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O CONGRESSO NACIONAL DA AVIAÇÃO AGRÍCOLA

FONTE: Sindag
Via: Aviação Ponto Com
Abril, 11/2010

O maior evento da aviação agrícola se aproxima. E com ele a certeza de mais um grande encontro do setor que, este ano, será em Ribeirão Preto. O Congresso Sindag é um momento único de aquisição de conhecimentos e troca de experiências. A oportunidade para integração dos nossos associados e de todos aqueles que têm interesse de buscar o crescimento e maior visibilidade da aviação agrícola.

A edição de 2010 traz novidades. Uma delas é o 1º Workshop de Gestão Aeroagrícola, idealizado para atender às solicitações dos nossos associados, que buscam não só o aperfeiçoamento técnico, como a qualificação administrativa de suas empresas. O curso é destinado a empresários, pilotos e técnicos e será realizado nos dias que antecedem o Congresso Sindag. A qualificação do setor aeroagrícola é uma preocupação constante do sindicato, pois acreditamos que é fator essencial para alcançarmos nossos objetivos.

Passada a crise econômica, o Brasil teve um reaquecimento da agricultura. Fator que propicia um crescimento anual das aplicações aéreas e um incremento em torno de 5% no número de aeronaves. Mas para que isso ocorra, temos que estar preparados. O Sindag está atento às novas tecnologias e incentiva seus associados a buscarem atualização constante. Afinal, não há dúvidas de que a aplicação aérea, desde que realizada por empresas e profissionais especializados, gera maior produtividade às mais diversas culturas.

O Sindicato luta também para que a aviação agrícola seja reconhecida como meio mais barato e eficaz de combate a vetores como, por exemplo, o mosquito da dengue. Buscamos ainda a utilização dos aviões, em larga escala, no controle de incêndios.

Por estas e outras razões esperamos você em Ribeirão Preto, entre os dias 21 e 24 de junho!”

Comandante Júlio Kämpf

Presidente do Sindag - Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola


Líderes mundiais lamentam morte de presidente polonês

Além de governos de diversos países, Papa Bento XVI, ONU e OTAN expressam suas condolências

Fonte: EQUIPE AE - Agência Estado
Abril, 10/2010

Líderes mundiais enviaram condolências à população polonesa pela morte do presidente do país, Lech Kaczynski, em um acidente no oeste da Rússia, quando o avião em que viajava caiu com sua comitiva. Eles iriam participar das cerimônias em memória dos 70 anos do massacre de 22 mil poloneses em Katyn por agentes soviéticos. O presidente russo, Dmitry Medvedev, enviou condolências e prometeu trabalhar com a Polônia na investigação do acidente, que matou um total de 97 pessoas, segundo informações recentes do ministro de Situações de Emergência, Sergei Shoigu.

Rússia

"A Rússia partilha do pesar e luto na Polônia", disse Medvedev, declarando também luto na segunda-feira na Rússia. "Por favor, aceitem minhas mais sinceras condolências ao povo polonês, palavras de compaixão e apoio aos familiares e amigos do que pereceram". Medvedev deve fazer um comunicado ao povo polonês pela TV em duas horas, segundo a porta-voz do Kremlin, Natalya Timakova.

O porta-voz do Departamento do Estado dos Estados Unidos, Philip Crowley, disse em nota que "esta é uma horrível tragédia para a Polônia". "Estendemos ao povo da Polônia nossas mais profundas condolências", diz a nota.

As relações polonesas com a Rússia vêm melhorando após ficarem contaminadas por décadas pelo massacre de Katyn. A Rússia nunca pediu formalmente desculpas à Polônia, mas a decisão do presidente russo, Vladimir Putin, de comparecer à cerimônia no início desta semana foi considerada um gesto de reconciliação. A Polônia, uma nação de 38 milhões de pessoas, é a maior entre os dez países anteriormente comunistas que entraram na União Europeia nos últimos anos. Desde a queda do comunismo, o país tornou-se um forte aliado dos Estados Unidos.

Reino Unido

O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, interrompeu sua campanha na Escócia para prestar homenagem ao presidente polonês morto. "Acredito que todo o mundo está triste e em luto com a morte trágica em um acidente aéreo do presidente Kaczynski e sua esposa Maria e de todos que os acompanhavam", disse. "Sabemos das dificuldades que a Polônia passou e os sacrifícios que ele fez como participante do movimento Solidariedade". "Sabemos da contribuição prestada para a independência e liberdade da Polônia", acrescentou.

O líder do Partido Conservador do Reino Unido, David Cameron, de oposição a Brown, também expressou suas condolências dizendo ser "um dia negro para a Polônia". "Conheci o presidente Kaczynski pessoalmente. Ele era um cidadão polonês muito corajoso, que lutou pela liberdade. Ele sofreu durante o comunismo e sempre manteve-se fiel a suas convicções. É uma grande perda. É um dia muito negro para a Polônia e devemos pensar em todos os que estão sofrendo", afirmou Cameron.

Alemanha

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, disse estar "profundamente consternada pelo acidente e morte do presidente polonês". O presidente da França, Nicolas Sarkozy, disse em nota que "Lech Kaczynski devotou sua vida para seu país. Um defensor incansável das ideias nas quais acreditava, ele sempre batalhou com convicção pelos valores que permitiram sua entrada na política: democracia, liberdade e a luta contra o totalitarismo". 

França

O presidente francês, Nicolas Sarkozy destacou o "ardente patriotismo" e toda sua trajetória dedicada "à causa da Polônia".

O chefe de Estado francês expressou sua "profunda tristeza" pelo falecimento de Kaczynski e transmitiu suas mais sinceras condolências à família do presidente polonês e a de todas as demais pessoas que perderam a vida no acidente.

Destacou o fato de que seu colega polonês "consagrou sua vida a seu país" impulsionado por "um patriotismo ardente". "Sua eleição à Presidência da República em 2005 coroou uma carreira inteira dedicada à causa da Polônia. Com sua morte, a França perde um amigo", um "defensor incansável das ideias nas quais acredita" que sempre lutou por democracia, liberdade e contra o totalitarismo, acrescenta.

Estados Unidos

Os Estados Unidos expressaram suas condolências à Polônia pela "terrível tragédia". "É uma terrível tragédia para a Polônia. Enviamos nossas sinceras condolências ao povo polonês", declarou em um comunicado oficial, Philip Crowley, porta-voz da diplomacia americana.

Vaticano

O papa Bento XVI expressou hoje sua "profunda dor" pela morte neste sábado do presidente da Polônia, Lech Kaczynski. Em um telegrama de condolências enviado ao titular do Parlamento polonês, Bronislaw Komorowski, divulgado pelo Vaticano, Bento XVI expressa suas condolências e a proximidade a todos os poloneses pela morte de seu chefe de Estado.

"É com profunda dor que recebi a notícia da trágica morte do senhor presidente Lech Kaczynski, de sua mulher e das pessoas que o acompanhavam em viagem a Katyn", comenta o papa. No texto, o Pontífice afirma que confia a todas as vítimas de "este dramático acidente" a "bondade de Deus misericordioso" para que os acolha em sua glória.

"Às famílias dos mortos e a todos os poloneses, apresento minhas sinceras condolências, minha proximidade espiritual. Neste difícil momento

imploro pelo povo polonês com uma bênção especial de Deus onipotente", conclui o papa

Nações Unidas

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, destacou a "convicção" de Kaczynski na hora de governar.

Ban, segundo um comunicado divulgado hoje por seu porta-voz em Nações Unidas, expressou sua "comoção" pelo acidente aéreo em Smolensk. "Em nome das Nações Unidas, o secretário-geral expressa suas mais profundas condolências ao povo e ao Governo da Polônia, assim como às famílias dos mortos", disse o porta-voz de Ban, Martin Nesirky.

Acrescentou que para o principal responsável das Nações Unidas, "o presidente Kaczynski serviu a seu país e a seu povo com distinção e convicção, e mereceu o respeito internacional".

Otan

O secretário-geral da Organização para o Tratado do Atlântico Norte (Otan), Anders Fogh Rasmussen, afirmou que "em nome da Otan, e em meu nome pessoalmente, expresso minhas mais profundas condolências para o povo da Polônia e para os familiares do presidente e de sua esposa e de todos os que morreram nesse terrível acidente. Esta é uma tragédia para eles e para a Polônia. Meus pensamentos estão com eles hoje". As informações são da Dow Jones e da Associated Press.

Nota do AGT: Alem do presidente da Polônia Sr. Lech Kaczynski, o acidente vitimou outras 95 pessoas, todas do alto escalão do Governo da Polônia. Uma Trágica ironia do destino, a delegação polonesa morta na tragédia aérea se dirigia à "Floresta da Morte" em Katyn, perto de Smolensk, para marcar o 70º aniversário do massacre de 22.000 oficiais poloneses pela polícia de Stalin. Na foto abaixo, da Secretaria de Impressa, órgão ligado a Presidência da República, o presidente Lula cumprimenta o então Presidente Polonês.

Secretaria de Imprensa / Foto: Ricardo Stuckert / PR

Acidente com aeronave de instrução do Aeroclube de Porto Nacional

Abril, 08/2010

Segundo o Jornal do Tocantins caiu na tarde ontem, em Porto Nacional, uma aeronave prefixo PP-GBW no Setor Imperial. O jornal não diz, mas, trata-se de uma aeronave tipo monomotor leve, modelo ‘Aero Boero’ de propriedade do Aeroclube de Porto Nacional e utilizada pelo aeroclube em treinamentos de alunos em formação para piloto privado. Abaixo a transcrição na integra da nota divulgada pelo jornal.

Acidente com avião monomotor em Porto

Palmas - Um acidente foi registrado na tarde de ontem em Porto Nacional com um avião monomotor, prefixo PP-GBW, no Setor Imperial, em Porto Nacional. O piloto, Adriano Pinheiro Amaral, de 32 anos, e o co-piloto, que não teve o nome revelado, não ficaram feridos. Bombeiros isolaram a área e monitoraram a aeronave até o momento em que foi removida pelos responsáveis, para evitar uma explosão. Durante o acidente, o avião bateu em um poste e teve uma asa quebrada.

A suspeita é que tenha ocorrido uma pane no motor da aeronave. Segundo testemunhas, o piloto afirmou que o motor apagou e ele tentou fazer um pouso forçado no meio da rua. (Isabelle Bento, com informações do Corpo de Bombeiros)


Mudança climática causa mais turbulência nos voos

Fonte: Mariana Lenharo (Jornal da Tarde) - Imagens: Veja.com / fas.org

Via: Desastres aéreos News
Abril, 05/2010

Fenômeno é intensificado pelo desequilíbrio entre a temperatura na superfície e nas camadas mais elevadas da atmosfera e favorece a formação de correntes de jatos por causa dos contrastes do clima entre polos e trópicos

A sensação vai desde um leve friozinho no estômago até o mais terrível desespero diante da iminência de uma queda. Os passageiros não passam ilesos por uma turbulência em voo mas, por culpa do aquecimento global, devem começar a se acostumar com a frequência cada vez maior com que elas vêm acontecendo, como a que deixou 20 feridos no dia 25 de maio de 2009 em um voo da TAM procedente de Miami meia hora antes de pousar em Guarulhos (clique sobre a imagem acima para ampliá-la).

A conclusão é de especialistas das áreas de meteorologia, aviação civil e engenharia aeronáutica. “O aquecimento global dá origem a um número maior de fenômenos atmosféricos extremos, dentre eles os que são responsáveis pela turbulência aeronáutica”, diz o professor Rubens Villela, meteorologista do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP).

Ele é o autor de um artigo publicado no ano passado pela revista Aero Magazine em que questiona qual tem sido a causa da recorrência do aumento de turbulências. “Seria mais um sinal da comprovada mudança climática global?” Villela cita sete ocorrências de repercussão mundial só em 2009, sem contar o acidente do voo 447, da Air France, que matou 228 pessoas.

Desde que o homem começou a voar, as turbulências já se apresentavam como obstáculos. Elas ocorrem por causa das mudanças de velocidade e direção do ar. A movimentação é semelhante à agitação da superfície do mar, mas não se pode vê-la.

Existem duas principais causas para a turbulência em voo: a passagem das aeronaves por rotas próximas de cúmulos-nimbos, que são enormes nuvens de tempestade, ou o encontro de uma corrente de jato (ou jet stream - imagem acima), fluxos de ar fortes e estreitos.

Nos dois casos, o aquecimento global - que é o aumento da temperatura média do ar perto da superfície terrestre - atua como potencializador. Ele provoca um desequilíbrio maior entre a temperatura na superfície e nas camadas mais elevadas da atmosfera, estimulando a formação de cúmulos-nimbos, além de aumentar o contraste entre a temperatura dos polos e dos trópicos, intensificando as correntes de ar.

Apesar de ser um assunto recorrente entre pilotos e especialistas da área, ainda não existem estudos que comprovem esse fenômeno. “Ainda é difícil determinar com que intensidade e em que lugares isso ocorre”, afirma o engenheiro aeronáutico James Waterhouse, professor da USP de São Carlos. “Trata-se de uma conclusão qualitativa e não quantitativa.” O meteorologista da Climatempo Marcelo Pinheiro concorda e reforça que ainda é preciso mais estudos sobre a influência do clima no aumento das turbulências. “Não dá para confirmar a teoria porque precisa-se pesquisar o assunto.”

Para o piloto George William Sucupira, presidente da Associação de Pilotos e Proprietários de Aeronaves (Appa), não há dúvida de que o clima está mudando e, com ele, as instabilidades nos voos aumentando. “Turbulências sempre ocorreram, porém isso está se tornando mais frequente. Antes, os casos eram mais isolados.”

Mudanças

O que muda para as companhias aéreas e para quem viaja de avião? “As providências envolvem a mudança na logística do transporte aéreo”, afirma o piloto Marcus Reis, coordenador dos cursos de Ciências Aeronáuticas e Gestão da Aviação da Universidade Estácio de Sá, no Rio.

Para ele, a medida mais urgente a ser adotada é manter os passageiros com os cintos atados durante todo o voo. Reis afirma que os próprios pilotos já estão percebendo em quais zonas passaram a enfrentar mais turbulências e pedindo a mudança de rotas. Mas a operação que envolve custos, porque pode aumentar o tempo de voo e o consumo de combustível.

O fenômeno não é reconhecido pelos órgãos oficiais. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o Centro de Investigação de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e a Força Aérea Brasileira (FAB) preferiram não se manifestar.


São Paulo recebe Feira Nacional de Aviação civil

Fonte: Mercado & Eventos
Via: Desastres aéreos News

Abrli, 05/2010

A terceira edição da Feira Nacional de Aviação Civil será realizada entre os dias 28 e 30 de maio em São Paulo, ao lado do Aeroporto de Congonhas. O evento, que deve receber mais de 50 mil pessoas, terá exposição de aviões e helicópteros, além de oficinas e outras atividades.

No primeiro dia, o acesso à feira será restrito aos alunos de escolas públicas. Nos outros dois dias, será aberto ao público. A entrada é gratuita, mas os visitantes podem doar um quilo de alimento não-perecível. O evento é organizado pela Sator e conta com o apoio da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). A feira já passou por Brasília, em 2008, e pelo Rio de Janeiro, em 2009.


Avião da Esquadrilha da Fumaça cai durante apresentação e piloto morre

Fonte: Folha
Via:
GeoPolítica Brasil
Abril, 02/2010

É com pesar que publicamos a notícia abaixo, em nome do Grupo Union deixamos nossos pesares ao Esquadrão de Demonstrações Aéreas da FAB – Força Aérea Brasileira, e conhecido mundialmente como Esquadrilha da Fumaça, extensivo aos familiares do piloto vitimado.  A todos eles nossas sinceras condolências.

Um avião da Esquadrilha da Fumaça caiu na tarde desta sexta-feira durante uma apresentação no aeroporto federal de Lages, em Santa Catarina, informou o Corpo de Bombeiros da cidade. O piloto, único a bordo na aeronave, morreu na hora.

O acidente ocorreu por volta das 17h15, quando o piloto tentou fazer uma manobra, mas acabou caindo a 100 metros da pista do aeroporto.

O piloto, que comandava uma aeronave modelo Tucano T-27, fazia uma apresentação em comemoração dos 68 anos do aeroclube de Lages. Segundo o Corpo de Bombeiros, cerca de 20 mil pessoas assistiam ao evento.

O local do acidente foi isolado pelo Exército e pela Esquadrilha da Fumaça. As causas do acidente serão investigadas pela Força Aérea. 

No acidente faleceu o fumaça 7, Capitão Anderson Amaro Fernandes.

Nota do Blog GeoPolítica Brasil: É muito triste dar a notícia da morte de um de nossos pilotos e um de nossos amigos, estou tentando contato para saber qual de nossos amigos sofreu tal fatalidade, o GeoPolítica Brasil esta de luto, e aguardamos a notícia sobre qual dos membros da nossa Esquadrilha da Fumaça esta deixando-nos para voar agora mais alto, agora junto aos grandes heróis de nossas asas.



O Otimismo em alta na aviação doméstica
Abril, 01/2010

As duas matérias que publicamos abaixo dão uma radiografia do otimismo das empresas envolvidas no transporte aéreo regular dentro do país. Na primeira a ANAC – Agencia Nacional de Aviação Civil aponta um crescimento de quase 5% em fevereiro de 2010 em comparação ao mesmo período do ano passado. Na segunda a Azul Linhas Aéreas após amargar um período de estabilidade enxerga um futuro de crescimento fervoroso de 20% no transporte aéreo doméstico. Seu principal executivo, Pedro Janot, vê esses parâmetros apoiados no crescimento do PIB - Produto Interno Bruto.

Apesar desse otimismo todo, a aviação brasileira a nosso ver, poderia estar galgando espaços bem maiores se não fosse os entraves já bem conhecidos, como: a falta de investimentos do setor público na infra-estrutura aeroportuária, a desburocratização das concessões e inúmeros outros gargalos que obrigam as empresas a funcionarem com “marca passos”.

Enquanto assistimos uma disputa acirrada por “janelas” em Congonhas – SP, considerado pelas empresas aéreas como sendo o mais lucrativo dos aeroportos brasileiro e onde todas elas gostariam de estar, temos uma vasta região do Brasil que não tem outros meios de locomoção para seus habitantes a não ser o transporte terrestre ou fluvial. Muitos aeroportos mal dimensionados, mal assistidos e que, quando tem uma linha regular não tem competitividade permitindo assim a cobrança de preços exorbitantes nos bilhetes de passagem inibindo o acesso da maioria das pessoas a esses serviços.

Apesar de todos os obstáculos a aviação regular regional se mantém otimista, e os brasileiros também.

Fluxo na aviação doméstica cresce 42,8% em fevereiro

As companhias aéreas brasileiras registraram crescimento de 42,89% no número de passageiros transportados no País em fevereiro, na comparação a fevereiro de 2009, segundo dados divulgados hoje pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Nos dois primeiros meses do ano, o crescimento foi de 36,46% em relação ao primeiro bimestre de 2009.

Em fevereiro, a taxa média de ocupação dos aviões nos voos domésticos ficou em 71,63%, o que representa um aumento de 10,91 pontos porcentuais ante a taxa de 60,72% registrada em fevereiro do ano passado.

A TAM respondeu em fevereiro por 42,42% do mercado, abaixo dos 49,82% de um ano antes. Sua taxa de ocupação foi de 69,08%, ante 60,86% em fevereiro de 2009.

O grupo Gol/Varig, por sua vez, registrou uma participação de 41,61% do setor, superior aos 40,20% de fevereiro de 2009. A taxa de ocupação, de 72,44% no mês passado, superou os 60,04% de um ano antes.

A Webjet aparece com 6,34% do mercado, ante 3,74% em fevereiro de 2009, e sua taxa de ocupação ficou em 79,32% (contra 61,44% de fevereiro de 2009). A Azul Linhas Aéreas vem na sequência, com 5,20% do mercado em fevereiro (ante 1,70% em igual mês de 2009) e ocupação de 85,74% em seus voos, porcentual que era de 64,30% no segundo mês de 2009. Quinta colocada, a OceanAir ficou com 1,67% de participação de mercado em fevereiro, abaixo dos 2,67% de fevereiro de 2009. Mas sua taxa de ocupação subiu de 67,40% nesta comparação 69,01% neste período.

Azul prevê expansão de até 20% da aviação doméstica
Após ano de crescimento 'zero', presidente da companhia aérea espera que Azul dobre de tamanho em 2010

Alessandra Saraiva, da Agência Estado

Abril, 01/2010

RIO - O mercado de aviação doméstico deve crescer entre 17% e 20% este ano, segundo o presidente da Azul Linhas Aéreas, Pedro Janot. O executivo fez a previsão com base nas estimativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010, que apontam um avanço de até 6% ante o ano anterior. Ele lembrou que há uma estreita ligação entre o aumento do PIB e a demanda no setor de aviação.

No ano passado, apesar da crise, o mercado teve taxa de crescimento de 17%, de acordo com o executivo. "Em 2009, foi uma coisa muito desigual; tivemos crescimento zero, por assim dizer, no primeiro semestre; e avanço de 30% no mercado de aviação no segundo semestre. Um resultado acabou equilibrando o outro", explicou.

Segundo o executivo, a Azul pretende participar ativamente deste processo de crescimento. "A minha companhia praticamente vai dobrar de tamanho este ano", afirmou. Ele lembrou que a Azul tem previsão de receber sete aeronaves encomendadas da Embraer este ano, e terminar 2010 com uma frota de 21 aviões, como previsto. "Já recebemos uma aeronave, há três semanas. Agora faltam mais seis", informou. O executivo comentou ainda que a empresa atenderá 18 localidades até maio, quando será incluída a capital de Mato Grosso, Cuiabá.

Ele lembrou ainda a recente aquisição de dois slots (horários de pouso e decolagem) no Aeroporto de Congonhas (SP) para fim de semana. "Isso é limitado, mas é muito importante, pois a Justiça brasileira entendeu que os slots são de propriedade do governo federal, gerenciados pela Anac", afirmou. A Azul deve começar a voar em Congonhas a partir de abril. Atualmente o aeroporto "hub" de operações da Azul é o de Viracopos, em Campinas (SP).

Ocupação

A Azul deve fechar março com uma ocupação em torno de 86%, segundo Janot. "É o nosso padrão, esse patamar. Tivemos ocupação de 90% em janeiro e de 86% em fevereiro", disse.

Ele destacou que, atualmente o mercado doméstico encontra-se muito aquecido para o setor de aviação. Em sua palestra durante workshop oferecido pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), hoje, o executivo comentou que nos próximos meses ocorrerão "grandes movimentos na aviação". Isso porque Janot espera um aumento na demanda de passageiros originados da classe C. "Creio que voar de avião é a última fronteira para essa classe média, e as empresas sabem disso", afirmou, não descartando uma onda de promoções e facilidades para pagamento nos próximos meses a serem oferecidas pelas companhias aéreas, na tentativa de atrair este tipo de cliente.

No mesmo evento, o executivo reiterou a proposta de fazer a oferta pública de ações da Azul em 2011. Janot afirmou ainda que a empresa está bem capitalizada, e não pensa em operações como de debêntures ou commercial papers para captar dinheiro no mercado.


UMA MARCA HISTÓRICA EM FEVEREIRO DE 2010

Embora a data de inicio do nosso site seja de 25 setembro passado, levou cerca de dois meses para ter essa ‘cara’ atual. Nesse entremeio tivemos com uma média diária de 200 visitas mês, porem com a entrada do site no Grupo Union, união de cinco sites e blogs ligados a área de geopolítica, tecnologia de ponta e aviação, e assim, chegamos a nossa primeira marca histórica com apenas cinco meses de atuação, 2.117 visitas alcançadas no mês de fevereiro de 2010, uma média superior a 75 visitas diárias, de leitores em diversos países. (vejam os relatórios do provedor)

Queremos agradecer a todos que nos fizeram atingir esse patamar. Aos leitores aeronautas - internautas e também, aos nossos parceiros que tem colaborado de todas as formas possíveis, transmitindo sem restrições matérias do interesse direto do nosso público alvo, sugestões e link’s que, acreditamos estamos mantendo atualizados nossos leitores.

Ao atingirmos essa marca aumenta também a nossa responsabilidade de ter o nosso veículo sempre atualizado, pois esperamos vocês voltando sempre com sede de informações e conhecimentos. Da nossa parte pretendemos oferecer informações prazerosas, respeitosas, recentes e confiáveis, fazendo o nosso melhor naquilo que nos propusemos.

Muito Obrigado de coração a todos vocês.

Gurupi – Tocantins, 02 de março de 2010.

Aviação Geral do Tocantins

Editor: Roberto Maranhão


Combustível de Avião adulterado

Fonte: Estadão
Via: GeoPolítica Brasil

Fev, 23/2010

Depois de "batizar" a gasolina usada por carros e motos, a máfia dos combustíveis investe agora em um novo ramo: a aviação. Interceptações telefônicas feitas com autorização da Justiça revelam que donos de distribuidoras com sede no interior de São Paulo estavam "fabricando" gasolina azul, usada por aviões de pequeno porte. Os grampos serviram de prova para que promotores do Ministério Público Estadual (MPE) conseguissem a condenação e prisão de dez pessoas acusadas de formação de quadrilha, danos ao meio ambiente e crimes contra a ordem econômica.

Os mandados de prisão foram cumpridos ontem pela Polícia Federal em Limeira, Cordeirópolis, Niterói e Rio. Dos dez acusados, quatro continuavam foragidos. Na última sexta-feira, a 3ª Vara Criminal de Limeira condenou empresários e funcionários de distribuidoras de combustíveis a penas que variam de 1 ano e 8 meses a 2 anos e 9 meses de prisão, além de multas aos réus, uma delas no valor de R$ 18,9 milhões.

Os diálogos que apontam a adulteração de gasolina azul foram gravados por policiais civis de Araraquara. Em um deles, um funcionário da Sigja Química Geral Ltda. chamado José conversa com um homem identificado como coronel Gerson. "Peguei uma amostra daquela gasolina deles. A gasolina azul, lá", diz Gerson. "Vou fazer uma amostra pra eles testar (sic)". O interlocutor chega a alertar para o perigo. "É... mas avião não pode ter erro", adverte o funcionário da Sigja. "É, não pode ter. Ele vai testar num... num... nunca testa no avião... testa num coiso, né?", responde Gerson.

A Sigja, alvo maior da investigação aberta em Araraquara, pertence a Antonio Luís de Oliveira, pai de Viviani Armbruster. Durante as interceptações, a empresária conversa com o pai sobre uma fiscalização da Receita Federal, pedindo a ele que alerte Humberto Armbruster Neto, preso ontem. As gravações telefônicas indicam ainda supostos pagamentos de propina a funcionários públicos e corrupção policial. Numa das conversas, funcionários de uma das empresas falam sobre a "venda" de uma carreta apreendida com combustível adulterado. "Eles acho (sic) que venderam o produto", diz um funcionário. "Os caras da polícia?", pergunta o outro. "É!".

Os promotores sustentam que a quadrilha abria empresas de fachada em nome de laranjas para adquirir grandes quantidades de solvente. O produto, muito mais barato que a gasolina, era levado de caminhão às distribuidoras, e ali misturado com álcool anidro. A fraude permitia aos criminosos praticar preço inferior ao de mercado - em alguns casos, R$ 0,40 a menos por litro de gasolina.

"Foram oito anos de investigação e, durante todo esse tempo, os réus se comportaram como se nada estivesse acontecendo, certos da impunidade", afirmou o promotor José Reinaldo Guimarães Carneiro, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MPE.

As investigações mostram que a quadrilha ocultava bens e valores amealhados com o esquema. Segundo o MPE, Armbruster Neto declarou uma lancha por R$ 18,8 mil. O preço de mercado, porém, varia de 400 a 500 mil (mais de R$ 1 milhão). O mesmo foi feito com um helicóptero modelo Pelicano, que teria sido vendido em 2005 por R$ 166 mil, apesar de avaliado em R$ 1 milhão. Os advogados dos presos não foram localizados.

"Isso pode derrubar a aeronave"

O coronel Ricardo Beltran Crespo, chefe do 4.º Serviço Regional de Prevenção e Investigação de Acidentes Aeronáuticos (seripa 4), classificou de "irresponsável" a adulteração de combustível de avião. "Isso pode derrubar a aeronave", advertiu. A gasolina azul é usada por aviões de pequeno porte com motores a pistão (os grande jatos utilizam querosene). O militar explica que, como esses motores trabalham com rotação mais baixa, os riscos de acidente em caso de falha são elevados.

Mais do que os motoristas de automóveis, diz Crespo, os pilotos de avião ficam totalmente reféns do distribuidor de combustível. "Quando você abastece em um posto de combustíveis, por exemplo, é possível aferir a qualidade do produto pelo tubo de ensaio que fica acoplado à bomba", compara. "No avião isso não existe. O caminhão da distribuidora encosta na pista e abastece a aeronave. A única coisa que se verifica é a presença de água no combustível, mais nada."

Outro aspecto destacado pelo militar é o desgaste das peças, acentuado pelo uso de combustível "batizado". "As peças de um avião são projetadas para durar um certo tempo e depois devem ser obrigatoriamente trocadas. Só que, com a gasolina adulterada, esse prazo acaba encurtado, sem que os pilotos consigam se precaver", afirma.

Nota AGT: Olha isso ai pilotada, será bom ficarem de olho onde estão comprando AVGAS, o barato pode sair muito caro quando fechar a conta. Os abastecedores que nos revendem o produto têm que ficar alerta para saber de onde os distribuidores estão adquirindo esse combustível. Obrigado, em nome dos pilotos ao Geo Política Brasil pelo alerta.


Primeiro satélite brasileiro completa 17 anos em operação

Assessoria de Imprensa / Inpe - 09-02-2010

Quando lançado pelo foguete norte-americano Pegasus, em 1993, a expectativa era de apenas um ano de vida útil. Contudo, o Satélite de Coleta de Dados (SCD-1)se mantém operacional e retransmitindo informações para a previsão do tempo e monitoramento das bacias hidrográficas, entre outras aplicações.

O lançamento do SCD-1 foi o início da operação do Sistema de Coleta de Dados Brasileiro, que consiste em uma rede de satélites em órbita baixa que retransmite as informações ambientais recebidas de um grande número de plataformas de coleta de dados espalhadas pelo território nacional. Atualmente, o Sistema de Coleta de Dados é composto pelos satélites SCD-1, SCD-2 (lançado em 1998), e Cbers-2B (2007), sendo que suas informações são distribuídas a diversas instituições no Brasil e no exterior.


O satélite capta e retransmite os sinais das plataformas para a estação de recepção e processamento do Inpe em Cuiabá (MT) e depois os dados são transmitidos para a unidade de Cachoeira Paulista (SP), onde ficam à disposição das empresas e instituições usuárias do sistema. Os dados coletados pelo satélite SCD-1 são utilizados em diversas aplicações, como previsão de tempo, estudos sobre correntes oceânicas, marés, química da atmosfera, planejamento agrícola, entre outras. Uma aplicação de grande relevância é o monitoramento das bacias hidrográficas, que fornecem dados fluviométricos e pluviométricos. Os dados estão disponíveis no endereço:
http://satelite.cptec.inpe.br/PCD/" target="_blank">http://satelite.cptec.inpe.br/PCD/ 


AEB divulga resultado do Programa Uniespaço

Coordenação de Comunicação Social/AEB 10-02-2010

A Agência Espacial Brasileira (AEB) divulgou, na segunda-feira, 8 de fevereiro, o resultado do terceiro Anúncio de Oportunidades (AO) do Programa Uniespaço. Dos 59 projetos inscritos, 33 foram aprovados. Estes receberão R$ três milhões nos próximos dois anos para serem desenvolvidos.

Consultores internos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e externos – pesquisadores da área aeroespacial - analisaram todos os projetos levando em consideração sua relevância, competência e capacidade de execução. Os consultores internos analisaram a pertinência do projeto apresentado ao Programa Espacial Brasileiro e os externos, o mérito técnico-cientifico dos projetos.

Os aprovados neste anúncio de oportunidades serão comunicados formalmente pela AEB. Deverão assinar um termo de compromisso e, então, receberão instruções para a utilização dos recursos.

“Veículos Espaciais” é a temática de 17 dos projetos aprovados. Sete são sobre “Controle Embarcado de Satélites Artificiais” e três sobre “Sensoriamento Remoto”. O tópico do restante é “Materiais”. As instituições que mais tiveram projetos aprovados foram o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o Instituto de Estudos Avançado (IEAv).

Uniespaço

Segundo o diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da AEB e responsável pelo Programa Uniespaço, Thyrso Villela, “a ideia é engajar as universidades no esforço brasileiro de domínio das tecnologias espaciais”. O Uniespaço foi criado em 1997 e, desde então, integra o setor universitário no desenvolvimento de produtos e processos, análises e estudos de interesse do setor espacial. Seus objetivos são estimular e ampliar a participação de universidades e outras instituições de pesquisa no Pnae; promover projetos de pesquisas a partir de temas selecionados pelo programa, gerando produtos tangíveis e não-tangíveis, podendo incluir o desenvolvimento de protótipos e aprimorar núcleos de pesquisa e desenvolvimento, capacitando-os a executar projetos de maior vulto e complexidade. Nos três anúncios de oportunidade que a AEB já lançou, 44 projetos foram beneficiados.

O Uniespaço publica Anúncios de Oportunidades nos quais são estabelecidos temas e demais condições para encaminhamento de propostas que devem considerar a possibilidade efetiva de aplicação futura. No site da AEB, basta clicar na imagem acima, é possível encontrar, dados de como os projetos devem ser apresentados, as portarias e os documentos base do programa.


O fascínio da aviação começa desde cedo

Fonte: Aviação & Música
Fev, 18/10

Eu pelo menos ainda tenho bem guardada a lembrança da primeira vez que fui levado pelo meu irmão ao aeroporto de Congonhas.

Eu não lembro a minha idade, não lembro em que ano foi. Mas lembro que era noite e vi Electras, 727, 737. E vi pessoas trabalhando perto dos aviões, vi caminhões de comida encostando nos aviões, vi muitas luzes piscando e ouvi o barulho de jatos e hélices.

E lembro que não queria mais ir embora…

Entendendo esse fascínio que a aviação provoca nas crianças, a United Airlines possui um programa anual chamado de “Fantasy Flight”, em que um dia no ano é reservado para levar crianças para conhecer de perto um avião da empresa (as vezes com um voo de verdade, que se tudo der certo acontecerá ano que vem aqui no Brasil também).

Alguns funcionários (como eu e de vários outros setores) tornam-se voluntários durante este dia, ajudando com tudo o que for possível para ver o brilho no olhar das crianças.

Já fizemos este Fantasy Flight para crianças carentes de uma comunidade em Guarulhos, para filhos de funcionários da Infraero, para filhos de funcionários da própria United, enfim, tentamos abranger o máximo possível. E com a segurança de hoje em dia nos aeroportos, tem sido cada vez mais difícil, mas temos conseguido a cooperação das autoridades.

Para as refeições a bordo, nós conseguimos lanches do McDonald’s, refrigerantes das empresas que fornecem comissaria para as empresas, organização com o pessoal da segurança e todos se juntam para ajudar, dá um pouco de trabalho mas é muito recompensador.

O último Fantasy Flight aconteceu no dia 17 de Dezembro e tivemos até a visita de um cão da Polícia Federal (veja no vídeo 1).

Mas o mais interessante deste ultimo voo de fantasia foi um garoto chamado Pedro, que é fissurado em aviação e que eu acompanhei desde a entrada no aeroporto até a saída, e fiz estes dois vídeos que valem muito a pena assistir.

Observem o naipe das perguntas dele..rs

Vejam abaixo o vídeo 2

Nota do Aviação Geral do Tocantins - Ao ver a matéria publicada pelo blog Aviões & Músicas lembrei quando levava o meu filho ao aeroporto, como ficava feliz. Hoje com 26 anos, é piloto e administrador de um Aeroporto nos Estados Unidos. A nosso ver, todas as crianças deveriam ter uma oportunidade como essa que está sendo mostrada pelo menos uma vez. Com esse propósito retransmito a matéria do blog e quero desejar aos participantes um muito obrigado em nome das crianças, e tenho esperanças de que em breve possamos fazer o mesmo no Tocantins.

Parabéns pela grande matéria.

Link para a matéria no blog:

http://www.avioesemusicas.com/aviacao/o-fascinio-da-aviacao-comeca-desde-cedo/


Brasil ganhou 2,9 mil novos pilotos em 2009

Fonte: ANAC – Agencia Nacional de Aviação
Fev, 18/2010

Mais de 2,6 mil pessoas foram aprovadas em exames da ANAC em 2009 e se tornaram pilotos da aviação civil. A maioria é de pilotos privados de avião, primeira etapa para iniciar na carreira ou voar apenas aeronaves particulares. Entre os profissionais, foram habilitados 513 pilotos comerciais de avião e 230 pilotos de linha aérea. De helicópteros, a ANAC emitiu licenças para 224 pilotos privados, 105 pilotos comerciais e outros 41 de linha aérea, embora não exista o serviço de linha aérea de helicópteros no Brasil, esses profissionais possuem a qualificação. Além destes, a ANAC também emitiu licenças para 83 pilotos de planador, quatro de balão e 210 certificados de piloto de recreio (específicos para a aviação experimental). A Agência ainda habilitou 552 comissários de bordo, 793 mecânicos de manutenção, 44 despachantes operacionais de voo, 17 operadores de equipamentos especiais e seis mecânicos de voo. No total, foram 4.034 novas licenças e habilitações emitidas durante o ano 2009, porem, ficaram abaixo das 5.162 de 2008.

Mais de 2,6 mil pessoas foram aprovadas em exames da ANAC em 2009 e se tornaram pilotos da aviação civil. A maioria (1,2 mil) é de pilotos privados de avião, primeira etapa para iniciar na carreira ou voar apenas aeronaves particulares. Entre os profissionais, foram habilitados 513 pilotos comerciais de avião e 230 pilotos de linha aérea. De helicópteros, a ANAC emitiu licenças para 224 pilotos privados, 105 pilotos comerciais e outros 41 de linha aérea – embora não exista o serviço de linha aérea de helicópteros no Brasil, esses profissionais possuem a qualificação. Além destes, a ANAC também emitiu licenças para pilotos de planador (83), de balão (4) e 210 certificados de piloto de recreio (específicos para a aviação experimental). A Agência ainda habilitou 552 comissários de bordo, 793 mecânicos de manutenção, 44 despachantes operacionais de voo, 17 operadores de equipamentos especiais e 6 mecânicos de voo. No total, foram 4.034 novas licenças e habilitações emitidas pela ANAC em 2009, abaixo das 5.162 de 2008.

Prorrogadas as inscrições para bolsas de estudos

A ANAC prorrogou para 25 de março as inscrições do processo seletivo para 213 bolsas de estudo para homens e mulheres, de 18 a 35 anos, que pretendam concluir o curso de Piloto Privado (139 vagas) ou de Piloto Comercial (74 vagas). Os candidatos já deverão ter realizado pelo menos 25% das horas previstas no curso desejado e terão de passar por prova teórica e avaliação prática de proficiência em aeronave de instrução. A prova objetiva foi remarcada para o dia 18 de abril, às 9h, na cidade escolhida pelo candidato no momento da inscrição. Os bolsistas terão aulas práticas em 19 aeroclubes de oito Estados (São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Ceará, Maranhão e Tocantins), com a supervisão da ANAC. O projeto tem o investimento de R$ 3 milhões do Programa de Desenvolvimento da Aviação Civil, do Ministério da Defesa. Consulte o edital e a ficha de inscrição clicando na imagem.

Mais informações pelo e mail:capacitacao.ger5@anac.gov.br


Avião sai da pista e provoca fechamento do Aeroporto de Marte em São Paulo

Fonte: Radar Aéreo
Fev, 18/10

Um avião saiu da pista no momento em que fazia um pouso no aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, por volta das 19h. De acordo com a Infraero, o piloto do avião conseguiu controlar a aeronave e realizar o pouso normalmente. Não houve danos e não há registro de feridos. Chovia no momento do incidente. Em razão do deslize, o Campo de Marte foi fechado para normalização. Não há previsão para a reabertura.

O Infraero não soube informar o tamanho do avião, nem sua procedência e companhia que operava. O aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, fechou para pousos e decolagens por causa da chuva. Segundo a Infraero, a interdição aconteceu às 18h49 e reabriu às 19h33. Aeronave em questão é um Phenom 100 PR-UUT.

Nota do AGT: O incidente ocorreu na tarde de quarta feira, 17 de fevereiro, várias notas da imprensa classificam a aeronave como E 50 P, porem, trata-se de Embraer Phenom 100, prefixo PR-UUT, ninguém ficou ferido e os danos, se existem, parecem pequenos. Veja no vídeo bastante sensacionalista.


MONOMOTOR FAZ POUSO FORÇADO NO INTERIOR DE SP

Aeronave pousou em pastagem, na cidade de Anhembi.

Ninguém foi achado no local; polícia suspeita de tráfico de drogas.

Fontes: G1 / TV Tem / Solange Spigliatti (Agência Estado)
Via: Blog Noticias sobre aviação
Fev, 16/10

Um monomotor com capacidade para dois lugares fez um pouso forçado em uma área de pastagem, na manhã desta segunda-feira (15), em Anhembi, a 255 km de São Paulo. O local fica a 7 km do centro da cidade.

O avião foi encontrado pelo caseiro da fazenda. Como a porteira da fazenda estava arrombada, Nivaldo Donizete Pereira da Silva ficou assustado e chamou a polícia. "Achei que tinha alguém machucado, chamei a polícia e levaram embora. Assutei né", conta o funcionário.

Pela dificuldade de acesso, a polícia acredita que os ocupantes tenham usado um GPS para pedir ajudar e retirar a carga do avião. "Durante a madrugada, foi observado que há rastros de pneu. Possivelmente, alguém veio resgatar. Tiraram alguma coisa do avião e passaram pelo vão da cerca", explica Carlos Magno, policial militar.

Veja o vídeo no Em Cima da Hora do portal G1

No pouso forçado, a hélice, parte das asas e o trem de pouso foram danificados. No chão, estão as marcas da aterrissagem forçada. Como não havia ninguém no avião, os policiais fizeram buscas na região, mas ninguém foi encontrado.

Dentro da aeronave os policiais encontraram uma bússola artesanal, com um mini-cd e um galão com uma mangueira. A suspeita é que o combustível tenha acabado durante o voo.

Segundo informações da Agência Estado, durante perícia foram encontrados documentos do avião, como certificados e autorização de voo. Ainda não há informação sobre o dono do avião e de seus ocupantes.

A aeronave foi retirada da fazenda por um caminhão-guincho e levado para o pátio, em Anhembi.

Uma das hipóteses investigadas pela polícia da região é que o voo tenha ligação com o tráfico de drogas.

Em um ano, três aeronaves pequenas fizeram pousos forçados na região centro-oeste paulista. Em fevereiro de 2009, em Fartura, um avião foi encontrado abandonado em uma estrada rural. Na época, a Anac, a Agência Nacional de Avião Civil, informou que os documentos estavam vencidos. Em junho, em Herculândia, a hélice de uma aeronave de treinamento se soltou, uma hora após a decolagem do aeroporto de Tupã. Piloto e co-piloto tiveram ferimentos leves.

Nota do Autor:

Observando a reportagem da TV Tem, nota-se que parte do prefixo da aeronave foi apagado, porém, quando o cockpit é mostrado, observa-se no painel a inscrição RKM, que, associada ao PU visível na fuselagem, nos leva a identificação da aeronave como sendo o ultraleve Inpaer Conquest 210, prefixo PU-RKM (foto abaixo).

O ultraleve no Aeroporto Campo dos Amarais, em Campinas (SP), em 25.07.2008 - Foto: Raphael Vidotto Carvalho (Airliners.net) Clique na foto para ampliar

Cadê meu Rafale? Cadê meu dinheiro?

Fonte: Revista Época
Via: NOTIMP
Fev. 15/10

Por - Paulo Rabello de Castro

Falar de economia nos dias de carnaval é um desafio. O tema ideal precisaria ter tempero de batuque e de Big Brother. Meu assunto desta edição não chega a ser assim um samba, mas poderia render marchinha de rua dos anos 30 do século passado: guerra e indústria bélica. Diversos veículos da imprensa vêm tratando como consumada a decisão do governo federal – ou melhor, do presidente Lula em pessoa – de comprar da França 36 aeronaves supersônicas de altíssimo poder de fogo.

O país, ou seja, nós, os contribuintes, pagaríamos US$ 6,2 bilhões pelos aviões Rafale, mais US$ 4 bilhões em manutenção. O pacote faria a felicidade dos franceses, num momento em que não há exatamente dinheiro sobrando mundo afora e em que qualquer disputa entre fornecedores se torna muito mais acirrada. A força está com os compradores. Isso transformaria o presidente da França, Nicolas Sarkozy, no maior vendedor do mundo, pelo tamanho do “pedido” realizado por nosso Ministério da Defesa.

Mas será que com isso ficaremos mais bem defendidos? O Brasil é um país que tem convivido em harmonia com todos seus vizinhos há mais de um século. Na última vez em que nos vimos em conflito por aqui, a guerra ainda se fazia a cavalo e Santos Dumont nem tinha nascido. O custo da proteção, nesse caso especialmente favorável ao Brasil – graças à boa diplomacia nacional –, tem sido muito inferior ao de países situados em regiões problemáticas do mundo. Os militares brasileiros têm sido até recatados, eu diria, em sua gastança bélica. Essa atitude de respeito ao bolso do contribuinte não é de hoje. Mesmo quando eram donos da caneta, os militares se controlavam no supermercado mundial de armamentos. Será que as atuais condições de segurança do Brasil mudaram tanto assim?

Alega-se, por exemplo, a necessidade de defesa do território marinho do pré-sal, nova descoberta valiosa para o Brasil do futuro. Em que cenário de hostilidades uma força inimiga despejaria seus porta-aviões sobre a costa brasileira para obter alguma vantagem econômica permanente sem sanção internacional? Estaríamos nos transformando em mais uma Venezuela, acossados pela fantasia da iminente invasão ianque? Ou seria justamente da fronteira setentrional que viria a nova ameaça a nossa integridade territorial?

Na compra dos caças da FAB, a opção do governo pode custar US$ 5 bi a mais para nosso bolso.

Essas são questões tão complexas e especulativas que os cidadãos de um país normalmente as delegam às escolas militares superiores e às comissões de defesa na Câmara Federal e no Senado. A imprensa tenta repercutir os fatos mais relevantes, entre os quais os custos finais desses jogos de guerra hipotética. O cidadão vai à guerra sempre, pois é quem paga a conta da defesa, mesmo que nenhum tiro seja disparado contra o inimigo. Contudo, o que ficamos sabendo dos orçamentos bélicos e sua justificativa é absolutamente nada. Por quê?

Dadas a pobreza e as contradições da comunicação oficial, o debate público nesse tema tem de se basear no vazamento de informações. Por esses vazamentos, ouvimos que a Aeronáutica preferiria, com base em avaliações técnicas e de relação entre custo e benefício, os aviões suecos. Eles teriam custo menor – compra e manutenção caberiam em um orçamento de metade do francês. Estamos falando de US$ 5 bilhões de diferença a favor de um equipamento que teria pontuado melhor do que o francês nos cinco itens da avaliação dos militares. Se o governo tiver mesmo decidido pelos caças franceses, estará usando uma regrinha do Big Brother, a da “imunidade do líder”, para decidir sem amparo técnico o que seria o interesse nacional.

Acho que estamos virando país desenvolvido porque gastamos muito com supérfluos – coisa de rico – e somos apáticos até em relação ao aspecto folclórico desses episódios. Em outros tempos, neste Carnaval o povo sairia à rua cantando uma marchinha bélica. Algo como Cadê meu Rafale/Será qu’ele vale?/Lula voou de Rafale/Mas eu não vi nem o cheiro/Epa! Cadê meu dinheiro?/Cadê meu dinheiro?

 Paulo Rabello de Castro é palestrante em economia, conselheiro de empresas, autor de vários livros, entre eles A grande bolha de Wall Street. Mantém o Blog da Bolha (blogdabolha.com.br) e escreve quinzenalmente em ÉPOCA.


Nota do site: apesar de não concordarmos com o Sr. Paulo Rabello de Castro, temos que concordar com ele quando afirma que o Brasil durante vários anos tem gasto pouco com equipamentos bélicos. Isso é um fato que prolonga há várias décadas e, exatamente por esse motivo, que nossas forças armadas, Exército, Marinha e Aeronáutica, estão a dezenas de anos atrás de nações como: EUA, Rússia, China, França, Inglaterra e outras; agora está ameaçado de ser suplantado pelos vizinhos: Colômbia, Venezuela e Chile.

Porém, ao contrário do que diz, o cenário estratégico militar mundial mudou e muito após o termino da “Guerra fria”, período em que bastava estar de um ou de outro lado, EUA ou da antiga URSS - União das Republicas Socialistas Soviéticas, para garantir uma estabilidade geopolítica baseada na cooperação do poderio armado do parceiro aliado. Hoje, o mundo caminha em outra direção, todos serão obrigados a ter efetivos militares capazes de defender não só seu território como seus interesses de múltiplas ameaças. Ameaças que podem vir de uma nação vizinha ou de outro continente e até mesmo, de um grupo terrorista atrás dos recursos naturais cada vez mais escassos.

Ter uma força militar capaz de enfrentar tais desafios custará a todas às nações um esforço muito grande, tanto em dinheiro para aquisições daquilo que não será possível fazer quanto na busca de tecnologias para produzir internamente e sozinha reduzindo assim o grau de dependências de terceiros. O pouco investimento do passado recente brasileiro foi o principal fator de hoje temos que comprar uma tecnologia de quem as tem porque não as produzimos, nas quais seus detentores gastaram vultosas somas para tê-las. Seria infantil de nossa parte achar que gratuitamente nos cederiam seja franceses, americanos, russos ou suecos. O que importa agora será comprar os caças e receber junto o maior pacote possível dessas tecnologias de quem estiver disposto a cedê-las. Não fazer isso significa passar mais tempo a mercê da sorte e arriscar ter que fazer essa aquisição, em futuro próximo, por um preço maior.


São José dos Campos: Carta Aberta à População

Fonte: Portal Agora Vale
Via: NOTIMP

Fev, 13/10 12h30minh ‘Local’

R99 - Um produto da Embraer em parceria com a Suécia

Assessoria da Ciesp-SJC

O governo brasileiro está na iminência de decidir qual a melhor alternativa para equipar a FAB - Força Aérea Brasileira com 36 aeronaves de caça supersônicas (Programa F-X2).

Por que este assunto vem levantando tanto interesse da mídia dos países desenvolvidos e em desenvolvimento do globo?

Por que um “simples” reequipamento da Força Aérea Brasileira vem levando os presidentes e principais autoridades das nações participantes desta concorrência a se envolverem diretamente?

O objetivo desta carta é esclarecer à população brasileira da real importância deste processo e como o mesmo irá influenciar as nossas vidas.

Em todas as Forças Militares do mundo, e o Brasil não é uma exceção, a aquisição de material bélico tem que obedecer inicialmente às necessidades estratégicas militares, seguidas de seus custos e benefícios econômicos para a nação e por fim geopolítica, sendo esta última baseada nos interesses do país em se posicionar soberanamente.

A Força Aérea Brasileira – instituição idealizadora de um dos maiores orgulhos brasileiros, a Embraer, mantenedora e financiadora do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), responsável pelo desenvolvimento de pesquisas de ponta aeroespacial, encontradas apenas em poucos países do globo, e, por fim, responsável por um dos melhores centros de excelência de ensino e pesquisa do mundo, o ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) – escolheu o caça sueco Gripen, devido às características tecnológicas, econômicas e de desempenho apresentadas por esta aeronave.

Porém, segundo dados divulgados pela imprensa, a empresa concorrente Dassault, de origem francesa, com o avião Rafale, teria um custo de US$ 6,2 bilhões e um valor de manutenção de US$ 4 bilhões, totalizando US$ 10,2 bilhões. Já concorrente Boeing, de origem americana, com o avião F-18, teria um custo de US$ 5,7 bilhões, com um valor de manutenção de US$ 2 bilhões, totalizando US$ 7,7 bilhões. Por sua vez, a concorrente Saab, de origem sueca, com o avião Gripen NG, teria um custo de US$ 4,5 bilhões, com um custo de manutenção de US$ 1,5 bilhões, totalizando um valor de US$ 6 bilhões. Além disso, o caça francês, preferido pelo Governo Federal, gerará em nosso país menos de 10% dos empregos que seu concorrente Gripen.

Por fim, o Brasil ficará extremamente dependente de uma única nação como fornecedora de material bélico, já que firmou com o governo francês compromisso de compra de cinco submarinos, na ordem de R$ 11,5 bilhões, e de 50 helicópteros, por mais de R$ 4,7 bilhões, o que estrategicamente é um erro absoluto para uma nação que pretende se tornar soberana.

Um governo é o representante legal do povo que o elege, portanto, deve ter como principal compromisso usar com responsabilidade e sabedoria todos os recursos arrecadados com os impostos pagos pelos contribuintes.

O que motivou o governo brasileiro a declarar sua preferência por uma aeronave mais cara e que nos trará menos benefícios?

A FAB é real sabedora do que ela necessita, pois com sua competência e capacitação deu suporte para construir a terceira maior indústria aeronáutica do planeta.

Portanto, qual o motivo de negligenciar a escolha da FAB e seus especialistas?

Este é um momento único, pois o Brasil desponta como uma das candidatas à potência global, levando os governos de todos os países participantes desta concorrência a se envolver diretamente. Portanto, em situação igual, qualquer negociante com a mínima competência conquistaria vantagens para sua organização. No entanto, o governo, segundo reportagens recentes, vem buscando contrariar a lógica da racionalidade, ao preferir um produto que absorverá de nosso tesouro além do necessário para defender nosso espaço aéreo.

O caça francês, se escolhido, será uma derrota para todo o povo brasileiro, pois perderemos a oportunidade de nos tornarmos soberanos e independentes como nação e como potência.

Em consequência disso, a diretoria do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) Regional de São José dos Campos, que congrega cerca de 60% das empresas do setor aeroespacial e de defesa brasileiro, está preocupada com a finalização deste processo, no qual se discute que o trabalho meticuloso, sério e profissional, desenvolvido pelo Comando da Aeronáutica, pudesse ser desconsiderado.

A Diretoria do CIESP – Regional de São José dos Campos vem a público declarar que considera de vital importância para o futuro da indústria de defesa brasileira que, com relação ao Programa F-X2, o processo de seleção conduzido pelo Comando da Aeronáutica, suas conclusões e recomendações sejam acatados e respeitados pelo governo federal.

São José dos Campos, fevereiro de 2010.

Almir Fernandes
Diretor Titular

Ney Pasqualini Bevacqua
Vice Diretor
                         
Nerino Pinho Junior
Vice Diretor

Link - http://www.agoravale.com.br/agoravale/noticias.asp?id=21597&cod=1


Novo chek-in na porta do avião

Fonte: Jornal do Brasil
Via:  Blog Geo Política Brasil

Fev. 11/02/2010

A partir de março, os passageiros com embarque em aeroportos brasileiros terão de apresentar documento de identidade com foto na porta de acesso as aeronaves. Segundo a Anac, a novidade é uma adequação a procedimentos já adotados na Europa e nos EUA, que visam aumentar a segurança de voo.

A ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil informou segunda-feira que, a partir de março, todos os passageiros que embarcarem nos aeroportos nacionais serão obrigados a apresentar um documento de identidade com foto na porta da aeronave.

Os funcionários das companhias farão a checagem do documento com o cartão de embarque, com o objetivo de garantir que o passageiro que vai entrar na aeronave é o mesmo que consta no cartão. Só serão levados em conta documentos originais ou cópias autenticadas. “É recomendável que, na chamada para o embarque, o passageiro já esteja com o documento em mãos”, diz a ANAC em nota.

Em contrapartida, a ANAC liberou os passageiros que fazem o check-in pela internet, nos totens de auto-atendimento ou por celular, da exigência de carimbar o cartão de embarque nos balcões das companhias aéreas antes da entrada na sala de embarque.

Segundo a ANAC, as mudanças já são praticadas na Europa e América do Norte e têm a intenção de adequar o Brasil às normas internacionais. As medidas foram decididas por um grupo de trabalho formado por representantes da Agência, Infraero, Polícia Federal, Receita Federal, Anvisa, Ministério da Defesa e empresas aéreas.

Os preços das passagens aéreas acumularam no ano passado alta de 31,88%, superior à inflação apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que alcançou 4,31% no período.

Em 2008, segundo o IBGE, as passagens aéreas subiram 12,17% para uma inflação de 5,9%. No ano anterior, as tarifas cobradas pelas empresas do setor aéreo ficaram abaixo da inflação acumulada de 4,46%, mostrando alta de 3,14%.

O IBGE revelou que, em dezembro de 2009, as tarifas tiveram variação de 46,91%, ante uma inflação mensal de 0,37% medida pelo IPCA. Os destaques foram as regiões metropolitanas de São Paulo e Brasília, onde as passagens aéreas tiveram alta de 98,52% e 52,53%, respectivamente. A região de menor impacto das tarifas de aviação foi Fortaleza (CE), com expansão de 23,95%.

Com base no Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), entretanto, houve alta de 5,53% no preço das passagens aéreas em dezembro de 2009, depois de elevação de 2,37% em novembro.


Pesquisa & Desenvolvimento é o que precisamos

Fonte: OPINIÃO - Jornal da Cidade de Bauru
Via: Geo Política Brasil
Fev, 11/2010

No dia 26 de setembro de 1945, o professor Richard Smith, diretor da cadeira de Engenharia Aeronáutica do M.I.T., nos Estados Unidos da América, fez uma palestra no Brasil intitulada: “Brasil, futura potência aérea”. Tinha vindo ao país auxiliar o marechal Casemiro Montenegro Filho, da Aeronáutica, a criar, nos moldes mais avançados à época e nos dias de hoje, o Instituto Tecnológico da Aeronáutica, o ITA como é conhecido hoje essa famosa escola de Engenharia Aeronáutica, considerado o “MIT Brasileiro”. Como o marechal Casimiro sonhava, o ITA formou em seus quadros uma massa crítica de engenheiros que em 1969 fundou a Embraer, liderados pelo bauruense Ozires Silva, hoje a terceira maior empresa de aviação do mundo, só perdendo espaço para os gigantes Boeing, dos EUA, e a Airbus, formada por um consórcio com vários paises europeus.

Hoje, quando o governo federal está prestes a entregar uma conta de 20 bilhões de dólares a franceses, suecos ou norte-americanos, não custa lembrar o exemplo desse genial militar aviador que desafiando a todos possibilitou ao Brasil ter um item de exportação de ponta, que gera milhares de empregos e bilhões de dólares em divisas que não os nossos tradicionais produtos de exportação agrícolas apelidados de “commodities”.

Criássemos um parque aeronáutico, gerido pela Embraer, para projetar, desenvolver e produzir um avião supersônico, a partir de encomendas da Aeronáutica Brasileira, teríamos em poucos anos mais um orgulho nacional que geraria milhares de empregos, desenvolveria a nossa tecnologia aeronáutica e desafiaria a nossa juventude bem dotada a criar soluções geniais para os problemas de voar a velocidades acima do som.

Infelizmente, partimos para soluções mais fáceis, como comprar aviões que não nos trarão vantagens, pois a prometida “transferência de tecnologia” nos dias de hoje esbarra em dispositivos legais dos países que nos querem vender os supersônicos que impedem que ela aconteça de forma integral devido à “questões de segurança nacional” (vide o “Patriot Act” – Ato Patriótico dos EUA).

Como lembrou Richard Smith, do M.I.T e colaborador do marechal genial: “O Brasil não deve adquirir aviões lá fora. Mesmo que esses lhe sejam oferecidos de graça”. Essa afirmação se deve ao fato de que com o tempo as peças de reposição seriam tão caras quanto um avião novo e também por que nós não desenvolveríamos a nossa própria indústria de aviões. Hoje, não deveríamos ceder a tentação do caminho mais fácil, do “Lobby Elegante” francês que gastou centenas de dólares com membros do legislativo brasileiro para amaciar o caminho do supersônico Rafale e termos a coragem e a genialidade do Marechal Casimiro Montenegro Filho que desafiou seus pares, em especial o também marechal aviador Eduardo Gomes, que não queria a criação do ITA, e partirmos para o nosso “supersônico caboclo” que já nasceria com a marca da Embraer, a terceira maior e melhor construtora de aviões do mundo.

Basta termos a coragem do marechal, não cedermos ao “Lobby Elegante” de nenhum país e que a nossa Aeronáutica, lembrando do seu filho mais ilustre e genial, verdadeiro visionário, faça encomendas do nosso supersônico Saci, como já fez no passado com os aviões da Embraer que apenas nascia. Portanto, para todos que leram esse apelo: Nem Gripen, nem Rafale muito menos Super Hornet. Vamos fazer o nosso “supersônico caboclo” para o crescimento da nossa economia e tecnologia aeronáutica.

O autor, Fábio Pallota, é professor de História do Colégio Fênix e colaborador de Opinião


Minas decola

Fonte: Correio Braziliense
Via: Blog Geo Política Brasil

Fev, 11/2010
CEA- 309 Mehari - Acrobático ilimitado projetado e construído para UFMG.

Quando Alberto Santos Dumont decolou a bordo do primeiro voo de avião impulsionado por motor a gasolina, em outubro de 1906, na França, não imaginaria que sua terra, Minas Gerais, seria referência na atividade aeronáutica. Pouco mais de um século depois, Minas caminha para se tornar um dos principais centros de plataforma de logística aeronáutica e estudos de aerodinâmica do país. Belo Horizonte tem hoje sede dos centros de manutenção da Gol e Trip Linhas Aéreas e o governo negocia a vinda do centro de manutenção da TAM Executiva para o estado. Junto aos centros de manutenção, há investimentos pesados em pesquisas para a indústria aeronáutica e aeroespacial, laboratórios para a fabricação de protótipos de aeronaves, unidades de simuladores de voos, instituto de estruturas inteligentes em engenharia e cursos de capacitação de pilotos e técnicos de manutenção.

Neste semestre, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) termina a construção do laboratório de aerodinâmica no câmpus Pampulha, onde será feito o túnel do vento, projetado e desenvolvido no Centro de Estudos Aeronáuticos. Esse túnel tem o objetivo de apoiar as atividades de pesquisa em ensaios em voo, sobretudo, calibração de sensores. Nele vai passar a corrente de ar controlada, que permite o estudo da aerodinâmica dos modelos de avião. A faculdade conta com o curso de engenharia em aeronáutica desde 1978, mas funcionava como especialidade da engenharia mecânica. Desde o ano passado, o curso passou a ser pleno. Atualmente a UFMG é, ao lado do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e da USP-São Carlos, uma das três instituições no Brasil aptas a formar esse tipo de engenheiro.

O curso de engenharia aeronáutica da UFMG tem duração de cinco anos e forma, em média, 50 alunos por turma. “A maioria das pessoas que se forma aqui vai para São Paulo, mas a indústria de aviação começa a florescer em Minas”, observa Paulo Iscold, professor do projeto de aeronaves do departamento de engenharia mecânica da UFMG. Segundo ele, cerca de 40% do quadro de engenheiros aeronáuticos da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) são formados na UFMG. “A nossa excelência está no conhecimento e experiências na área de aeronáutica”, diz Iscold.

A universidade conta ainda com um laboratório para a fabricação de protótipo de aeronaves. Em outubro, foi inaugurado o sétimo protótipo da faculdade, a aeronave CEA- 309 Mehari. O projeto do avião de acrobacia, coordenado pelo professor Iscold, contou com US$ 300 mil de investimento. Foi o primeiro avião de acrobacia “ilimitada” projetado e construído no Brasil, capaz de fazer manobras ousadas como piruetas, loopings e rasantes. A categoria “ilimitada” é algo similar ao que a Fórmula 1 representa para as corridas automobilísticas.

O Mehari foi projetado para executar manobras complexas, atingido até 400 graus por segundo e 430km/h. Uma das principais metas do Mehari foi reduzir o custo operacional. Isso foi possível com o uso de motor de quatro cilindros no lugar de seis. Além disso, a estrutura de fibra de carbono da aeronave, normalmente usada para esse tipo de avião, foi substituída por outros materiais como aço-cormolibdênio e madeira frejó, o que ajudou a reduzir custos. Em 2008, a UFMG construiu um hangar para abrigar as aeronaves em Conselheiro Lafaiete. “A aviação está em expansão em todo o país. A vinda dos centros de manutenção das companhias Aéreas para aqui e os investimentos de expansão permitem que o estado cresça no setor aéreo. Antes, todos os alunos que se formavam em engenharia aeronáutica eram exportados para outros estados. Queremos criar o mercado aqui”, afirma Iscold.

Dentro de 90 dias começam ainda as obras para o Programa para Implantação do Centro de Capacitação Aeroespacial de Minas Gerais, em Lagoa Santa. O objetivo do programa, instituído pelo governador Aécio Neves no mês passado, é formar mão de obra especializada em atividades nos setores aéreo e espacial. O centro vai receber investimentos em laboratórios, centros de pesquisa e desenvolvimento de protótipos de avião, unidades de simuladores de voos para treino de pilotos, escolas profissionalizantes e faculdades voltadas para a indústria aeronáutica e aeroespacial.

O laboratório de aviônicos, motores e turbinas de avião do centro vai ser usado para treinar mecânicos e engenheiros e vai contar com R$ 12 milhões de investimento. O projeto prevê ainda laboratório para uso de aulas práticas de 300 estudantes de cursos profissionalizantes, como mecânicos de aviões. A previsão é que o centro esteja em funcionamento ainda este ano. “Estão sendo criadas aqui diretrizes para a formação de pessoas e atração de empresas ligadas à indústria aeronáutica, com a preparação de estruturas de capacitação de pilotos, mecânicos e técnicos ligados à indústria aeronáutica e aviação em geral”, afirma Luiz Antônio Athayde, subsecretário de assuntos internacionais do governo.

O Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (Ciaar), escola de formação de oficiais da Força Aérea no aeroporto da Pampulha, vai ser transferido para Lagoa Santa até 2012 e ganhará investimento de R$ 216,4 milhões da Força Aérea Brasileira (FAB). O novo centro vai contar com salas de aula, alojamento, hotéis, edifícios de comando, sistema de reaproveitamento de água, coleta e tratamento de esgoto. Tudo isso em área de 700 mil metros quadrados. O Ciaar forma cerca de 600 profissionais ao ano, que respondem por 75% dos oficiais da Aeronáutica Brasileira.

No ano passado, foi criado o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Estruturas Inteligentes em Engenharia, sob a coordenação da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), no Triângulo Mineiro. A indústria aeronáutica é uma das áreas que mais vai ser beneficiada com as estruturas inteligentes ou adaptativas, que têm capacidade de identificar alterações no ambiente e na forma de operação. Quando usadas nas peças de um avião, as estruturas inteligentes são capazes de diminuir ruídos e vibrações, além de apontar pequenas falhas, antes que atinjam proporções maiores.

O pesquisador e coordenador do Instituto, Valder Steffen, explica que o projeto é focado na análise de estruturas adaptativas, com modificações nas características dos materiais para facilitar o controle de possíveis falhas. Steffen afirma que houve uma mudança nos paradigmas na engenharia. Se antes a durabilidade era valorizada, hoje as estruturas são projetadas para resistir às falhas.

A Lider Aviação se prepara para fazer a concessão de um novo hangar no aeroporto da Pampulha a partir deste mês, com área de 2,1 mil metros quadrados e capacidade para oito aeronaves. A previsão é que fique pronto em março. A empresa tem dois hangares para a manutenção de aviões em Belo Horizonte, onde faz serviços de manutenção das aeronaves dos modelos King Air, Premier e Learjet. A empresa também conta com oficina de motores, de interiores de aeronaves, componentes aviônicos e um hangar para serviços especializados em manutenção da frota de helicópteros, grandes inspeções e personalização de helicópteros novos. A Lider emprega atualmente 1,55 mil funcionários e até o fim do ano espera ampliar em 10% o número de funcionários.

Na aviação regular, os investimentos também desembarcam em Minas. O centro de manutenção da Gol Linhas Aéreas, no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, finaliza sua expansão neste mês. Com o término das obras, será possível atender até 110 aeronaves no centro. A área total de trabalho de manutenção e apoio vai passar a 45,6 mil metros quadrados. A expansão vai gerar 350 empregos diretos para técnicos de diferentes níveis, além de engenheiros e supervisores, em investimento de R$ 78 milhões. Atualmente o centro emprega 650 pessoas.

No centro de manutenção da Gol em Confins são realizados todos os procedimentos e revisões mais pesadas, que demandam estrutura de hangar e mais tempo em solo. Após a expansão, o centro terá capacidade de atender, simultaneamente, até oito aeronaves em hangar e 12 no pátio. Há diferentes níveis de manutenções, desde as mais simples, realizadas antes da partida a todos os voos, às mais complexas, que demandam quase que a completa desmontagem da aeronave. A primeira fase da construção do centro de manutenção foi em 2005, com investimentos de R$ 30,5 milhões.

O centro é usado para a manutenção pesada das aeronaves Boeing 737, com trabalhos de conservação de fuselagem, preventiva, pintura de aeronaves e reestruturações da configuração interna das aeronaves. Pelo “sistema de manutenção por fases” das aeronaves Boeing Next Generation 737-700 e 737-800, a Gol consegue programar o trabalho nas aeronaves, reduzindo os custos.

A Trip Linhas Aéreas também tem projetos para a construção de um terceiro hangar em Belo Horizonte. O centro de manutenção da companhia Aérea foi transferido para o aeroporto da Pampulha em janeiro de 2008, quando a empresa comprou a mineira Total. No centro trabalham 100 funcionários na manutenção de 25 aeronaves modelos ATR-72 (68 passageiros) e ATR-42 (42 passageiros). “Hoje, sem a expansão, temos em aberto cerca de 30 vagas. Com a expansão teremos que admitir pelo menos 50 técnicos. Há um direcionamento estratégico do governo para a área da aeronáutica no estado. Tudo isso acaba trazendo as empresas de aviação para aqui”, afirma Evaristo Mascarenhas de Paula, diretor de marketing da Trip.

No segmento de helicópteros, a fábrica Helibras, inaugurada em Itajubá (MG) em 1980, produz hoje diversos modelos que atendem aos segmentos civil, governamental e militar. A fábrica entregou 31 aeronaves no ano passado, 19,23% acima do ano anterior. A maioria (16) foi do modelo Esquilo (AS350). A partir de março, as instalações da Helibras vão ser ampliadas, em projeto de R$ 420 milhões. Serão gerados mais 400 empregos diretos e 3 mil indiretos. A expansão da fábrica, projetada para dois anos, vai duplicar a capacidade instalada. O projeto está relacionado ao contrato assinado no ano passado entre o governo federal e a Eurocopter (um dos grupos acionistas da Helibras) para fornecimento de 50 helicópteros EC725 às Forças Armadas Brasileiras.



Empresas aéreas desafiam ANAC

Fonte: Correio Braziliense
Via: Blog Geo Política Brasil
Fev, 11/2010

As companhias aéreas estão desafiando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Apesar de, desde o mês passado, terem sido proibidas de vender seguro de viagem embutido nas passagens aéreas, com a opção já selecionada que induz o cliente à compra, as empresas estão descumprindo a determinação do órgão regulador. O Correio fez o teste no sistema de venda de bilhetes na internet das três companhias notificadas pela Anac em janeiro — Gol, TAM e Azul —, mas a armadilha da assistência de viagem pré-selecionada persiste (confira na imagem ao lado). A Anac instaurou processo administrativo contra as três empresas, que serão notificadas nos próximos dias e poderão ser multadas pela infração.

“Isso (a prática) pode ser enquadrado no Código Brasileiro de Aeronáutica, sendo passível de multa”, afirmou Marcelo dos Guaranys, diretor de Regulação Econômica da Anac. Ele explicou que, como a determinação não foi cumprida, foi aberto o processo administrativo. As empresas já poderiam ser multadas desde já, mas a Anac está definindo a melhor forma de puni-las. Isso porque, pela regulamentação vigente, o valor das multas variam de R$ 5 mil a R$ 10 mil, o que é muito pouco se a penalidade for aplicada a cada companhia.

Como também é possível que o valor seja multiplicado pelo número de bilhetes que foram alvo da irregularidade, a agência está buscando, então, uma forma de levantar o número de passagens em que foi feita a venda embutida do seguro sem o consentimento do consumidor. “Posso aplicar uma multa de R$ 10 mil para cada empresa que fez isso ou posso multiplicar (o valor) pelo número de passagens que foram vendidas (com o seguro). Aí vai doer, né?”, provoca Guaranys. A tarifa do seguro, a partir de R$ 3,00, varia conforme a companhia e a permanência no destino.

Reservas

A agência tem acesso ao sistema de reservas das empresas, mas esse mecanismo não faz a discriminação de passagens comercializadas com ou sem o seguro de viagem. Por isso, o direitor destaca a importância de o consumidor encaminhar denúncias à Anac, para facilitar o levantamento. Guaranys negou que seja praxe as companhias descumprirem determinações da agência. “Estamos retificando esses ofícios, com as informações da multa que pode ser aplicada, para que percebam que a conversa é séria.”

Procuradas, as companhias aéreas enviaram respostas com os mesmos argumentos quando a prática foi denunciada pelo Correio, em 9 de janeiro. A TAM informou que “o cliente tem duas oportunidades para recusar o serviço de assistência à viagem, a segunda delas na própria finalização da compra” e que “se não escolher se aceita ou recusa, a operação não será completada”. A Gol informou que “durante a compra, o passageiro tem a opção de adquirir ou não o seguro e a sua compra final precisa ser confirmada”. A Azul, que não havia sido citada na primeira reportagem, informou que respondeu a todos os questionamentos na semana passada e que “até o presente momento desconhece qualquer fato novo relacionado ao assunto”.


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FINEP liberará recursos para VANTs

Fonte: Tecnologia&Defesa
Via Plano Brasil
Dez,17/09

A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), do Ministério da Ciência e Tecnologia, lançou no início de dezembro um edital para a liberação de recursos não reembolsáveis no valor de R$ 9 milhões para o desenvolvimento de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT).

O apoio da FINEP será focado no desenvolvimento de micro e mini veículos, com até 200 gramas no primeiro caso e até cinco quilos no segundo, para uso em áreas como segurança pública, defesa, controle de fronteiras, meteorologia, agricultura, monitoramento de queimadas e poluição e degradação ambiental. O edital, disponível para consulta no web-site da FINEP (http://www.finep.gov.br), exige obrigatoriamente a participação no projeto de instituições estabelecidas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Air France-KLM tem prejuízo de US$ 405 mi 

no 3º trimestre fiscal

Fonte: EFE
Via: Blog Geo Política Brasil
Fev, 11/2010

A companhia aérea Air France-KLM anunciou nesta quarta-feira que teve uma perda líquida de 295 milhões de euros (US$ 405 milhões) no terceiro trimestre do exercício fiscal 2009-2010, entre outubro e dezembro. 

Apesar do número negativo, o resultado é melhor se comparado com o ano passado, quando as perdas foram de 508 milhões de euros (US$ 698 milhões). 

Em comunicado, o grupo disse que o entorno econômico "continua sendo difícil" para o setor, apesar dos sinais de recuperação dos últimos meses. Com este, já são cinco trimestres consecutivos com prejuízo. 

A política de redução de custos da companhia permitiu limitar o impacto da queda do faturamento, que no terceiro trimestre foi de 15%. 

Para o exercício 2010-2011, o conjunto de medidas adotadas para reduzir custos e o aumento previsto das receitas, entre outras decisões, "permite" aproximar a companhia do objetivo de voltar ao equilíbrio operacional, completa a nota.

Phenom 100 pela primeira vez na Austrália

FONTE: Embraer

Via: Poder Aéreo

Fev, 11/2010

Como parte da turnê de demonstração pela Ásia Pacífico, o jato Phenom 100, da categoria entry level, chegou esta semana à Perth, na Austrália. Após ser exibido na Índia, em novembro de 2009, e participar do Singapore Airshow, realizado de 2 a 7 de fevereiro, em Singapura, a primeira exibição do jato na Austrália passará ainda pelas cidades de Adelaide, Melbourne, Canberra, Sydney, Sunshine Coast, Brisbane, Cairns e Darwin.

“Estamos empolgados em mostrar o Phenom 100 na Austrália pela primeira vez”, disse José Eduardo Costas, Diretor de Marketing e Vendas da Embraer – Mercado Ásia Pacífico – Aviação Executiva. “A Austrália tem uma cultura de aviação que remonta à década de 1940.

Temos a confiança que o mercado receberá muito bem o Phenom 100, o jato mais veloz e confortável da sua categoria e um dos mais recentes disponível no mercado.” De acordo com a Associação de Aeronaves Executivas Australiana (Australian Business Aircraft Association – www.abaa.com.au), mais de 250 aeronaves executivas, incluindo jatos e turboélices, estão atualmente em operação na Austrália. O número de jatos executivos quase que dobrou de 2004 a 2009, saltando de 80 para mais de 140, o que representa uma demanda crescente, em termos de utilidade e funcionalidade por este tipo de avião no país.

A turnê de demonstração na Austrália acontece logo após a Embraer nomear a ExecuJet centro de serviços autorizados. A empresa australiana fornece serviços 24 horas para todos os jatos executivos da Embraer naquele país.

O Phenom 100 possui a cabine de comando mais moderna do mercado e um projeto de interior diferenciado. Com nível de conforto sem paralelo, um dos destaques competitivos da aeronave é o lavatório traseiro. O alcance de 2.182 km (1.178 milhas náuticas), incluindo reservas de combustível NBAA IFR, possibilita ao Phenom 100 voar sem escalas de Brisbane para Melbourne, na Austrália; de Nova York para Miami, nos Estados Unidos; ou de Londres para Roma, na Europa. A aeronave opera atualmente em mais de dez países e já ultrapassou 7 mil horas de vôo. Mais de 100 jatos Phenom 100 já foram entregues, um marco significativo
considerado-se que a aeronave foi certificada em dezembro de 2008.


























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