram que o problema pode obrigar ao adiamento do funeral
do
presidente Lech Kaczynski e da sua esposa, Maria, que morreram no
sábado em um
acidente aéreo na Rússia. O sepultamento
está
marcado para domingo.
Na
Ásia e no Oriente
Médio, várias empresas aéreas
também
tiveram de cancelar ou adiar voos para a
Europa.
Com
a
nuvem sendo
soprada para o sul, as autoridades da República da Irlanda
disseram que a maior
parte do espaço aéreo local já foi
liberada.
Os
transtornos
aéreos acabaram sendo uma dádiva para as
companhias
ferroviárias. Todos os 58
trens Eurostar entre Grã-Bretanha e a Europa continental
operam
lotados,
levando cerca de 46,5 mil passageiros. Uma porta-voz disse que a
empresa cogita
programar viagens adicionais.
(Reportagem
das
redações de Londres, Genebra, Dublin, Paris,
Amsterdã, Bruxelas, Reykjavik e
Berlim)
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Nota
do
AGT: Junto
com as cinzas os vulcões expelem
partículas de silício, areia, até
grandes
altitudes e que são aspiradas pelas turbinas e podem causar
grandes estragos
nesses motores. Desde os desgastes nas partes frias através
do
atrito,
emperramento dos rolamentos ate a solidificação
nas
partes quentes. O silício é
a matéria prima na confecção do vidro
e ao chegar
às partes quentes derretem
formando uma goma que solidificada podem causar a parada total do motor.
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| Queda
de avião no Red Bull Air Race |
É
a primeira vez na história da
competição que um
piloto sofre um acidente. A última prova do
calendário de 2010 está prevista
para os dias 4 e 5 de Setembro, no Porto
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Fonte:
Visão
Fotos:
zimbio.com
Abril,
15/2010
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O
piloto brasileiro Adilson Kindlemann sofreu
um acidente na Austrália, onde se disputa este fim-de-semana
a segunda corrida
da temporada.
Kindlemann
sofreu ferimentos leves,
mas encontra-se hospitalizado em
observação e deverá ter alta
apenas
amanhã. O objetivo do piloto é agora
recuperar para a terceira
corrida, que será disputada nos dias 8 e 9 de maio no Rio de
Janeiro.
Adilson
Kindlemann nasceu em São Paulo, possui anos
de experiência na aviação comercial, e
é o primeiro brasileiro a
participar do Mundial de Corrida Aérea. Estam é
uma competição que
consiste em percorrer um circuito aéreo composto de
obstáculos (cones
insufláveis) com um avião monomotor.
Ganha quem realizar o percurso
em menos tempo, sem cometer faltas.
Enquanto
manobrava o seu avião de competição
MXS-R
na aproximação ao terceiro pórtico
insuflável, situado no meio da corrida,
Kindlemann não conseguiu evitar um impacto com a
água, atingindo primeiro esta
superfície com a asa e cauda. As equipas especiais de
emergência actuaram
prontamente e realizaram o salvamento de Kindlemann numa altura em que
o avião
ainda flutuava na água. Esta operação
bem sucedida foi empreendida em menos de
um minuto. O piloto foi de seguida transportado para o Royal Perth
Hospital.
A
expectativa para corrida de Perth é enorme,
depois do britânico Paul Bonhomme ter começado da
melhor forma a luta pela
revalidação do título conquistado no
ano passado em Barcelona.
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Acordo
com um olho nos caças
e
outro no caçador (complemento
nosso)
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Fonte:
Correio Braziliense
Via: NOTIMP
Abril, 13/2010
Por
Isabel Fleck
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O
Ministro da
Defesa, Nelson Jobim, e o secretário norte-americano da
pasta,
Robert Gates,
assinam reatamento da cooperação militar. Texto
facilita
transferência de
tecnologia e pode ajudar a Boeing na concorrência da FAB
|
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Na
gravura acima uma
concepção artística do nosso Embraer
Super Tucano
que, a USAF - Força Aérea Americana,
sonha em ter.
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|
O
acordo que o
ministro da Defesa brasileiro, Nelson Jobim, e o secretário
de
Defesa
norte-americano, Robert Gates, assinaram ontem em Washington, à
margem do Encontro
de Segurança
Nuclear, prepara o terreno para o cumprimento dos itens mais
sensíveis da
oferta feita pela Boeing na concorrência F-X2, da
Força
Aérea Brasileira (FAB).
O texto marca a retomada de uma cooperação
interrompida
nos anos 1970, quando o
Brasil suspendeu uma cooperação em vigor havia 25
anos.
As negociações se
desenrolavam desde o início do governo Lula, mas foram
concluídas de maneira
providencial antes do anúncio da decisão sobre a
compra
dos caças para a FAB.
Jobim, no entanto, fez questão de já incluir os
interesses brasileiros na
ocasião. Segundo ele,
o acordo
abre caminho para a possível venda de 200 aviões
SuperTucano, da Embraer, para
a Marinha americana.
Segundo
o embaixador
dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, a assinatura do texto
é um passo
elementar e fundamental em uma negociação de
venda de
caças, mas esse não é o
seu propósito principal. O acordo de
cooperação
tem um impacto muito maior do
que só o intercâmbio militar ou a venda de um
sistema de
armas, afirmou, em
entrevista coletiva. Com o documento, fica permitida a
negociação, por exemplo,
da transferência de tecnologias sensíveis do
avião
um ponto sobre o qual Jobim
nunca escondeu ter dúvidas, em relação
à
proposta americana. Entretanto, ao ser
questionado se Washington espera que o documento dê mais
chances
à Boeing,
Shannon desconversou: Facilita no sentido de que é
necessário, mas a decisão do
Brasil é soberana e, obviamente, não depende do
acordo de
cooperação.
Jobim
tentou
desvincular a possível compra dos SuperTucanos da escolha a
ser
anunciada em
breve pelo presidente ambos já manifestaram
preferência
pelo caça francês
Rafale. Evidentemente, existe pressão para que o governo
brasileiro compre
também aviões americanos, mas estamos
avançando um
entendimento para separar os
dois temas, a fim de que a negociação seja feita
com
calma, afirmou. Quem
disputa com o avião da Embraer a preferência da
Marinha
dos Estados Unidos são
dois modelos americanos, um deles fabricado pela Boeing.
Shannon
assegurou
que o acordo guarda-chuva não inclui a
construção
e nem a utilização de bases
por militares americanos em solo brasileiro. O propósito
é promover a
cooperação, e não abrir um
espaço para
bases militares. Nós não temos interesse
nisso, e, obviamente, o Brasil muito menos, afirmou. O embaixador ainda
assegurou que os EUA não estão acertando a
construção conjunta de uma base
multifuncional no Rio de Janeiro. A ideia é compartilhar
conosco
o interesse de
diferentes áreas do governo brasileiro, em especial a
Polícia Federal, afirmou,
destacando que o Brasil deseja construir um centro de
inteligência que integre
informações sobre tráfico de pessoas e
armas, nos
moldes do que os americanos
mantêm em Key West, na Flórida.
Mais
cooperação
Lula
se
encontrou,
ontem, separadamente, com os premiês da Itália,
Silvio
Berlusconi, do Japão,
Yukio Hatoyama, e da Turquia, Recep Erdogan. Na residência do
embaixador brasileiro,
Lula e Berlusconi assinaram um acordo de
cooperação em
temas econômicos,
ambientais e militares. O plano estabelece um diálogo de
alto
nível em assuntos
como o combate à pobreza, a mudança
climática, o
meio ambiente e o
desenvolvimento sustentável. Lula e Berlusconi
também
falaram sobre o caso do
italiano Cesare Battisti, atualmente detido na prisão da
Papuda,
em Brasília.
De acordo com a agência Ansa, Lula teria dito a Berlusconi
que
iria esperar as
motivações do Supremo Tribunal Federal (STF), que
deve
apresentar a declaração
formal da sentença. O premiê, por sua vez, disse
apoiar e
confiar nas
autoridades brasileiras. Com Hatoyama, o encontro foi sobre temas
multilaterais, como a política de ambos os países
diante
do Conselho de
Segurança da ONU.
Evidentemente
existe
pressão para que o governo brasileiro compre
também
aviões americanos, mas
estamos avançando um entendimento para separar os dois temas.
O
que
prevê o texto
Cooperação
bilateral
em questões relacionadas à Defesa, incluindo a
aquisição de produtos e
serviços. Terá enfoque nos campos da pesquisa e
desenvolvimento, além de
suporte logístico e segurança de tecnologia
Facilitar
iniciativas comerciais relacionadas à Defesa
Troca
de
experiências em tecnologia de Defesa
Intercâmbio
de
informações e experiências sobre
operações e o uso de equipamento militar
(nacional e estrangeiro) e sobre operações
internacionais
de manutenção da paz
Compromisso
com o
treinamento e o ensino militar combinados e em exercícios
militares conjuntos,
assim como a troca de informações relacionadas a
esses
temas
Garantias
As
partes se comprometem a respeitar os princípios e
propósitos relevantes da
Carta das Nações Unidas e da Carta da
Organização dos Estados Americanos, que
incluem a igualdade e soberania dos Estados, a integridade e a
inviolabilidade
territorial e a não intervenção nos
assuntos
internos de outros Estados.
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| Céu
nublado para aviação |
|
Fonte:
Estado de Minas
Via:
NOTIMP
Abril,
13/2010
|
 |
|
Cada
vez mais
brasileiros estão viajando de avião. Em
fevereiro, foram
vendidas mais de 1,3
milhão de passagens, elevando para 2, 4 milhões o
número de assentos
comercializados no bimestre. Representou um aumento de 6,6% em
comparação com
as vendas de janeiro/fevereiro de 2009, o que anima o setor a prever
crescimento acima de 10% até o fim do ano. Engana-se quem
pensa
que isso se
deve apenas aos fatores clássicos: as dimensões
do
país, a variedade de
destinos turísticos e a retomada do crescimento da atividade
econômica dentro e
fora dos tradicionais polos da Região Centro-Sul. Tudo isso
está valendo. Mas é
o fator preço que está por trás do
espantoso
crescimento do movimento de
usuários da aviação comercial no
mercado interno
brasileiro. No ano passado, o
preço médio do bilhete ficou em R$ 321,28. Ou
seja,
já tinha caído 28% em
relação a 2008. Levantamento divulgado semana
passada
pela Agência Nacional de
Aviação Civil (Anac) mostra que os
preços
continuaram caindo em pleno verão, na
maioria das 67 rotas comparadas.
O
preço médio baixou
de R$ 304,96, em janeiro, para R$ 253,71 em fevereiro, uma queda de
impressionantes 16,8% em apenas um mês. É o menor
valor
médio de tarifas desde
janeiro de 2002. É provável que
reduções do
preço médio dos bilhetes não
repitam percentual tão alto. Mas em uma
comparação
com o que os passageiros
pagavam em 2002, R$ 421, 53, é indiscutível o
quanto tem
pesado o efeito
concorrência no mercado, mesmo sendo ele ainda amplamente
dominado por apenas
duas companhias a aéreas. Não
é
preciso ser especialista para perceber que a entrada de concorrentes
menores,
estimuladas pela Anac, somada à efetiva cobrança
de
algumas regras mínimas de
atendimento aos usuários acabou acirrando a disputa entre as
operadoras, pois
assim como Gol e TAM não querem perder espaço
duramente
conquistado ao longo de
anos, as pequenas não medem esforços para lhes
roubar a
clientela. É uma
realidade muito distante da que o país viveu por
décadas,
até chegar ao apagão
aéreo do verão de 2007, que transformou os
aeroportos em
dormitórios de passageiros
de voos frustrados.
Mas
os
usuários da
aviação devem ficar atentos ao que ocorre nos
escaninhos
do poder em Brasília.
A profissionalização da Anac, forçada
pelo
fracasso da direção formada por
indicados políticos, corre perigo. No momento, a
agência
vive situação que pode
comprometer tudo que foi conquistado em favor do passageiro. A Anac
é comandado
pela presidente Solange Vieira e quatro diretores. Três se
afastaram há algumas
semanas e ainda não foram substituídos.
Estão
acéfalas as estratégicas áreas de
regulação econômica,
operações e
infraestrutura aeroportuária e prejudicadas as
decisões colegiadas de diretoria. Teme-se
que, na ânsia de garantir apoio à candidatura
oficial ou
de facilitar a
composição de palanques estaduais, o Planalto
acabe
quebrando a blindagem
técnica e profissional que deu à Anac autonomia
para
começar a cumprir o papel
que lhe cabe de se posicionar entre o poder público e as
concessionárias, em
favor da qualidade do serviço prestado.
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Preço
do
combustível de avião
atinge novo
máximo desde Janeiro de 2009
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Fonte:
Press tur
Abril,
11/2010
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O
combustível de avião atingiu
um novo preço máximo na semana terminada a 02 de
Abril,
na qual, segundo o
Índice IATA do Jet Fuel, o preço da tonelada
atingiu
740,3 dólares e ficou
53,7% mais caro do que há um ano.
Segundo
o Índice, que é uma
iniciativa conjunta da IATA e dos Platts, numa semana o
preço do
jet fuel subiu
5,4% e num mês a subida é de 6,1%.
De
acordo com os dados
publicados pelo Índice, este ano o preço da
tonelada de
jet fuel tinha recuado
até aos 631,9 dólares, na semana terminada a 5 de
Fevereiro, mas as recentes
subidas do preço do petróleo nos mercados de
futuros
levaram a uma progressiva
subida, para a ordem dos 700 dólares, onde se manteve
durante o
mês de Março
(702,5 dólares na semana terminada a 26 de Março).
Embora
longe dos 1.424,5
dólares que atingiu em 4 de Julho de 2008, no auge da
escalada
dos preços do
petróleo, o preço indicado pelo Índice
para a
semana terminada em 2 de Abril é
o mais alto desde Outubro de 2008.
Em
2009, o preço máximo
indicado pelo Índice foi 687,7 dólares a
tonelada, na
semana terminada a 23 de
Outubro, e este ano o valor máximo anterior era de 722,4
dólares, na semana
terminada a 8 de Janeiro.
Desde
então, o preço tinha
baixado, até aos 631,9 dólares por tonelada na
semana
terminada a 5 de
Fevereiro, que se mantém como o mínimo deste ano.
A
subida do preço
está em linha com a progressiva subida do
preço do petróleo nos mercados de futuros e leva
a que,
segundo os cálculos da
IATA, para as companhias aéreas o preço
médio do
fuel de avião esteja este ano
nos 86,9 dólares por barril, mais 51,4% do que era indicado
para
o período
homólogo de 2009.
Os
dados publicados pela IATA
mostram que na semana terminada a 2 de Abril, as companhias do
continente
americano foram as que tiveram a maior subida do preço do
combustível face à
semana anterior (+6,7% tanto na América do Norte como na
América Central e do
Sul, respectivamente para 753,2 dólares por tonelada e 764,5
dólares),
seguindo-se as europeias (+5,4%, para 741 dólares por
tonelada).
Na
região Médio Oriente e
África a subida foi de 4,2% (para 712,4 dólares)
e na
Ásia e Oceânia a subida
foi de 3% (para 720,8 dólares).
Em
relação à semana homóloga
de
2009, o Índice indica subidas de 55,6% na Ásia e
Oceânia, 54,8% na América do
Norte, 54,1% no Médio Oriente e África, 51,5% na
América Central e do Sul e
51,1% na Europa.
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Air
France–KLM perde três
milhões de passageiros
no exercício
2009/2010
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Fonte:
Press tur
Abril,
11/2010
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O
grupo Air France – KLM, um
dos líderes da aviação
européia com quase
74,8 milhões de passageiros no
exercício 2007/2008, terminou o exercício
2009/2010, que
se concluiu a 31 de
Março, com 71,394 milhões, menos cerca de
três
milhões que há um ano e menos
cerca de 3,4 milhões que há dois anos.
Apesar
desta queda (-4,1% face
a 2008/2009 e –4,5% em relação a
2007/2008), o
grupo, por via de reduções de
capacidade (-4,3% em relação a 2008/2009 e 2,1%
face a
2007/2008), subiu a taxa
de ocupação em 1,0 ponto em
relação a
2008/2009, para 80,7%, apenas 0,1 pontos
abaixo de 2007/2008.
Os
dados publicados nos
balanços de tráfego mensais do grupo indicam que
as
companhias aéreas do grupo
colocaram no ano passado menos 4,3% de capacidade (medida em ASK =
lugares x
quilômetros) que no exercício anterior e menos
2,1% que em
2007/2008
A
informação
mostra que apesar da tendência de queda do
tráfego que foi generalizada na
aviação comercial
pelo impacto da crise
econômica e financeira que se instalou a partir de finais do
Verão de 2008, as
linhas de África e Médio Oriente foram uma
exceção para o grupo Air France –
KLM, tendo crescimentos do número de passageiros, do
tráfego (em RPK =
passageiros x quilômetros) e capacidade.
Em
2009/2010 as duas companhias
do grupo transportaram 5,484 milhões de passageiros nas
rotas de
África e Médio
Oriente (7,6% do total, depois de 7,5% em 2008/2009 e em 2007/2008),
mais 22
mil ou mais 0,4% que em 2008/2009 e mais 166 mil ou mais 3,1% que em
2007/2008.
O
tráfego nestas rotas cresceu
2,3% em 2008/2009 e em 2009/2010 voltou a crescer 0,3%, ainda assim
menos que a
capacidade, que tinha aumentado 1,7% em 2008/2009 e voltou a aumentar
1% em
2009/2010, o que levou a que nas taxas de
ocupação depois
do ganho de 0,4
pontos em 2008/2009 tenha havido um decréscimo em 2009/2010
de
0,5 pontos, para
78,6%.
No
pólo oposto
estiveram às rotas intra-europeias,
domésticas e internacionais, que são as que
têm
mais peso em número de
passageiros, tendo representado 67,9% do total em 2009/2010, depois de
68,6% em
2008/2009 e 69,1% em 2007/2008.
O
grupo somou em 48,492 milhões
de passageiros nas rotas intra-europeias no exercício
terminado
a 31 de Março
último, menos cerca de 2,55 milhões ou menos 5%
que no
exercício anterior e
menos cerca de 3,2 milhões ou menos 6,2% que há
dois anos
(pré-crise).
Em
RPK, o grupo ficou nas
rotas intra-europeias 4,5%
abaixo de 2008/2009 e 5,5% abaixo de 2007/2008, face a
reduções de capacidade
em 5,5% e 4,7%, respectivamente, pelo que em 2009/2010 recuperou parte
da queda
de ocupação que tivera em 2008/2009 (-1,2 pontos,
para
69,4%), ao subir 0,7
pontos, para 70%.
As
rotas das Américas, que são
as que têm mais peso em RPK (33,3% do total em 2009/2010,
33,5%
em 2008/2009 e
31,4% em 2007/2008) e ASK (31,2% em 2009/2010, 31,8% em 2008/2009 e
31,4% em
2007/2008), foram as que tiveram a segunda queda mais forte em
número de
passageiros, ao ficarem no exercício terminado a 31 de
Março em 9,018 milhões
(12,6% do total), menos 3,6% ou menos 333 mil que no
exercício
anterior e menos
1,4% ou menos 127 mil que em 2007/2008.
Nestas
rotas, o grupo colocou
no último exercício menos 6,3% de capacidade que
no
anterior e ficou 2,6%
abaixo de 2007/2008, enquanto o tráfego teve quedas de 3,7%
e
1,2%,
respectivamente, pelo que a taxa de ocupação, que
caíra um ponto em 2008/2009,
em 2009/2010 ganhou 2,3 pontos, para 86%.
Nas
rotas da Ásia, que em RPK
são as segundas mais importantes para o grupo (22,8% do
total em
2009/2010, 23%
em 2008/2009 e em 2007/2008), o número de passageiros
transportados no
exercício terminado a 31 de Março
último foi 5,397
milhões, menos 3,2% ou menos
cerca de 177 mil que no anterior e menos 3% ou menos cerca de 168 que
em
2007/2008.
Em
RPK, no ano passado o
tráfego ficou no último exercício
4% abaixo do anterior (-3,4% que em 2007/2008), face a uma
redução de
capacidade em 4,7% (-2% que em 2007/2008), pelo que, como na rede das
Américas,
na taxa de ocupação houve uma
recuperação
da queda em 2008/2009 (-1,9 pontos,
para 84,5%), com uma subida homóloga de 0,7 pontos, para
85,2%.
Nas
rotas das Caraíbas
e Oceano Índico, que são as que têm
menos peso na operação do grupo Air France
– KLM,
em 2009/2010 foram
transportados 3,005 milhões de passageiros, menos 0,4% ou
menos
12 mil que no
anterior e –2% ou menos 60 mil que em 2007/2008.
A
redução de capacidade nestas
rotas (-2,1% que em 2008/2009 e –1,3% que em 2007/2008)
permitiu,
no entanto,
em termos de taxas de ocupação, absorver parte as
quedas
de tráfego (-1,6% que
em 2008/2009 e -3,8% que em 2007/2008).
A
taxa de ocupação, que tinha
caído 2,5 pontos em 2008/2009, no exercício
terminado a
31 de Março recuperou
0,4 pontos, para 80,6%.
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Abaixo
e a sua disposição está um sistema
automático
de email resposta para que dê sua opinião sobre as
matérias publicadas,
sugestões para futuras matérias, ou criticas
sobre qualquer tema tratado aqui. Ajude-nos
a fazer o portal que queremos, e para isso, você é
muito importante nesse
processo. Qualquer que seja sua ótica nos a colocaremos para
nossos leitores. Vale
tudo, menos agressões, palavras de baixo calão ou
falta de decoro.
Vamos
lá, dê seu
parecer!
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Brasília
Brazilian Standard Time
GMT - 03:00 |
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| Oferta
de voos para fora do Brasil aumenta 63% desde 2003, diz Anac |
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Fonte:
Valor
Econômico
Via:
NOTIMP
Abril,
13/2010
Por
Tarso Veloso, de Brasília
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As
companhias
nacionais de aviação operam menos da metade das
decolagens para o exterior,
segundo levantamento divulgado ontem pela Agência Nacional de
Aviação Civil
(Anac), mas vêm elevando sua presença nessas
rotas. Do
total de movimentos ao
exterior, 591 são realizados por empresas internacionais e
329
por companhias
nacionais. Atualmente são realizadas 920 decolagens por
semana
para 30 destinos
internacionais. Em 2003, eram 563 - um aumento de 63,4%.
O
número não inclui
voos que transportam somente carga e nem possibilidades de
conexão para outros
destinos internacionais.
A
TAM
é a aérea
nacional com maior participação nos voos para
outros
países, com 203 decolagens
semanais. A Gol/Varig realiza 122 e a Meta 4. Em 2003 as companhias
nacionais
realizavam 229 movimentos. O número em 2010 é
43,7%
maior. Os voos operados por
empresas estrangeiras passaram de 334 para 591. O aumento foi de 76,9%.
O
número de empresas estrangeiras também cresceu de
31
companhias em operação
para 42.
Os
destinos de
empresas nacionais com maior número de voos a partir do
Brasil
são Argentina,
com 210 decolagens semanais, Estados Unidos (194), Uruguai (67) e
Portugal, com
58.
Existem
duas
explicações principais para o aumento do
número de
voos. A primeira é a queda
do dólar. Em abril de 2003, a moeda estava cotada a R$ 3,31.
Hoje o valor é
praticamente metade, R$ 1,75. O segundo motivo é o fim dos
preços tabelados.
Anteriormente, com preços tabelados, as companhias
não
podiam praticar
promoções abaixo de valores determinados, mesmo
na baixa
temporada.
Segundo
uma resolução
da Anac, editada no ano passado, os descontos sobre a tabela de
referência
foram iniciados em abril de 2009, com 20%. A
redução
passou a 50% em julho e
80% em outubro. No dia 23 deste mês os descontos
estarão
totalmente liberados.
Os voos para a América do Sul já são
livres desde
setembro de 2008. Nos
domésticos, a liberdade tarifária foi autorizada
em 2005.
Com
o
fim das
restrições de desconto, as companhias
poderão
lançar mais promoções,
beneficiando o consumidor.
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| Trip
anuncia voo direto Porto Alegre/Belo
Horizonte com destino final em São Luís |
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Fonte:
Press tur
Abril,
11/2010
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A
Trip Linhas Aéreas anunciou em
(08/04) o lançamento de nova rota regular que
fará a
primeira ligação direta
entre Porto Alegre e Belo Horizonte, com destino final na capital
maranhense
com escalas em Carajás e Belém, no
Pará. O
anúncio foi feito durante reunião da
Associação Nacional dos Secretários e
Dirigentes
de Turismo das Capitais e
Destinos Indutores (Anseditur).
A
nova rota, que passará a operar
em maio, ligará as capitais gaúcha e mineira a
São
Luís, permitindo integrações
entre outras capitais do Nordeste e Norte do país. Os voos
serão operados por
aviões Embraer 175, de 86 lugares.
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