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Austríaco faz o melhor tempo no treino da Air Race na praia do Flamengo

Fonte: O Globo ‘on line’
Maio, 08/2010

O inglês Paul Bonhomme, atual lider do campionato com 22 pontos, ficou em terceiro com 1m21s30

Claudio Nogueira

RIO - O austríaco Hannes Arche fez o melhor tempo no treino classificatório da etapa do Rio de Janeiro da Air Race. Com 1m20s44 na segunda passagem, o piloto ganhou um ponto extra na classificação do mundial e chegou a 15 pontos no campeonato. Vice-líder do Mundial de Corrida Aérea com 18 pontos, o inglês Nigel Lamb ficou em segundo com 1m21s17. Ele fora o mais rápido na primeira passagem.

Já o líder do campeonato com 22 pontos e atual campeão do Air Race, o também inglês Paul Bonhomme, ficou em terceiro com 1m21s30. Bonhomme foi o vencedor da etapa que aconteceu no Rio há três anos.

O treino foi acompanhado por mais de 400 mil pessoas na praia do Flamengo, um recorde de público em provas de classificação desde que o Air Race foi criado, em 2005. O circuito atual, feito para a etapa carioca, foi montado com 5,6 km para a corrida. No treinamento deste sábado, dez pilotos se classificaram para a corrida deste domingo às 10h30m.

Antes dela, os quatro pilotos que não se classificaram neste sábado vão disputar uma repescagem para definir os dois que vão disputar a corrida que começa com 12 aviões. Destes, oito seguem adiante e em seguida quatro farão a final da corrida.


Primeiro dia de corrida aérea atrai 400 mil pessoas no Flamengo

Público foi considerado o maior de todas as fases classificatórias.
Esquema especial de trânsito teve início às 8h na Zona Sul e no Centro.

Fonte: G1 on line
Maio, 08/2010

Cerca de 400 mil pessoas compareceram ao primeiro dia do Red Bull Air Race, na manhã deste sábado (8), na Praia do Flamengo, na Zona Sul do Rio. As informações são dos organizadores do evento. O número foi considerado o maior da história das classificatórias da corrida.

Após o fim da competição, o público se dispersou aos poucos. De acordo com a Polícia Militar, não há registro de tumulto na volta para casa. O esquema especial de trânsito teve início às 8h na Zona Sul e no Centro. O Aterro do Flamengo foi fechado nos dois sentidos, entre as avenidas Marechal Câmara e Oswaldo Cruz.

Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio (CET-Rio), o evento transcorreu normalmente, sem transtorno ao trânsito. Nenhum acidente foi registrado até o início da tarde deste sábado. Logo após o fim dos treinos, funcionários da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) fizeram a limpeza do local. O trânsito será liberado após o trabalho dos garis.

Durante a prova, os aviões passam a menos de 20 metros de altura, bem pertinho da água. Para quem está assistindo, mais do que uma competição, a corrida aérea é um espetáculo. Os competidores voam contra o relógio em um traçado demarcado por obstáculos infláveis, colocados sobre o espelho d água da Baía de Guanabara. O piloto que fizer o percurso no menor tempo é o vencedor.

O Red Bull Air Race é o único campeonato mundial de corrida de aviões reconhecido pela Federação Aeronáutica Internacional (FAI). Na temporada 2010, o Rio receberá a terceira etapa da competição, que teve início em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, em março, e ainda vai passar por Nova York, Budapeste e Lisboa, entre outras cidades.

Primeiro brasileiro a disputar o mundial não compete no Rio

O Mundial de Corrida Aérea tem 15 pilotos disputando o título da temporada. E é a primeira vez, desde a criação do torneio, em 2003, que um piloto brasileiro participa da competição. Entretanto, os cariocas não vão poder torcer pelo paulista Adilson Kindlemann, que sofreu um acidente durante os treinos da etapa de Perth, na Austrália, em abril.

Kindlemann, de 36 anos, perdeu altura e caiu com o avião em um rio. O piloto foi resgatado rapidamente e encaminhado a um hospital, onde foi constado que ele não havia sofrido maiores lesões. Entretanto, o brasileiro só deve voltar a voar na competição em agosto.

Público deve usar protetor solar e roupas leves

A prefeitura recomenda para quem for assistir ao evento neste domingo (9) que use o transporte público, como metrô e ônibus, para chegar ao Aterro do Flamengo. “Aproveito para pedir a cada carioca e a cada turista que cuide do espaço público como se fosse sua própria casa. O Parque do Flamengo é um bem tombado e merece ser tratado com cuidado e dignidade”, ressaltou o secretário municipal de Turismo, Antônio Pedro Figueira de Mello.

Outras recomendações são: levar chapéu ou boné, protetor solar, óculos escuros e usar roupas leves. Não é recomendável o uso de barracas, tendas ou guarda-sol, uma vez que eles podem dificultar a visão da competição das pessoas ao redor.



Austríaco rouba cena em último treino da Red Bull Air Race no RJ

Hannes Arch fez o melhor tempo dos treinos livres nesta sexta-feira

Foto: Red Bull Air Race Press Room/Divulgação

Fonte: Terra Esportes

Maio, 08/05/2010

Em mais um dia de céu azul e muito calor, nesta sexta-feira, no Aterro do Flamengo, o piloto austríaco Hannes Arch estabeleceu o melhor tempo dos treinos livres para a etapa brasileira do Red Bull Air Race World Championship 2010, com o novo recorde de 1min19s20 para o circuito montado sobre a Baía de Guanabara.

Extraindo o máximo de potência de sua aeronave, Arch superou por apenas quatro centésimos a marca do atual campeão mundial Paul Bonhomme (1min19s24), dono da melhor posição do primeiro dia de treinos livres, na véspera. A terceira posição ficou com o britânico Nigel Lamb (1min20s74), autor da velocidade recorde do dia: 370 km/h de pico durante os treinos da manhã.

"Estou feliz com o resultado de hoje, dia que foi encarado como se fosse o da corrida. Estivemos lentos ontem (quinta), mas hoje pude dar o meu melhor e mostrar até onde podemos chegar. Estou muito satisfeito", disse Arch. Atualmente em terceiro lugar no Mundial de Corrida Aérea, com 14 pontos, Arch precisa de um bom resultado no Rio de Janeiro para diminuir a diferença para o líder Bonhomme, 22 pontos.

Vencedor da primeira corrida realizada no Rio de Janeiro, em 2007, Paul Bonhomme ficou satisfeito com o resultado dos treinos, demonstrando que ainda pretende surpreender na classificatória, que pode render um ponto extra ao vencedor antes mesmo da corrida de domingo. "Será divertido tentar recuperar os quatro centésimos de diferença para o Hannes. Já sei exatamente onde ele obteve essa vantagem e onde eu posso evoluir", afirmou.

A prova classificatória terá inicio às 12h deste sábado, quando os 14 pilotos terão duas chances para estabelecer os seus melhores tempos. O primeiro colocado garante bônus de um ponto na temporada e os dez melhores classificam-se automaticamente para as finais da etapa do Rio de Janeiro. Os quatro últimos disputam repescagem por duas vagas restantes no "Top 12", na manhã de domingo.


Iphan embarga realização de corrida aérea no Rio

Fonte: O Estado de S. Paulo

Via: NOTIMP

TALITA FIGUEIREDO - Agência Estado

Abril, 28/2010

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) embargou ontem a realização da etapa brasileira da Red Bull Air Race, a corrida aérea, que está marcada para acontecer nos dias 8 e 9 de maio, no Aterro do Flamengo, no Rio. 

O embargo à continuidade dos preparativos para a corrida aérea estabelece a retirada dos tapumes metálicos que já começaram a ser montados, a apresentação formal de projeto do evento ao Iphan e a assinatura de termo de responsabilidade, por parte dos organizadores, com o objetivo de manter a integridade do local.

Segundo nota oficial divulgada pelo instituto, "a medida foi necessária uma vez que os organizadores sequer comunicaram ao Iphan sobre a realização do evento, além de deixarem de tomar as medidas compatíveis com o que estabelece a legislação para aquela área".

O secretário de Turismo do município, Antonio Pedro Figueira de Mello, afirmou que será feita reunião hoje, entre a organização do evento e a superintendência do Iphan, para que os ajustes necessários sejam feitos e o evento possa ocorrer normalmente.

COISAS DO BRASIL: Não importa o que você esteja fazendo agora, com certeza esta desrespeitando alguma lei, sem que saiba disso...


BMW fará interior de jatos Embraer
Marca alemã fecha parceria para customização da cabine do jato Phenon

Fonte: Carro Online

Fotos divulgação

Abril, 20/2010

Thiago Vinholes

Com uma rica história na criação de interiores tão arrojados quanto a performance de suas máquinas, a BMW também vem expandindo sua experiência para cabines de avião. Nesta semana, a marca alemã anunciou sua parceria com a fabricante brasileira de aeronaves Embraer para customização do interior dos jatos Phenon 100 e Phenon 300.

Em imagens divulgadas, o jato executivo já decorado pela BMW possui detalhes na cabine que lembram o interior do sedã de luxo Série 5. Há superfícies cromadas e revestidas de couro, mesmo material usado nos assentos dos passageiros. A preparação da marca alemã inclui ainda aparelho de DVD com telas sensíveis ao toque pela cabine, sistema de som de alto padrão e iluminação ambiente por meio de leds.

Os clientes da Embraer que optarem pelo pacote da BMW para seu jato privado ainda tem a opção de escolher entre 7 cores para o interior da cabine, assim como diferentes colorações para os assentos e piso, que pode ser de madeira. Atualmente, a fabricante nacional de aviões tem 100 Phenon em fase de produção e outros 600 pedidos em espera.


Hannes Arch venceu 2ª etapa da Red Bull Air Race World Championship

Fonte: O Jogo “on line”

Abril, 19/2010

Clique na imagem para ampliar

Perante uma multidão de 140.000 espectadores, o austríaco Hannes Arch dominou este fim-de-semana a 2ª etapa da Red Bull Air Race World Championship, disputada em Perth. Uma prestação que lhe permitiu subir para terceiro do mundial, atrás de Bonhomme e de Nigel Lamb. Já o piloto da casa, Matt Hall, foi segundo e encheu os fãs de orgulho com o seu melhor resultado de sempre.

Renascendo das cinzas depois de um desastroso arranque do campeonato, onde não foi além do 11º lugar, o actual Vice-Campeão do Mundo da Red Bull Air Race World Championship foi sem dúvida a grande figura da segunda etapa da competição disputada este fim-de-semana sobre as águas calmas do rio Swan, em Perth. Hannes Arch, que estreou na presente época um novo e mais rápido avião, conquistou assim 12 preciosos pontos em terras australianas. “Estou muito satisfeito, lutei toda a semana por este resultado e sinto que estou de novo no bom caminho. Tudo começa com uma visão e esta era mesmo a visão que tinha em mente - a vitória!”, afirmava Arch no regresso ao solo.

Para o comandante do mundial e defensor do título, a jornada australiana terminou sem grandes sobressaltos e com um reforço da sua liderança. Ao ponto alcançado nas Qualificações, Paul Bonhomme somou mais nove com o terceiro lugar em Perh. Ainda assim, o britânico que se mantém no pódio há nove corridas consecutivas (desde 2008) expressava no final alguma desilusão; “O terceiro lugar não estava nos meus planos, talvez tenha relaxado um pouco no traçado. Agora tenho que estudar melhor a corrida e entender onde errei. Mesmo assim 3º é melhor que quarto”.

A imensa multidão presente (os 140.000 espectadores fizeram desta etapa o evento desportivo mais participado do ano, na Austrália) vibrou intensamente com a brilhante prestação do piloto da casa Matt Hall. O segundo lugar que aqui rubricou foi o melhor resultado de sempre da sua carreira, depois do terceiro obtido no ano passado sobre as águas do Douro; “Há muito que sonhava com este resultado e para mim a etapa de Perth tem naturalmente um significado especial, pois tenho muito apoio do público”.

Contrastando com a decepção dos pilotos norte-americanos, Nigel Lamb continua em alta e graças ao quarto posto alcançado em Perth conserva o segundo lugar na geral da Red Bull Air Race. Ao canadiano Pete McLeod também não faltaram motivos para fazer a festa em Perth, já que o quinto lugar com que terminou foi o seu melhor resultado de sempre.

Depois da Austrália, a Red Bull Air Race viaja até ao Rio de Janeiro, no próximo mês de Maio, dias 8 e 9, você não perde por esperar.


Cinzas vulcânicas voltam a cancelar milhares de voos na Europa

Reuters/Brasil Online
Fonte: O GLOBO
Por Michael Holden

Abril, 16/2010


Uma nuvem de cinzas gerada pela erupção de um vulcão na Islândia suspendeu voos em aeroportos no Reino Unido / AFP

LONDRES (Reuters) - Uma enorme nuvem de cinzas de um vulcão islandês se espalhou ainda mais sobre a Europa nesta sexta-feira, causando um caos aéreo que não era visto desde os atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA.

Cerca de 17 mil voos devem ser cancelados nesta sexta devido aos riscos para a segurança aérea, segundo autoridades da aviação. Aeroportos da Grã-Bretanha, França, Alemanha e outros países ficarão fechados pelo menos até sábado. Os transtornos já haviam sido graves na quinta-feira.

"Eu acho que a Europa está provavelmente experimentando a maior perturbação às viagens aéreas desde o 11 de Setembro", disse um porta-voz da Autoridade de Aviação Civil britânica. "Em termos de fechamento de espaço aéreo, é pior do que o 11 de Setembro. A perturbação é pior do que qualquer coisa que já vimos."

Depois dos atentados de 2001 em Washington e Nova York, o espaço aéreo dos EUA passou três dias fechados, levando as empresas aéreas europeias a suspenderem todos os seus voos para o país.

Vulcanólogos dizem que, se a erupção na Islândia continuar, as cinzas podem causar problemas ao tráfego aéreo por até seis meses. Mesmo que o problema seja transitório, o impacto financeiro às empresas aéreas pode ser significativo.

Na sexta-feira, as ações da Lufthansa, British Airways, Air Berlin, Air France-KLM, Iberia e Ryanair registravam quedas entre 0,8 e 2,2 por cento.

O analista Douglas McNeill disse que empresas como British Airways e Lufthansa têm prejuízos em torno de 16 milhões de dólares por dia devido aos cancelamentos de voos.

PRECEDENTE PERIGOSO

A erupção no vulcão que fica sob a geleira Eyjafjallajokull, na Islândia, começou na quarta-feira, levantando uma coluna de cinzas com até 11 quilômetros de altura. Foi a segunda erupção na região em menos de um mês.

As autoridades dizem que o vulcão subterrâneo continua expelindo magma. Segundo elas, mesmo que a erupção ceda nos próximos dias, o vulcão pode continuar jogando cinza nos céus europeus.

As cinzas vulcânicas contêm pequenas partículas de vidro e pedras pulverizadas, capazes de danificar motores e fuselagens.

Em 1982, um jumbo da British Airways caiu na Indonésia depois de passar numa nuvem de cinza e perder a potência das turbinas. O incidente levou o setor a rever os procedimentos quando há cinzas vulcânicas na atmosfera.

Dos 28 mil voos diários habituais no espaço aéreo europeu, apenas 11 mil devem operar na sexta-feira, e só cerca de um terço dos voos programados para chegarem da América efetivamente pousarão, segundo a Eurocontrol (agência continental de controle da aviação).

O Departamento Meteorológico Britânico mostrou que a nuvem de cinza está se deslocando para o sul e para o oeste, sobre a Europa. A Eurocontrol anunciou que os problemas de tráfego aéreo continuarão por pelo menos mais 24 horas, e um especialista da Organização Meteorológica Mundial afirmou que seria impossível dizer quando os voos serão retomados.

ESPAÇO AÉREO FECHADO

O órgão britânico de controle aeronáutico disse que o espaço aéreo inglês ficará fechado até 0h de sábado (21h em Brasília), mas que certos voos oriundos de aeroportos da Irlanda do Norte e Escócia poderão decolar já a partir das 18h de sexta-feira (15h em Brasília).

"Quando os especialistas nos liberarem, vamos fazer a operação andar outra vez", disse Paul Haskins, diretor de segurança do Serviço Nacional do Tráfego Aéreo, à rádio BBC.

Heathrow (Londres), o aeroporto mais movimentado da Europa, com cerca de 180 mil passageiros por dia, está sem decolagens. Em Frankfurt, segundo principal aeroporto europeu, funcionários disseram que os voos seriam suspensos.

Cerca de 2.000 pessoas pernoitaram no aeroporto de Schiphol, nos arredores de Amsterdã, segundo uma porta-voz. Não há previsão de reabertura do espaço aéreo holandês.

A Eurocontrol disse que o espaço aéreo está interditado também na Bélgica, Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia, Estônia, norte da República Checa, norte da França (inclusive Paris) e em alguns aeroportos do norte da Alemanha, da Áustria e da Polônia.

As autoridades polonesas disseram que o problema pode obrigar ao adiamento do funeral do presidente Lech Kaczynski e da sua esposa, Maria, que morreram no sábado em um acidente aéreo na Rússia. O sepultamento está marcado para domingo.

Na Ásia e no Oriente Médio, várias empresas aéreas também tiveram de cancelar ou adiar voos para a Europa.

Com a nuvem sendo soprada para o sul, as autoridades da República da Irlanda disseram que a maior parte do espaço aéreo local já foi liberada.

Os transtornos aéreos acabaram sendo uma dádiva para as companhias ferroviárias. Todos os 58 trens Eurostar entre Grã-Bretanha e a Europa continental operam lotados, levando cerca de 46,5 mil passageiros. Uma porta-voz disse que a empresa cogita programar viagens adicionais.

(Reportagem das redações de Londres, Genebra, Dublin, Paris, Amsterdã, Bruxelas, Reykjavik e Berlim)

Nota do AGT: Junto com as cinzas os vulcões expelem partículas de silício, areia, até grandes altitudes e que são aspiradas pelas turbinas e podem causar grandes estragos nesses motores. Desde os desgastes nas partes frias através do atrito, emperramento dos rolamentos ate a solidificação nas partes quentes. O silício é a matéria prima na confecção do vidro e ao chegar às partes quentes derretem formando uma goma que solidificada podem causar a parada total do motor.


Queda de avião no Red Bull Air Race

É a primeira vez na história da competição que um piloto sofre um acidente. A última prova do calendário de 2010 está prevista para os dias 4 e 5 de Setembro, no Porto

Fonte: Visão
Fotos: zimbio.com
Abril, 15/2010

O piloto brasileiro Adilson Kindlemann sofreu um acidente na Austrália, onde se disputa este fim-de-semana a segunda corrida da temporada.

Kindlemann sofreu ferimentos leves, mas encontra-se hospitalizado em observação e deverá ter alta apenas amanhã. O objetivo do piloto é agora recuperar para a terceira corrida, que será disputada nos dias 8 e 9 de maio no Rio de Janeiro.

Adilson Kindlemann nasceu em São Paulo, possui anos de experiência na aviação comercial, e é o primeiro brasileiro a participar do Mundial de Corrida Aérea. Estam é uma competição que consiste em percorrer um circuito aéreo composto de obstáculos (cones insufláveis) com um avião monomotor. Ganha quem realizar o percurso em menos tempo, sem cometer faltas. 

Enquanto manobrava o seu avião de competição MXS-R na aproximação ao terceiro pórtico insuflável, situado no meio da corrida, Kindlemann não conseguiu evitar um impacto com a água, atingindo primeiro esta superfície com a asa e cauda. As equipas especiais de emergência actuaram prontamente e realizaram o salvamento de Kindlemann numa altura em que o avião ainda flutuava na água. Esta operação bem sucedida foi empreendida em menos de um minuto. O piloto foi de seguida transportado para o Royal Perth Hospital.

A expectativa para corrida de Perth é enorme, depois do britânico Paul Bonhomme ter começado da melhor forma a luta pela revalidação do título conquistado no ano passado em Barcelona.


Acordo com um olho nos caças
e outro no caçador (complemento nosso)

Fonte: Correio Braziliense
Via: NOTIMP
Abril, 13/2010

Por Isabel Fleck

O Ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o secretário norte-americano da pasta, Robert Gates, assinam reatamento da cooperação militar. Texto facilita transferência de tecnologia e pode ajudar a Boeing na concorrência da FAB 

Na gravura acima uma concepção artística do nosso Embraer Super Tucano que, a USAF - Força Aérea Americana, sonha em ter.

O acordo que o ministro da Defesa brasileiro, Nelson Jobim, e o secretário de Defesa norte-americano, Robert Gates, assinaram ontem em Washington, à margem do Encontro de Segurança Nuclear, prepara o terreno para o cumprimento dos itens mais sensíveis da oferta feita pela Boeing na concorrência F-X2, da Força Aérea Brasileira (FAB). O texto marca a retomada de uma cooperação interrompida nos anos 1970, quando o Brasil suspendeu uma cooperação em vigor havia 25 anos. As negociações se desenrolavam desde o início do governo Lula, mas foram concluídas de maneira providencial antes do anúncio da decisão sobre a compra dos caças para a FAB. Jobim, no entanto, fez questão de já incluir os interesses brasileiros na ocasião. Segundo ele, o acordo abre caminho para a possível venda de 200 aviões SuperTucano, da Embraer, para a Marinha americana.

Segundo o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, a assinatura do texto é um passo elementar e fundamental em uma negociação de venda de caças, mas esse não é o seu propósito principal. O acordo de cooperação tem um impacto muito maior do que só o intercâmbio militar ou a venda de um sistema de armas, afirmou, em entrevista coletiva. Com o documento, fica permitida a negociação, por exemplo, da transferência de tecnologias sensíveis do avião um ponto sobre o qual Jobim nunca escondeu ter dúvidas, em relação à proposta americana. Entretanto, ao ser questionado se Washington espera que o documento dê mais chances à Boeing, Shannon desconversou: Facilita no sentido de que é necessário, mas a decisão do Brasil é soberana e, obviamente, não depende do acordo de cooperação.

Jobim tentou desvincular a possível compra dos SuperTucanos da escolha a ser anunciada em breve pelo presidente ambos já manifestaram preferência pelo caça francês Rafale. Evidentemente, existe pressão para que o governo brasileiro compre também aviões americanos, mas estamos avançando um entendimento para separar os dois temas, a fim de que a negociação seja feita com calma, afirmou. Quem disputa com o avião da Embraer a preferência da Marinha dos Estados Unidos são dois modelos americanos, um deles fabricado pela Boeing.

Shannon assegurou que o acordo guarda-chuva não inclui a construção e nem a utilização de bases por militares americanos em solo brasileiro. O propósito é promover a cooperação, e não abrir um espaço para bases militares. Nós não temos interesse nisso, e, obviamente, o Brasil muito menos, afirmou. O embaixador ainda assegurou que os EUA não estão acertando a construção conjunta de uma base multifuncional no Rio de Janeiro. A ideia é compartilhar conosco o interesse de diferentes áreas do governo brasileiro, em especial a Polícia Federal, afirmou, destacando que o Brasil deseja construir um centro de inteligência que integre informações sobre tráfico de pessoas e armas, nos moldes do que os americanos mantêm em Key West, na Flórida.

Mais cooperação

Lula se encontrou, ontem, separadamente, com os premiês da Itália, Silvio Berlusconi, do Japão, Yukio Hatoyama, e da Turquia, Recep Erdogan. Na residência do embaixador brasileiro, Lula e Berlusconi assinaram um acordo de cooperação em temas econômicos, ambientais e militares. O plano estabelece um diálogo de alto nível em assuntos como o combate à pobreza, a mudança climática, o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável. Lula e Berlusconi também falaram sobre o caso do italiano Cesare Battisti, atualmente detido na prisão da Papuda, em Brasília. De acordo com a agência Ansa, Lula teria dito a Berlusconi que iria esperar as motivações do Supremo Tribunal Federal (STF), que deve apresentar a declaração formal da sentença. O premiê, por sua vez, disse apoiar e confiar nas autoridades brasileiras. Com Hatoyama, o encontro foi sobre temas multilaterais, como a política de ambos os países diante do Conselho de Segurança da ONU.

Evidentemente existe pressão para que o governo brasileiro compre também aviões americanos, mas estamos avançando um entendimento para separar os dois temas.

O que prevê o texto

Cooperação bilateral em questões relacionadas à Defesa, incluindo a aquisição de produtos e serviços. Terá enfoque nos campos da pesquisa e desenvolvimento, além de suporte logístico e segurança de tecnologia

Facilitar iniciativas comerciais relacionadas à Defesa

Troca de experiências em tecnologia de Defesa

Intercâmbio de informações e experiências sobre operações e o uso de equipamento militar (nacional e estrangeiro) e sobre operações internacionais de manutenção da paz

Compromisso com o treinamento e o ensino militar combinados e em exercícios militares conjuntos, assim como a troca de informações relacionadas a esses temas

Garantias 
As partes se comprometem a respeitar os princípios e propósitos relevantes da Carta das Nações Unidas e da Carta da Organização dos Estados Americanos, que incluem a igualdade e soberania dos Estados, a integridade e a inviolabilidade territorial e a não intervenção nos assuntos internos de outros Estados.



Céu nublado para aviação

Fonte: Estado de Minas

Via: NOTIMP

Abril, 13/2010

Cada vez mais brasileiros estão viajando de avião. Em fevereiro, foram vendidas mais de 1,3 milhão de passagens, elevando para 2, 4 milhões o número de assentos comercializados no bimestre. Representou um aumento de 6,6% em comparação com as vendas de janeiro/fevereiro de 2009, o que anima o setor a prever crescimento acima de 10% até o fim do ano. Engana-se quem pensa que isso se deve apenas aos fatores clássicos: as dimensões do país, a variedade de destinos turísticos e a retomada do crescimento da atividade econômica dentro e fora dos tradicionais polos da Região Centro-Sul. Tudo isso está valendo. Mas é o fator preço que está por trás do espantoso crescimento do movimento de usuários da aviação comercial no mercado interno brasileiro. No ano passado, o preço médio do bilhete ficou em R$ 321,28. Ou seja, já tinha caído 28% em relação a 2008. Levantamento divulgado semana passada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostra que os preços continuaram caindo em pleno verão, na maioria das 67 rotas comparadas.

O preço médio baixou de R$ 304,96, em janeiro, para R$ 253,71 em fevereiro, uma queda de impressionantes 16,8% em apenas um mês. É o menor valor médio de tarifas desde janeiro de 2002. É provável que reduções do preço médio dos bilhetes não repitam percentual tão alto. Mas em uma comparação com o que os passageiros pagavam em 2002, R$ 421, 53, é indiscutível o quanto tem pesado o efeito concorrência no mercado, mesmo sendo ele ainda amplamente dominado por apenas duas companhias a aéreas. Não é preciso ser especialista para perceber que a entrada de concorrentes menores, estimuladas pela Anac, somada à efetiva cobrança de algumas regras mínimas de atendimento aos usuários acabou acirrando a disputa entre as operadoras, pois assim como Gol e TAM não querem perder espaço duramente conquistado ao longo de anos, as pequenas não medem esforços para lhes roubar a clientela. É uma realidade muito distante da que o país viveu por décadas, até chegar ao apagão aéreo do verão de 2007, que transformou os aeroportos em dormitórios de passageiros de voos frustrados.

Mas os usuários da aviação devem ficar atentos ao que ocorre nos escaninhos do poder em Brasília. A profissionalização da Anac, forçada pelo fracasso da direção formada por indicados políticos, corre perigo. No momento, a agência vive situação que pode comprometer tudo que foi conquistado em favor do passageiro. A Anac é comandado pela presidente Solange Vieira e quatro diretores. Três se afastaram há algumas semanas e ainda não foram substituídos. Estão acéfalas as estratégicas áreas de regulação econômica, operações e infraestrutura aeroportuária e prejudicadas as decisões colegiadas de diretoria. Teme-se que, na ânsia de garantir apoio à candidatura oficial ou de facilitar a composição de palanques estaduais, o Planalto acabe quebrando a blindagem técnica e profissional que deu à Anac autonomia para começar a cumprir o papel que lhe cabe de se posicionar entre o poder público e as concessionárias, em favor da qualidade do serviço prestado.


Preço do combustível de avião
atinge novo máximo desde Janeiro de 2009

Fonte: Press tur
Abril, 11/2010

O combustível de avião atingiu um novo preço máximo na semana terminada a 02 de Abril, na qual, segundo o Índice IATA do Jet Fuel, o preço da tonelada atingiu 740,3 dólares e ficou 53,7% mais caro do que há um ano.

Segundo o Índice, que é uma iniciativa conjunta da IATA e dos Platts, numa semana o preço do jet fuel subiu 5,4% e num mês a subida é de 6,1%.

De acordo com os dados publicados pelo Índice, este ano o preço da tonelada de jet fuel tinha recuado até aos 631,9 dólares, na semana terminada a 5 de Fevereiro, mas as recentes subidas do preço do petróleo nos mercados de futuros levaram a uma progressiva subida, para a ordem dos 700 dólares, onde se manteve durante o mês de Março (702,5 dólares na semana terminada a 26 de Março).

Embora longe dos 1.424,5 dólares que atingiu em 4 de Julho de 2008, no auge da escalada dos preços do petróleo, o preço indicado pelo Índice para a semana terminada em 2 de Abril é o mais alto desde Outubro de 2008.

Em 2009, o preço máximo indicado pelo Índice foi 687,7 dólares a tonelada, na semana terminada a 23 de Outubro, e este ano o valor máximo anterior era de 722,4 dólares, na semana terminada a 8 de Janeiro.

Desde então, o preço tinha baixado, até aos 631,9 dólares por tonelada na semana terminada a 5 de Fevereiro, que se mantém como o mínimo deste ano. A subida do preço está em linha com a progressiva subida do preço do petróleo nos mercados de futuros e leva a que, segundo os cálculos da IATA, para as companhias aéreas o preço médio do fuel de avião esteja este ano nos 86,9 dólares por barril, mais 51,4% do que era indicado para o período homólogo de 2009.

Os dados publicados pela IATA mostram que na semana terminada a 2 de Abril, as companhias do continente americano foram as que tiveram a maior subida do preço do combustível face à semana anterior (+6,7% tanto na América do Norte como na América Central e do Sul, respectivamente para 753,2 dólares por tonelada e 764,5 dólares), seguindo-se as europeias (+5,4%, para 741 dólares por tonelada).

Na região Médio Oriente e África a subida foi de 4,2% (para 712,4 dólares) e na Ásia e Oceânia a subida foi de 3% (para 720,8 dólares).

Em relação à semana homóloga de 2009, o Índice indica subidas de 55,6% na Ásia e Oceânia, 54,8% na América do Norte, 54,1% no Médio Oriente e África, 51,5% na América Central e do Sul e 51,1% na Europa.


Air France–KLM perde três milhões de passageiros
no exercício 2009/2010

Fonte: Press tur
Abril, 11/2010

O grupo Air France – KLM, um dos líderes da aviação européia com quase 74,8 milhões de passageiros no exercício 2007/2008, terminou o exercício 2009/2010, que se concluiu a 31 de Março, com 71,394 milhões, menos cerca de três milhões que há um ano e menos cerca de 3,4 milhões que há dois anos.

Apesar desta queda (-4,1% face a 2008/2009 e –4,5% em relação a 2007/2008), o grupo, por via de reduções de capacidade (-4,3% em relação a 2008/2009 e 2,1% face a 2007/2008), subiu a taxa de ocupação em 1,0 ponto em relação a 2008/2009, para 80,7%, apenas 0,1 pontos abaixo de 2007/2008.

Os dados publicados nos balanços de tráfego mensais do grupo indicam que as companhias aéreas do grupo colocaram no ano passado menos 4,3% de capacidade (medida em ASK = lugares x quilômetros) que no exercício anterior e menos 2,1% que em 2007/2008
A informação mostra que apesar da tendência de queda do tráfego que foi generalizada na aviação comercial pelo impacto da crise econômica e financeira que se instalou a partir de finais do Verão de 2008, as linhas de África e Médio Oriente foram uma exceção para o grupo Air France – KLM, tendo crescimentos do número de passageiros, do tráfego (em RPK = passageiros x quilômetros) e capacidade.

Em 2009/2010 as duas companhias do grupo transportaram 5,484 milhões de passageiros nas rotas de África e Médio Oriente (7,6% do total, depois de 7,5% em 2008/2009 e em 2007/2008), mais 22 mil ou mais 0,4% que em 2008/2009 e mais 166 mil ou mais 3,1% que em 2007/2008.

O tráfego nestas rotas cresceu 2,3% em 2008/2009 e em 2009/2010 voltou a crescer 0,3%, ainda assim menos que a capacidade, que tinha aumentado 1,7% em 2008/2009 e voltou a aumentar 1% em 2009/2010, o que levou a que nas taxas de ocupação depois do ganho de 0,4 pontos em 2008/2009 tenha havido um decréscimo em 2009/2010 de 0,5 pontos, para 78,6%.
No pólo oposto estiveram às rotas intra-europeias, domésticas e internacionais, que são as que têm mais peso em número de passageiros, tendo representado 67,9% do total em 2009/2010, depois de 68,6% em 2008/2009 e 69,1% em 2007/2008.

O grupo somou em 48,492 milhões de passageiros nas rotas intra-europeias no exercício terminado a 31 de Março último, menos cerca de 2,55 milhões ou menos 5% que no exercício anterior e menos cerca de 3,2 milhões ou menos 6,2% que há dois anos (pré-crise).
Em RPK, o grupo ficou nas rotas intra-europeias 4,5% abaixo de 2008/2009 e 5,5% abaixo de 2007/2008, face a reduções de capacidade em 5,5% e 4,7%, respectivamente, pelo que em 2009/2010 recuperou parte da queda de ocupação que tivera em 2008/2009 (-1,2 pontos, para 69,4%), ao subir 0,7 pontos, para 70%.

As rotas das Américas, que são as que têm mais peso em RPK (33,3% do total em 2009/2010, 33,5% em 2008/2009 e 31,4% em 2007/2008) e ASK (31,2% em 2009/2010, 31,8% em 2008/2009 e 31,4% em 2007/2008), foram as que tiveram a segunda queda mais forte em número de passageiros, ao ficarem no exercício terminado a 31 de Março em 9,018 milhões (12,6% do total), menos 3,6% ou menos 333 mil que no exercício anterior e menos 1,4% ou menos 127 mil que em 2007/2008.

Nestas rotas, o grupo colocou no último exercício menos 6,3% de capacidade que no anterior e ficou 2,6% abaixo de 2007/2008, enquanto o tráfego teve quedas de 3,7% e 1,2%, respectivamente, pelo que a taxa de ocupação, que caíra um ponto em 2008/2009, em 2009/2010 ganhou 2,3 pontos, para 86%.

Nas rotas da Ásia, que em RPK são as segundas mais importantes para o grupo (22,8% do total em 2009/2010, 23% em 2008/2009 e em 2007/2008), o número de passageiros transportados no exercício terminado a 31 de Março último foi 5,397 milhões, menos 3,2% ou menos cerca de 177 mil que no anterior e menos 3% ou menos cerca de 168 que em 2007/2008.
Em RPK, no ano passado o tráfego ficou no último exercício 4% abaixo do anterior (-3,4% que em 2007/2008), face a uma redução de capacidade em 4,7% (-2% que em 2007/2008), pelo que, como na rede das Américas, na taxa de ocupação houve uma recuperação da queda em 2008/2009 (-1,9 pontos, para 84,5%), com uma subida homóloga de 0,7 pontos, para 85,2%.
Nas rotas das Caraíbas e Oceano Índico, que são as que têm menos peso na operação do grupo Air France – KLM, em 2009/2010 foram transportados 3,005 milhões de passageiros, menos 0,4% ou menos 12 mil que no anterior e –2% ou menos 60 mil que em 2007/2008.

A redução de capacidade nestas rotas (-2,1% que em 2008/2009 e –1,3% que em 2007/2008) permitiu, no entanto, em termos de taxas de ocupação, absorver parte as quedas de tráfego (-1,6% que em 2008/2009 e -3,8% que em 2007/2008).

A taxa de ocupação, que tinha caído 2,5 pontos em 2008/2009, no exercício terminado a 31 de Março recuperou 0,4 pontos, para 80,6%.


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Oferta de voos para fora do Brasil aumenta 63% desde 2003, diz Anac

Fonte: Valor Econômico

Via: NOTIMP

Abril, 13/2010

Por Tarso Veloso, de Brasília

As companhias nacionais de aviação operam menos da metade das decolagens para o exterior, segundo levantamento divulgado ontem pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), mas vêm elevando sua presença nessas rotas. Do total de movimentos ao exterior, 591 são realizados por empresas internacionais e 329 por companhias nacionais. Atualmente são realizadas 920 decolagens por semana para 30 destinos internacionais. Em 2003, eram 563 - um aumento de 63,4%.

O número não inclui voos que transportam somente carga e nem possibilidades de conexão para outros destinos internacionais.

A TAM é a aérea nacional com maior participação nos voos para outros países, com 203 decolagens semanais. A Gol/Varig realiza 122 e a Meta 4. Em 2003 as companhias nacionais realizavam 229 movimentos. O número em 2010 é 43,7% maior. Os voos operados por empresas estrangeiras passaram de 334 para 591. O aumento foi de 76,9%. O número de empresas estrangeiras também cresceu de 31 companhias em operação para 42.

Os destinos de empresas nacionais com maior número de voos a partir do Brasil são Argentina, com 210 decolagens semanais, Estados Unidos (194), Uruguai (67) e Portugal, com 58.

Existem duas explicações principais para o aumento do número de voos. A primeira é a queda do dólar. Em abril de 2003, a moeda estava cotada a R$ 3,31. Hoje o valor é praticamente metade, R$ 1,75. O segundo motivo é o fim dos preços tabelados. Anteriormente, com preços tabelados, as companhias não podiam praticar promoções abaixo de valores determinados, mesmo na baixa temporada.

Segundo uma resolução da Anac, editada no ano passado, os descontos sobre a tabela de referência foram iniciados em abril de 2009, com 20%. A redução passou a 50% em julho e 80% em outubro. No dia 23 deste mês os descontos estarão totalmente liberados. Os voos para a América do Sul já são livres desde setembro de 2008. Nos domésticos, a liberdade tarifária foi autorizada em 2005.

Com o fim das restrições de desconto, as companhias poderão lançar mais promoções, beneficiando o consumidor.


Trip anuncia voo direto Porto Alegre/Belo Horizonte com destino final em São Luís

Fonte: Press tur
Abril, 11/2010

A Trip Linhas Aéreas anunciou em (08/04) o lançamento de nova rota regular que fará a primeira ligação direta entre Porto Alegre e Belo Horizonte, com destino final na capital maranhense com escalas em Carajás e Belém, no Pará. O anúncio foi feito durante reunião da Associação Nacional dos Secretários e Dirigentes de Turismo das Capitais e Destinos Indutores (Anseditur).

 A nova rota, que passará a operar em maio, ligará as capitais gaúcha e mineira a São Luís, permitindo integrações entre outras capitais do Nordeste e Norte do país. Os voos serão operados por aviões Embraer 175, de 86 lugares.


























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