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Vem
ai!...
O
CONGRESSO NACIONAL
DA AVIAÇÃO AGRÍCOLA |
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FONTE:
Sindag
Via:
Aviação Ponto Com
Abril, 11/2010
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O
maior evento da aviação agrícola se aproxima. E
com ele a
certeza de mais um grande encontro do setor que, este ano, será
em Ribeirão
Preto. O Congresso Sindag é um momento único de
aquisição de conhecimentos e
troca de experiências. A oportunidade para
integração dos nossos associados e
de todos aqueles que têm interesse de buscar o crescimento e
maior visibilidade
da aviação agrícola.
A
edição de 2010 traz novidades. Uma delas é o
1º Workshop
de Gestão Aeroagrícola, idealizado para atender às
solicitações dos nossos
associados, que buscam não só o aperfeiçoamento
técnico, como a qualificação
administrativa de suas empresas. O curso é destinado a
empresários, pilotos e
técnicos e será realizado nos dias que antecedem o
Congresso Sindag. A
qualificação do setor aeroagrícola é uma
preocupação constante do sindicato,
pois acreditamos que é fator essencial para alcançarmos
nossos objetivos.
Passada
a crise econômica, o Brasil teve um reaquecimento da
agricultura. Fator que propicia um crescimento anual das
aplicações aéreas e um
incremento em torno de 5% no número de aeronaves. Mas para que
isso ocorra,
temos que estar preparados. O Sindag está atento às novas
tecnologias e
incentiva seus associados a buscarem atualização
constante. Afinal, não há
dúvidas de que a aplicação aérea, desde que
realizada por empresas e
profissionais especializados, gera maior produtividade às mais
diversas culturas.
O
Sindicato luta também para que a aviação
agrícola seja
reconhecida como meio mais barato e eficaz de combate a vetores como,
por
exemplo, o mosquito da dengue. Buscamos ainda a
utilização dos aviões, em larga
escala, no controle de incêndios.
Por
estas e outras razões esperamos você em Ribeirão
Preto,
entre os dias 21 e 24 de junho!”
Comandante
Júlio
Kämpf
Presidente
do Sindag - Sindicato
Nacional das Empresas de Aviação Agrícola
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Líderes mundiais lamentam
morte de presidente polonês
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Além
de governos de diversos países, Papa Bento
XVI, ONU e OTAN expressam suas condolências
Fonte:
EQUIPE
AE - Agência Estado
Abril,
10/2010
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Líderes
mundiais enviaram condolências à população
polonesa pela morte do presidente do país, Lech Kaczynski, em um
acidente no
oeste da Rússia, quando o avião em que viajava caiu com
sua comitiva. Eles
iriam participar das cerimônias em memória dos 70 anos do
massacre de 22 mil
poloneses em Katyn por agentes soviéticos. O presidente russo,
Dmitry Medvedev,
enviou condolências e prometeu trabalhar com a Polônia na
investigação do
acidente, que matou um total de 97 pessoas, segundo
informações recentes do ministro
de Situações de Emergência, Sergei Shoigu.
Rússia
"A
Rússia partilha do pesar e luto na
Polônia", disse Medvedev, declarando também luto na
segunda-feira na
Rússia. "Por favor, aceitem minhas mais sinceras
condolências ao povo
polonês, palavras de compaixão e apoio aos familiares e
amigos do que pereceram".
Medvedev deve fazer um comunicado ao povo polonês pela TV em duas
horas,
segundo a porta-voz do Kremlin, Natalya Timakova.
O
porta-voz do Departamento do Estado dos Estados
Unidos, Philip Crowley, disse em nota que "esta é uma
horrível tragédia
para a Polônia". "Estendemos ao povo da Polônia nossas mais
profundas
condolências", diz a nota.
As
relações polonesas com a Rússia vêm
melhorando
após ficarem contaminadas por décadas pelo massacre de
Katyn. A Rússia nunca
pediu formalmente desculpas à Polônia, mas a
decisão do presidente russo,
Vladimir Putin, de comparecer à cerimônia no início
desta semana foi
considerada um gesto de reconciliação. A Polônia,
uma nação de 38 milhões de
pessoas, é a maior entre os dez países anteriormente
comunistas que entraram na
União Europeia nos últimos anos. Desde a queda do
comunismo, o país tornou-se
um forte aliado dos Estados Unidos.
Reino
Unido
O
primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown,
interrompeu sua campanha na Escócia para prestar homenagem ao
presidente polonês
morto. "Acredito que todo o mundo está triste e em luto com a
morte
trágica em um acidente aéreo do presidente Kaczynski e
sua esposa Maria e de
todos que os acompanhavam", disse. "Sabemos das dificuldades que a
Polônia passou e os sacrifícios que ele fez como
participante do movimento
Solidariedade". "Sabemos da contribuição prestada para a
independência e liberdade da Polônia", acrescentou.
O
líder do Partido Conservador do Reino Unido,
David Cameron, de oposição a Brown, também
expressou suas condolências dizendo
ser "um dia negro para a Polônia". "Conheci o presidente
Kaczynski pessoalmente. Ele era um cidadão polonês muito
corajoso, que lutou
pela liberdade. Ele sofreu durante o comunismo e sempre manteve-se fiel
a suas
convicções. É uma grande perda. É um dia
muito negro para a Polônia e devemos
pensar em todos os que estão sofrendo", afirmou Cameron.
Alemanha
A
chanceler da Alemanha, Angela Merkel, disse estar
"profundamente consternada pelo acidente e morte do presidente
polonês". O presidente da França, Nicolas Sarkozy, disse
em nota que
"Lech Kaczynski devotou sua vida para seu país. Um defensor
incansável das
ideias nas quais acreditava, ele sempre batalhou com
convicção pelos valores
que permitiram sua entrada na política: democracia, liberdade e
a luta contra o
totalitarismo".
França
O
presidente francês, Nicolas Sarkozy destacou o
"ardente patriotismo" e toda sua trajetória dedicada "à
causa da
Polônia".
O chefe
de Estado francês expressou sua
"profunda tristeza" pelo falecimento de Kaczynski e transmitiu suas
mais sinceras condolências à família do presidente
polonês e a de todas as
demais pessoas que perderam a vida no acidente.
Destacou
o fato de que seu colega polonês
"consagrou sua vida a seu país" impulsionado por "um patriotismo
ardente". "Sua eleição à Presidência da
República em 2005 coroou uma
carreira inteira dedicada à causa da Polônia. Com sua
morte, a França perde um
amigo", um "defensor incansável das ideias nas quais acredita"
que sempre lutou por democracia, liberdade e contra o totalitarismo,
acrescenta.
Estados
Unidos
Os
Estados Unidos expressaram suas condolências à
Polônia pela "terrível tragédia". "É uma
terrível tragédia para
a Polônia. Enviamos nossas sinceras condolências ao povo
polonês",
declarou em um comunicado oficial, Philip Crowley, porta-voz da
diplomacia
americana.
Vaticano
O papa
Bento XVI expressou hoje sua "profunda
dor" pela morte neste sábado do presidente da Polônia,
Lech Kaczynski. Em
um telegrama de condolências enviado ao titular do Parlamento
polonês,
Bronislaw Komorowski, divulgado pelo Vaticano, Bento XVI expressa suas
condolências e a proximidade a todos os poloneses pela morte de
seu chefe de
Estado.
"É
com profunda dor que recebi a notícia da
trágica morte do senhor presidente Lech Kaczynski, de sua mulher
e das pessoas
que o acompanhavam em viagem a Katyn", comenta o papa. No texto, o
Pontífice afirma que confia a todas as vítimas de "este
dramático
acidente" a "bondade de Deus misericordioso" para que os acolha
em sua glória.
"Às
famílias dos mortos e a todos os
poloneses, apresento minhas sinceras condolências, minha
proximidade
espiritual. Neste difícil momento
imploro
pelo povo polonês com uma bênção especial
de Deus onipotente", conclui o papa
Nações
Unidas
O secretário-geral
da ONU, Ban Ki-moon,
destacou a "convicção" de Kaczynski na hora de governar.
Ban,
segundo um comunicado divulgado hoje por seu
porta-voz em Nações Unidas, expressou sua
"comoção" pelo acidente
aéreo em Smolensk. "Em nome das Nações Unidas, o
secretário-geral expressa
suas mais profundas condolências ao povo e ao Governo da
Polônia, assim como às
famílias dos mortos", disse o porta-voz de Ban, Martin Nesirky.
Acrescentou
que para o principal responsável das
Nações Unidas, "o presidente Kaczynski serviu a seu
país e a seu povo com
distinção e convicção, e mereceu o respeito
internacional".
Otan
O
secretário-geral da Organização para o Tratado do
Atlântico Norte (Otan), Anders Fogh Rasmussen, afirmou que "em
nome da
Otan, e em meu nome pessoalmente, expresso minhas mais profundas
condolências
para o povo da Polônia e para os familiares do presidente e de
sua esposa e de
todos os que morreram nesse terrível acidente. Esta é uma
tragédia para eles e
para a Polônia. Meus pensamentos estão com eles hoje". As
informações são
da Dow Jones e da Associated Press.
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Nota
do AGT: Alem
do presidente da Polônia Sr. Lech
Kaczynski, o
acidente vitimou outras 95 pessoas, todas do alto escalão do
Governo da Polônia.
Uma Trágica
ironia
do destino, a delegação polonesa morta na tragédia
aérea se dirigia à
"Floresta da Morte" em Katyn, perto de Smolensk, para marcar o 70º
aniversário do massacre de 22.000 oficiais poloneses pela
polícia de Stalin. Na
foto abaixo, da Secretaria de Impressa, órgão ligado a
Presidência da República,
o presidente Lula cumprimenta o então Presidente Polonês.
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| Secretaria
de Imprensa / Foto: Ricardo Stuckert / PR |
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Acidente
com
aeronave de instrução do Aeroclube de Porto Nacional
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| Abril, 08/2010 |
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Segundo
o Jornal do Tocantins caiu na tarde ontem, em Porto Nacional, uma
aeronave
prefixo PP-GBW no Setor Imperial. O jornal não diz, mas,
trata-se de uma
aeronave tipo monomotor leve, modelo ‘Aero Boero’ de
propriedade do Aeroclube
de Porto Nacional e utilizada pelo aeroclube em treinamentos de alunos
em
formação para piloto privado. Abaixo a
transcrição na integra da nota divulgada
pelo jornal.
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Acidente
com avião monomotor em Porto
Palmas -
Um
acidente foi registrado na tarde de ontem em Porto Nacional com um
avião
monomotor, prefixo PP-GBW, no Setor Imperial, em Porto Nacional. O
piloto,
Adriano Pinheiro Amaral, de 32 anos, e o co-piloto, que não teve
o nome
revelado, não ficaram feridos. Bombeiros isolaram a área
e monitoraram a
aeronave até o momento em que foi removida pelos
responsáveis, para evitar uma
explosão. Durante o acidente, o avião bateu em um poste e
teve uma asa
quebrada.
A
suspeita é que tenha ocorrido uma pane no motor da
aeronave. Segundo testemunhas, o piloto afirmou que o motor apagou e
ele tentou
fazer um pouso forçado no meio da rua. (Isabelle Bento, com
informações do
Corpo de Bombeiros)
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| Mudança
climática causa
mais turbulência nos voos |
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Fonte:
Mariana Lenharo (Jornal da Tarde) -
Imagens: Veja.com / fas.org
Via:
Desastres
aéreos News
Abril, 05/2010 |
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Fenômeno
é intensificado pelo desequilíbrio entre a temperatura na
superfície e nas camadas mais elevadas da atmosfera e favorece a
formação de
correntes de jatos por causa dos contrastes do clima entre polos e
trópicos
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A
sensação vai desde
um leve friozinho no estômago até o mais terrível
desespero diante da iminência
de uma queda. Os passageiros não passam ilesos por uma
turbulência em voo mas,
por culpa do aquecimento global, devem começar a se acostumar
com a frequência
cada vez maior com que elas vêm acontecendo, como a que deixou 20
feridos no
dia 25 de maio de 2009 em um voo da TAM procedente de Miami meia hora
antes de
pousar em Guarulhos (clique
sobre a imagem acima para ampliá-la).
A
conclusão é de
especialistas das áreas de meteorologia, aviação
civil e engenharia
aeronáutica. “O aquecimento global dá origem a um
número maior de fenômenos
atmosféricos extremos, dentre eles os que são
responsáveis pela turbulência
aeronáutica”, diz o professor Rubens Villela,
meteorologista do Instituto de
Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da
Universidade de São Paulo
(IAG-USP).
Ele
é o autor de um
artigo publicado no ano passado pela revista Aero Magazine em que
questiona
qual tem sido a causa da recorrência do aumento de
turbulências. “Seria mais um
sinal da comprovada mudança climática global?”
Villela cita sete ocorrências de
repercussão mundial só em 2009, sem contar o acidente do
voo 447, da Air
France, que matou 228 pessoas.
Desde
que o homem
começou a voar, as turbulências já se apresentavam
como obstáculos. Elas
ocorrem por causa das mudanças de velocidade e
direção do ar. A movimentação é
semelhante à agitação da superfície do mar,
mas não se pode vê-la.
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Existem
duas
principais causas para a turbulência em voo: a passagem das
aeronaves por rotas
próximas de cúmulos-nimbos, que são enormes nuvens
de tempestade, ou o encontro
de uma corrente de jato (ou jet stream - imagem acima), fluxos de ar
fortes e
estreitos.
Nos
dois casos, o
aquecimento global - que é o aumento da temperatura média
do ar perto da
superfície terrestre - atua como potencializador. Ele provoca um
desequilíbrio
maior entre a temperatura na superfície e nas camadas mais
elevadas da
atmosfera, estimulando a formação de
cúmulos-nimbos, além de aumentar o
contraste entre a temperatura dos polos e dos trópicos,
intensificando as
correntes de ar.
Apesar
de ser um
assunto recorrente entre pilotos e especialistas da área, ainda
não existem
estudos que comprovem esse fenômeno. “Ainda é
difícil determinar com que
intensidade e em que lugares isso ocorre”, afirma o engenheiro
aeronáutico
James Waterhouse, professor da USP de São Carlos.
“Trata-se de uma conclusão
qualitativa e não quantitativa.” O meteorologista da
Climatempo Marcelo
Pinheiro concorda e reforça que ainda é preciso mais
estudos sobre a influência
do clima no aumento das turbulências. “Não dá
para confirmar a teoria porque
precisa-se pesquisar o assunto.”
Para o
piloto George
William Sucupira, presidente da Associação de Pilotos e
Proprietários de
Aeronaves (Appa), não há dúvida de que o clima
está mudando e, com ele, as
instabilidades nos voos aumentando. “Turbulências sempre
ocorreram, porém isso
está se tornando mais frequente. Antes, os casos eram mais
isolados.”
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Mudanças
O que
muda para as
companhias aéreas e para quem viaja de avião? “As
providências envolvem a
mudança na logística do transporte aéreo”,
afirma o piloto Marcus Reis,
coordenador dos cursos de Ciências Aeronáuticas e
Gestão da Aviação da
Universidade Estácio de Sá, no Rio.
Para
ele, a medida
mais urgente a ser adotada é manter os passageiros com os cintos
atados durante
todo o voo. Reis afirma que os próprios pilotos já
estão percebendo em quais
zonas passaram a enfrentar mais turbulências e pedindo a
mudança de rotas. Mas
a operação que envolve custos, porque pode aumentar o
tempo de voo e o consumo
de combustível.
O
fenômeno não é
reconhecido pelos órgãos oficiais. A Agência
Nacional de Aviação Civil (Anac),
o Centro de Investigação de Acidentes Aeronáuticos
(Cenipa) e a Força Aérea
Brasileira (FAB) preferiram não se manifestar.
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| São
Paulo recebe Feira Nacional de Aviação civil |
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Fonte:
Mercado & Eventos
Via:
Desastres aéreos News
Abrli,
05/2010
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A
terceira edição da
Feira Nacional de Aviação Civil será realizada
entre os dias 28 e 30 de maio em
São Paulo, ao lado do Aeroporto de Congonhas. O evento, que deve
receber mais
de 50 mil pessoas, terá exposição de aviões
e helicópteros, além de oficinas e
outras atividades.
No
primeiro dia, o
acesso à feira será restrito aos alunos de escolas
públicas. Nos outros dois
dias, será aberto ao público. A entrada é
gratuita, mas os visitantes podem
doar um quilo de alimento não-perecível. O evento
é organizado pela Sator e
conta com o apoio da Anac (Agência Nacional de
Aviação Civil). A feira já
passou por Brasília, em 2008, e pelo Rio de Janeiro, em 2009.
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| Avião
da Esquadrilha da Fumaça cai durante
apresentação e piloto morre |
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Fonte:
Folha
Via:
GeoPolítica Brasil
Abril, 02/2010
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É
com pesar que publicamos a notícia abaixo, em
nome do Grupo Union deixamos nossos pesares ao
Esquadrão de Demonstrações
Aéreas da
FAB – Força Aérea Brasileira, e
conhecido mundialmente como Esquadrilha
da Fumaça, extensivo
aos
familiares do piloto vitimado. A
todos
eles nossas sinceras condolências.
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Um
avião da Esquadrilha da Fumaça caiu na tarde
desta sexta-feira
durante uma apresentação no aeroporto federal de
Lages, em Santa Catarina,
informou o Corpo de Bombeiros da cidade. O piloto, único a
bordo na aeronave,
morreu na hora.
O
acidente ocorreu por volta das 17h15, quando o piloto tentou fazer uma
manobra, mas acabou caindo a 100 metros da pista do aeroporto.
O
piloto, que comandava uma aeronave modelo Tucano T-27, fazia uma
apresentação em comemoração
dos 68 anos do aeroclube de Lages. Segundo o Corpo
de Bombeiros, cerca de 20 mil pessoas assistiam ao evento.
O
local do acidente foi isolado pelo Exército e pela
Esquadrilha da
Fumaça. As causas do acidente serão investigadas
pela Força Aérea.
No
acidente faleceu o fumaça 7, Capitão
Anderson
Amaro Fernandes.
Nota do Blog
GeoPolítica Brasil:
É muito triste dar a notícia da morte
de um de nossos pilotos e um de nossos amigos, estou tentando contato
para
saber qual de nossos amigos sofreu tal fatalidade, o
GeoPolítica Brasil esta de
luto, e aguardamos a notícia sobre qual dos membros da nossa
Esquadrilha da
Fumaça esta deixando-nos para voar agora mais alto, agora
junto aos grandes
heróis de nossas asas.
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| O
Otimismo em alta na
aviação doméstica |
| Abril,
01/2010 |
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As
duas matérias
que publicamos abaixo dão uma radiografia do otimismo das
empresas envolvidas
no transporte aéreo regular dentro do país. Na
primeira a
ANAC – Agencia
Nacional de Aviação Civil aponta um crescimento
de quase
5% em fevereiro de
2010 em comparação ao mesmo período do
ano
passado. Na segunda a Azul Linhas
Aéreas após amargar um período de
estabilidade
enxerga um futuro de crescimento
fervoroso de 20% no transporte aéreo doméstico.
Seu
principal executivo, Pedro
Janot, vê esses parâmetros apoiados no crescimento
do PIB -
Produto Interno Bruto.
Apesar
desse otimismo todo, a aviação brasileira a nosso
ver,
poderia
estar galgando espaços bem maiores se não fosse
os
entraves já bem conhecidos,
como: a falta de investimentos do setor público na
infra-estrutura
aeroportuária, a desburocratização das
concessões e inúmeros outros gargalos
que obrigam as empresas a funcionarem com “marca
passos”.
Enquanto
assistimos uma disputa acirrada por “janelas” em
Congonhas
–
SP, considerado pelas empresas aéreas como sendo o mais
lucrativo dos
aeroportos brasileiro e onde todas elas gostariam de estar, temos uma
vasta
região do Brasil que não tem outros meios de
locomoção para seus habitantes a
não ser o transporte terrestre ou fluvial. Muitos aeroportos
mal
dimensionados,
mal assistidos e que, quando tem uma linha regular não tem
competitividade
permitindo assim a cobrança de preços
exorbitantes nos
bilhetes de passagem
inibindo o acesso da maioria das pessoas a esses serviços.
Apesar
de todos os obstáculos a aviação
regular regional
se mantém otimista,
e os brasileiros também.
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| Fluxo
na aviação
doméstica cresce 42,8% em fevereiro |
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As
companhias aéreas
brasileiras registraram crescimento de 42,89% no número de
passageiros transportados
no País em fevereiro, na comparação a
fevereiro de
2009, segundo dados
divulgados hoje pela Agência Nacional de
Aviação
Civil (Anac). Nos dois
primeiros meses do ano, o crescimento foi de 36,46% em
relação ao primeiro
bimestre de 2009.
Em
fevereiro, a taxa
média de ocupação dos
aviões nos voos
domésticos ficou em 71,63%, o que
representa um aumento de 10,91 pontos porcentuais ante a taxa de 60,72%
registrada em fevereiro do ano passado.
A
TAM
respondeu em
fevereiro por 42,42% do mercado, abaixo dos 49,82% de um ano antes. Sua
taxa de
ocupação foi de 69,08%, ante 60,86% em fevereiro
de 2009.
O
grupo
Gol/Varig, por
sua vez, registrou uma participação de 41,61% do
setor,
superior aos 40,20% de
fevereiro de 2009. A taxa de ocupação, de 72,44%
no
mês passado, superou os
60,04% de um ano antes.
A
Webjet aparece com
6,34% do mercado, ante 3,74% em fevereiro de 2009, e sua taxa de
ocupação ficou
em 79,32% (contra 61,44% de fevereiro de 2009). A Azul Linhas
Aéreas vem na
sequência, com 5,20% do mercado em fevereiro (ante 1,70% em
igual
mês de 2009)
e ocupação de 85,74% em seus voos, porcentual que
era de
64,30% no segundo mês
de 2009. Quinta colocada, a OceanAir ficou com 1,67% de
participação de mercado
em fevereiro, abaixo dos 2,67% de fevereiro de 2009. Mas sua taxa de
ocupação
subiu de 67,40% nesta comparação 69,01% neste
período.
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| Azul
prevê expansão de até 20% da
aviação
doméstica |
|
| Após
ano de
crescimento 'zero', presidente da companhia aérea
espera
que Azul dobre de
tamanho em 2010 |
|
Alessandra
Saraiva, da Agência Estado
Abril,
01/2010 |
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RIO
- O
mercado de aviação doméstico deve
crescer
entre 17% e 20% este ano, segundo o presidente da Azul Linhas
Aéreas, Pedro
Janot. O executivo fez a previsão com base nas estimativas
de
crescimento do
Produto Interno Bruto (PIB) para 2010, que apontam um avanço
de
até 6% ante o
ano anterior. Ele lembrou que há uma estreita
ligação entre o aumento do PIB e
a demanda no setor de aviação.
No
ano
passado, apesar da crise, o mercado teve
taxa de crescimento de 17%, de acordo com o executivo. "Em 2009, foi
uma
coisa muito desigual; tivemos crescimento zero, por assim dizer, no
primeiro
semestre; e avanço de 30% no mercado de
aviação no
segundo semestre. Um
resultado acabou equilibrando o outro", explicou.
Segundo
o executivo, a Azul pretende participar
ativamente deste processo de crescimento. "A minha companhia
praticamente
vai dobrar de tamanho este ano", afirmou. Ele lembrou que a Azul tem
previsão de receber sete aeronaves encomendadas da Embraer
este
ano, e terminar
2010 com uma frota de 21 aviões, como previsto.
"Já
recebemos uma
aeronave, há três semanas. Agora faltam mais
seis",
informou. O executivo
comentou ainda que a empresa atenderá 18 localidades
até
maio, quando será
incluída a capital de Mato Grosso, Cuiabá.
Ele
lembrou ainda a recente aquisição de dois slots
(horários de pouso e decolagem) no Aeroporto de Congonhas
(SP)
para fim de
semana. "Isso é limitado, mas é muito importante,
pois a
Justiça
brasileira entendeu que os slots são de propriedade do
governo
federal,
gerenciados pela Anac", afirmou. A Azul deve começar a voar
em
Congonhas a
partir de abril. Atualmente o aeroporto "hub" de
operações da Azul é
o de Viracopos, em Campinas (SP).
Ocupação
A
Azul
deve fechar março com uma ocupação em
torno
de 86%, segundo Janot. "É o nosso padrão, esse
patamar.
Tivemos ocupação
de 90% em janeiro e de 86% em fevereiro", disse.
Ele
destacou que, atualmente o mercado doméstico
encontra-se muito aquecido para o setor de
aviação. Em
sua palestra durante
workshop oferecido pela Federação das
Indústrias
do Rio de Janeiro (Firjan),
hoje, o executivo comentou que nos próximos meses
ocorrerão "grandes
movimentos na aviação". Isso porque Janot espera
um
aumento na demanda de
passageiros originados da classe C. "Creio que voar de avião
é a última
fronteira para essa classe média, e as empresas sabem
disso",
afirmou, não
descartando uma onda de promoções e facilidades
para
pagamento nos próximos
meses a serem oferecidas pelas companhias aéreas, na
tentativa
de atrair este
tipo de cliente.
No
mesmo evento, o executivo reiterou a proposta de
fazer a oferta pública de ações da
Azul em 2011.
Janot afirmou ainda que a
empresa está bem capitalizada, e não pensa em
operações como de debêntures ou
commercial papers para captar dinheiro no mercado.
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| UMA
MARCA HISTÓRICA EM
FEVEREIRO DE 2010 |
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Embora
a data de inicio do nosso site seja de 25 setembro passado, levou cerca
de dois
meses para ter essa ‘cara’ atual. Nesse entremeio
tivemos
com uma média diária de
200 visitas mês, porem com a entrada do site no Grupo
Union, união de cinco
sites e blogs ligados a área de
geopolítica,
tecnologia de ponta e aviação, e assim, chegamos
a nossa
primeira marca
histórica com apenas cinco meses de
atuação, 2.117
visitas alcançadas no mês de
fevereiro de 2010, uma média superior a 75 visitas
diárias, de leitores em
diversos países. (vejam os relatórios do provedor)
Queremos
agradecer a todos que nos fizeram atingir esse patamar. Aos leitores
aeronautas
- internautas e também, aos nossos parceiros que tem
colaborado
de todas as
formas possíveis, transmitindo sem
restrições
matérias do interesse direto do
nosso público alvo, sugestões e link’s
que,
acreditamos estamos mantendo
atualizados nossos leitores.
Ao
atingirmos essa marca aumenta também a nossa
responsabilidade de
ter o nosso veículo
sempre atualizado, pois esperamos vocês voltando sempre com
sede
de informações
e conhecimentos. Da nossa parte pretendemos oferecer
informações prazerosas, respeitosas,
recentes e confiáveis, fazendo o nosso melhor naquilo que
nos
propusemos.
Muito
Obrigado de coração a todos vocês.
Gurupi
– Tocantins, 02 de março de 2010.
Aviação
Geral do
Tocantins
Editor:
Roberto Maranhão
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| Combustível
de Avião adulterado |
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Fonte:
Estadão
Via: GeoPolítica
Brasil
Fev,
23/2010 |
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Depois
de "batizar" a gasolina usada por carros e motos, a
máfia dos combustíveis investe agora em um novo
ramo: a
aviação. Interceptações
telefônicas feitas com autorização da
Justiça revelam que donos de
distribuidoras com sede no interior de São Paulo estavam
"fabricando"
gasolina azul, usada por aviões de pequeno porte. Os grampos
serviram de prova
para que promotores do Ministério Público
Estadual (MPE)
conseguissem a
condenação e prisão de dez pessoas
acusadas de
formação de quadrilha, danos ao
meio ambiente e crimes contra a ordem econômica.
Os
mandados de prisão foram cumpridos ontem pela
Polícia
Federal em
Limeira, Cordeirópolis, Niterói e Rio. Dos dez
acusados,
quatro continuavam
foragidos. Na última sexta-feira, a 3ª Vara
Criminal de
Limeira condenou
empresários e funcionários de distribuidoras de
combustíveis a penas que variam
de 1 ano e 8 meses a 2 anos e 9 meses de prisão,
além de
multas aos réus, uma
delas no valor de R$ 18,9 milhões.
Os
diálogos que apontam a adulteração de
gasolina
azul foram gravados
por policiais civis de Araraquara. Em um deles, um
funcionário
da Sigja Química
Geral Ltda. chamado José conversa com um homem identificado
como
coronel
Gerson. "Peguei uma amostra daquela gasolina deles. A gasolina azul,
lá", diz Gerson. "Vou fazer uma amostra pra eles testar
(sic)".
O interlocutor chega a alertar para o perigo. "É... mas
avião não pode ter
erro", adverte o funcionário da Sigja. "É,
não
pode ter. Ele vai
testar num... num... nunca testa no avião... testa num
coiso,
né?",
responde Gerson.
A
Sigja, alvo maior da investigação aberta em
Araraquara,
pertence a
Antonio Luís de Oliveira, pai de Viviani Armbruster. Durante
as
interceptações,
a empresária conversa com o pai sobre uma
fiscalização da Receita Federal,
pedindo a ele que alerte Humberto Armbruster Neto, preso ontem. As
gravações
telefônicas indicam ainda supostos pagamentos de propina a
funcionários
públicos e corrupção policial. Numa
das conversas,
funcionários de uma das
empresas falam sobre a "venda" de uma carreta apreendida com
combustível adulterado. "Eles acho (sic) que venderam o
produto", diz
um funcionário. "Os caras da polícia?", pergunta
o outro.
"É!".
Os
promotores sustentam que a quadrilha abria empresas de fachada em
nome de laranjas para adquirir grandes quantidades de solvente. O
produto,
muito mais barato que a gasolina, era levado de caminhão
às distribuidoras, e
ali misturado com álcool anidro. A fraude permitia aos
criminosos praticar
preço inferior ao de mercado - em alguns casos, R$ 0,40 a
menos
por litro de
gasolina.
"Foram
oito anos de investigação e, durante todo esse
tempo, os
réus se comportaram como se nada estivesse acontecendo,
certos
da
impunidade", afirmou o promotor José Reinaldo
Guimarães
Carneiro,
coordenador do Grupo de Atuação Especial de
Combate ao
Crime Organizado (Gaeco),
do MPE.
As
investigações mostram que a quadrilha ocultava
bens e
valores
amealhados com o esquema. Segundo o MPE, Armbruster Neto declarou uma
lancha
por R$ 18,8 mil. O preço de mercado, porém, varia
de 400
a 500 mil (mais de R$
1 milhão). O mesmo foi feito com um helicóptero
modelo
Pelicano, que teria sido
vendido em 2005 por R$ 166 mil, apesar de avaliado em R$ 1
milhão. Os advogados
dos presos não foram localizados.
"Isso
pode derrubar a aeronave"
O
coronel Ricardo Beltran Crespo, chefe do 4.º
Serviço
Regional de
Prevenção e Investigação de
Acidentes
Aeronáuticos (seripa 4), classificou de
"irresponsável" a adulteração de
combustível de avião. "Isso
pode derrubar a aeronave", advertiu. A gasolina azul é usada
por
aviões de
pequeno porte com motores a pistão (os grande jatos utilizam
querosene). O
militar explica que, como esses motores trabalham com
rotação mais baixa, os
riscos de acidente em caso de falha são elevados.
Mais
do
que os motoristas de automóveis, diz Crespo, os pilotos de
avião
ficam totalmente reféns do distribuidor de
combustível.
"Quando você
abastece em um posto de combustíveis, por exemplo,
é
possível aferir a
qualidade do produto pelo tubo de ensaio que fica acoplado à
bomba",
compara. "No avião isso não existe. O
caminhão da
distribuidora encosta na
pista e abastece a aeronave. A única coisa que se verifica
é a presença de água
no combustível, mais nada."
Outro
aspecto destacado pelo militar é o desgaste das
peças,
acentuado
pelo uso de combustível "batizado". "As peças de
um
avião são
projetadas para durar um certo tempo e depois devem ser
obrigatoriamente
trocadas. Só que, com a gasolina adulterada, esse prazo
acaba
encurtado, sem
que os pilotos consigam se precaver", afirma.
|
|
Nota
AGT:
Olha
isso ai pilotada, será bom ficarem de olho
onde estão comprando AVGAS, o barato pode sair muito caro
quando
fechar a
conta. Os abastecedores que nos revendem o produto têm que
ficar
alerta para
saber de onde os distribuidores estão adquirindo esse
combustível. Obrigado, em
nome dos pilotos ao Geo Política Brasil pelo alerta.
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| Primeiro
satélite
brasileiro completa 17 anos em operação |
|
Assessoria
de Imprensa / Inpe
- 09-02-2010
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Quando
lançado pelo foguete norte-americano
Pegasus, em 1993, a expectativa era de apenas um ano de vida
útil. Contudo, o
Satélite de Coleta de Dados (SCD-1)se mantém
operacional
e retransmitindo
informações para a previsão do tempo e
monitoramento das bacias hidrográficas,
entre outras aplicações.
O
lançamento do SCD-1 foi o início da
operação do Sistema de Coleta de Dados
Brasileiro, que
consiste em uma rede de
satélites em órbita baixa que retransmite as
informações ambientais recebidas
de um grande número de plataformas de coleta de dados
espalhadas
pelo
território nacional. Atualmente, o Sistema de Coleta de
Dados
é composto pelos
satélites SCD-1, SCD-2 (lançado em 1998), e
Cbers-2B
(2007), sendo que suas
informações são
distribuídas a diversas
instituições no Brasil e no exterior.
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|
O
satélite capta e retransmite os sinais
das plataformas para a estação de
recepção
e processamento do Inpe em Cuiabá (MT)
e depois os dados são transmitidos para a unidade de
Cachoeira
Paulista (SP),
onde ficam à disposição das empresas e
instituições usuárias do sistema. Os
dados coletados pelo satélite SCD-1 são
utilizados em
diversas aplicações, como
previsão de tempo, estudos sobre correntes
oceânicas,
marés, química da
atmosfera, planejamento agrícola, entre outras. Uma
aplicação de grande
relevância é o monitoramento das bacias
hidrográficas, que fornecem dados
fluviométricos e pluviométricos. Os dados
estão
disponíveis no endereço:
http://satelite.cptec.inpe.br/PCD/"
target="_blank">http://satelite.cptec.inpe.br/PCD/
|
 |
| AEB
divulga resultado do
Programa Uniespaço |
|
Coordenação
de
Comunicação Social/AEB 10-02-2010
|
 |
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A
Agência Espacial Brasileira (AEB)
divulgou, na segunda-feira, 8 de fevereiro, o resultado do terceiro
Anúncio de
Oportunidades (AO) do Programa Uniespaço. Dos 59 projetos
inscritos, 33 foram
aprovados. Estes receberão R$ três
milhões nos
próximos dois anos para serem
desenvolvidos.
Consultores
internos do Instituto Nacional
de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Departamento de Ciência e
Tecnologia
Aeroespacial (DCTA) e externos – pesquisadores da
área
aeroespacial -
analisaram todos os projetos levando em
consideração sua
relevância,
competência e capacidade de execução.
Os
consultores internos analisaram a
pertinência do projeto apresentado ao Programa Espacial
Brasileiro e os
externos, o mérito técnico-cientifico dos
projetos.
Os
aprovados neste anúncio de oportunidades
serão comunicados formalmente pela AEB. Deverão
assinar
um termo de compromisso
e, então, receberão
instruções para a
utilização dos recursos.
“Veículos
Espaciais” é a temática de 17 dos
projetos aprovados. Sete são sobre “Controle
Embarcado de
Satélites
Artificiais” e três sobre “Sensoriamento
Remoto”. O tópico do restante é
“Materiais”. As instituições
que mais tiveram
projetos aprovados foram o Instituto
Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o Instituto de
Estudos
Avançado (IEAv).
|
|
Uniespaço
|
|
Segundo
o diretor de Satélites, Aplicações
e Desenvolvimento da AEB e responsável pelo Programa
Uniespaço, Thyrso Villela,
“a ideia é engajar as universidades no
esforço
brasileiro de domínio das
tecnologias espaciais”. O Uniespaço foi criado em
1997 e,
desde então, integra
o setor universitário no desenvolvimento de produtos e
processos, análises e
estudos de interesse do setor espacial. Seus objetivos são
estimular e ampliar
a participação de universidades e outras
instituições de pesquisa no Pnae;
promover projetos de pesquisas a partir de temas selecionados pelo
programa,
gerando produtos tangíveis e
não-tangíveis,
podendo incluir o desenvolvimento
de protótipos e aprimorar núcleos de pesquisa e
desenvolvimento, capacitando-os
a executar projetos de maior vulto e complexidade. Nos três
anúncios de
oportunidade que a AEB já lançou, 44 projetos
foram
beneficiados.
O
Uniespaço publica Anúncios de
Oportunidades nos quais são estabelecidos temas e demais
condições para
encaminhamento de propostas que devem considerar a possibilidade
efetiva de
aplicação futura. No site da AEB, basta clicar na imagem
acima,
é possível encontrar, dados de como os projetos
devem ser
apresentados, as
portarias e os documentos base do programa.
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 |
| O
fascínio da aviação começa
desde cedo |
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Fonte:
Aviação & Música
Fev,
18/10
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Eu
pelo menos ainda tenho bem guardada a lembrança da primeira
vez que
fui levado pelo meu irmão ao aeroporto de Congonhas.
Eu
não lembro a minha idade, não lembro em que ano
foi. Mas lembro que
era noite e vi Electras, 727, 737. E vi pessoas trabalhando perto dos
aviões,
vi caminhões de comida encostando nos aviões, vi
muitas luzes piscando e ouvi o
barulho de jatos e hélices.
E
lembro que não queria mais ir embora…
Entendendo
esse fascínio que a aviação provoca
nas crianças, a United
Airlines possui um programa anual chamado de “Fantasy
Flight”, em que um dia no
ano é reservado para levar crianças para conhecer
de perto um avião da empresa
(as vezes com um voo de verdade, que se tudo der certo
acontecerá ano que vem
aqui no Brasil também).
Alguns
funcionários (como eu e de vários outros setores)
tornam-se
voluntários durante este dia, ajudando com tudo o que for
possível para ver o
brilho no olhar das crianças.
Já
fizemos este Fantasy Flight para crianças carentes de uma
comunidade
em Guarulhos, para filhos de funcionários da Infraero, para
filhos de
funcionários da própria United, enfim, tentamos
abranger o máximo possível. E
com a segurança de hoje em dia nos aeroportos, tem sido cada
vez mais difícil,
mas temos conseguido a cooperação das autoridades.
Para
as refeições a bordo, nós conseguimos
lanches do McDonald’s,
refrigerantes das empresas que fornecem comissaria para as empresas,
organização com o pessoal da segurança
e todos se juntam para ajudar, dá um
pouco de trabalho mas é muito recompensador.
O
último Fantasy Flight aconteceu no dia 17 de Dezembro e
tivemos até a
visita de um cão da Polícia Federal (veja no
vídeo 1).
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Mas
o mais interessante deste ultimo voo de fantasia foi um garoto
chamado Pedro, que é fissurado em
aviação e que eu acompanhei desde a entrada
no aeroporto até a saída, e fiz estes dois
vídeos que valem muito a pena
assistir.
Observem
o naipe das perguntas dele..rs
Vejam
abaixo o vídeo 2
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Nota do
Aviação Geral do Tocantins
- Ao ver a matéria publicada pelo
blog Aviões & Músicas lembrei quando
levava o meu filho ao aeroporto, como
ficava feliz. Hoje com 26 anos, é piloto e administrador de
um Aeroporto nos
Estados Unidos. A nosso ver, todas as crianças deveriam ter
uma oportunidade
como essa que está sendo mostrada pelo menos uma vez. Com
esse propósito retransmito
a matéria do blog e quero desejar aos participantes um muito
obrigado em nome
das crianças, e tenho esperanças de que em breve
possamos fazer o mesmo no
Tocantins.
Parabéns
pela grande matéria.
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Link
para
a matéria no blog:
http://www.avioesemusicas.com/aviacao/o-fascinio-da-aviacao-comeca-desde-cedo/
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Brasil
ganhou 2,9 mil novos pilotos em 2009
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Fonte:
ANAC – Agencia Nacional de Aviação
Fev, 18/2010
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Mais
de
2,6 mil
pessoas foram aprovadas em exames da ANAC em 2009 e se tornaram pilotos
da
aviação civil. A maioria é de
pilotos
privados de avião, primeira etapa
para iniciar na carreira ou voar apenas aeronaves particulares. Entre
os
profissionais, foram habilitados 513 pilotos comerciais de
avião
e 230 pilotos
de linha aérea. De helicópteros, a ANAC emitiu
licenças para 224 pilotos
privados, 105 pilotos comerciais e outros 41 de linha aérea,
embora não exista
o serviço de linha aérea de
helicópteros no
Brasil, esses profissionais possuem
a qualificação. Além destes, a ANAC
também
emitiu licenças para 83 pilotos de
planador, quatro de balão e 210 certificados de piloto de
recreio (específicos
para a aviação experimental). A Agência
ainda
habilitou 552 comissários de
bordo, 793 mecânicos de manutenção, 44
despachantes
operacionais de voo, 17
operadores de equipamentos especiais e seis mecânicos de voo.
No
total, foram
4.034 novas licenças e habilitações
emitidas
durante o ano 2009, porem, ficaram
abaixo das 5.162 de 2008.
Mais
de 2,6 mil pessoas foram aprovadas em exames da ANAC
em 2009 e se tornaram pilotos da aviação civil. A
maioria
(1,2 mil) é de
pilotos privados de avião, primeira etapa para iniciar na
carreira ou voar
apenas aeronaves particulares. Entre os profissionais, foram
habilitados 513
pilotos comerciais de avião e 230 pilotos de linha
aérea.
De helicópteros, a
ANAC emitiu licenças para 224 pilotos privados, 105 pilotos
comerciais e outros
41 de linha aérea – embora não exista o
serviço de linha aérea de helicópteros
no Brasil, esses profissionais possuem a
qualificação.
Além destes, a ANAC
também emitiu licenças para pilotos de planador
(83), de
balão (4) e 210
certificados de piloto de recreio (específicos para a
aviação experimental). A
Agência ainda habilitou 552 comissários de bordo,
793
mecânicos de manutenção,
44 despachantes operacionais de voo, 17 operadores de equipamentos
especiais e
6 mecânicos de voo. No total, foram 4.034 novas
licenças e
habilitações
emitidas pela ANAC em 2009, abaixo das 5.162 de 2008.
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Prorrogadas
as inscrições
para bolsas de estudos
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A
ANAC
prorrogou para 25 de março as
inscrições do
processo seletivo para 213 bolsas de estudo para homens e mulheres, de
18 a 35
anos, que pretendam concluir o curso de Piloto Privado (139 vagas) ou
de Piloto
Comercial (74 vagas). Os candidatos já deverão
ter
realizado pelo menos 25% das
horas previstas no curso desejado e terão de passar por
prova
teórica e
avaliação prática de
proficiência em
aeronave de instrução. A prova objetiva
foi remarcada para o dia 18 de abril, às 9h, na cidade
escolhida
pelo candidato
no momento da inscrição. Os bolsistas
terão aulas
práticas em 19 aeroclubes de
oito Estados (São Paulo, Minas Gerais, Paraná,
Santa
Catarina, Rio Grande do
Sul, Ceará, Maranhão e Tocantins), com a
supervisão da ANAC. O projeto tem o
investimento de R$ 3 milhões do Programa de Desenvolvimento
da
Aviação Civil,
do Ministério da Defesa. Consulte o edital e a ficha de
inscrição clicando
na imagem.
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Mais
informações pelo e
mail:capacitacao.ger5@anac.gov.br
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Avião
sai da pista e provoca fechamento do Aeroporto de Marte em
São
Paulo
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Fonte:
Radar Aéreo
Fev, 18/10
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Um
avião saiu da
pista no momento em que fazia um pouso no aeroporto Campo de Marte, em
São
Paulo, por volta das 19h. De acordo com a Infraero, o piloto do
avião conseguiu
controlar a aeronave e realizar o pouso normalmente. Não
houve danos e não há
registro de feridos. Chovia no momento do incidente. Em
razão do deslize, o
Campo de Marte foi fechado para normalização.
Não há previsão para a
reabertura.
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O
Infraero não soube
informar o tamanho do avião, nem sua procedência e
companhia que operava. O
aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, fechou
para pousos e
decolagens por causa da chuva. Segundo a Infraero, a
interdição aconteceu às
18h49 e reabriu às 19h33. Aeronave em questão
é um Phenom 100 PR-UUT.
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Nota
do AGT:
O
incidente ocorreu na tarde de quarta
feira, 17 de fevereiro, várias notas da imprensa classificam
a
aeronave como E
50 P, porem, trata-se de Embraer Phenom 100, prefixo PR-UUT,
ninguém ficou
ferido e os danos, se existem, parecem pequenos. Veja no
vídeo
bastante
sensacionalista.
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MONOMOTOR
FAZ POUSO FORÇADO NO INTERIOR DE SP
Aeronave
pousou em pastagem, na cidade de Anhembi.
Ninguém
foi achado no local; polícia suspeita de tráfico
de
drogas.
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Fontes:
G1 / TV Tem / Solange Spigliatti (Agência Estado)
Via: Blog
Noticias sobre aviação
Fev, 16/10
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Um
monomotor com
capacidade para dois lugares fez um pouso forçado em uma
área de pastagem, na
manhã desta segunda-feira (15), em Anhembi,
a 255 km de São
Paulo. O local fica a 7 km do centro da cidade.
O
avião foi
encontrado pelo caseiro da fazenda. Como a porteira da fazenda estava
arrombada,
Nivaldo Donizete Pereira da Silva ficou assustado e chamou a
polícia.
"Achei que tinha alguém machucado, chamei a
polícia e levaram embora.
Assutei né", conta o funcionário.
Pela
dificuldade de
acesso, a polícia acredita que os ocupantes tenham usado um
GPS para pedir
ajudar e retirar a carga do avião. "Durante a madrugada, foi
observado que
há rastros de pneu. Possivelmente, alguém veio
resgatar. Tiraram alguma coisa
do avião e passaram pelo vão da cerca", explica
Carlos Magno, policial
militar.
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No
pouso forçado, a
hélice, parte das asas e o trem de pouso foram danificados.
No chão, estão as
marcas da aterrissagem forçada. Como não havia
ninguém no avião, os policiais
fizeram buscas na região, mas ninguém foi
encontrado.
Dentro
da aeronave
os policiais encontraram uma bússola artesanal, com um
mini-cd e um galão com
uma mangueira. A suspeita é que o combustível
tenha acabado durante o voo.
Segundo
informações
da Agência Estado, durante perícia foram
encontrados documentos do avião, como
certificados e autorização de voo. Ainda
não há informação sobre o
dono do
avião e de seus ocupantes.
A
aeronave foi
retirada da fazenda por um caminhão-guincho e levado para o
pátio, em Anhembi.
Uma
das hipóteses
investigadas pela polícia da região é
que o voo tenha ligação com o tráfico
de
drogas.
Em
um ano, três
aeronaves pequenas fizeram pousos forçados na
região centro-oeste paulista. Em
fevereiro de 2009, em Fartura, um avião foi encontrado
abandonado em uma
estrada rural. Na época, a Anac, a Agência
Nacional de Avião Civil, informou
que os documentos estavam vencidos. Em junho, em Herculândia,
a hélice de uma
aeronave de treinamento se soltou, uma hora após a decolagem
do aeroporto de
Tupã. Piloto e co-piloto tiveram ferimentos leves.
|
|
Nota
do
Autor:
Observando
a
reportagem da TV Tem, nota-se que parte do prefixo da aeronave foi
apagado,
porém, quando o cockpit é mostrado, observa-se no
painel
a inscrição RKM, que,
associada ao PU visível na fuselagem, nos leva a
identificação da aeronave como
sendo o ultraleve Inpaer Conquest 210, prefixo PU-RKM (foto abaixo).
|
 |
| O
ultraleve no Aeroporto
Campo dos Amarais, em Campinas (SP), em 25.07.2008 - Foto: Raphael
Vidotto Carvalho (Airliners.net)
Clique na foto para
ampliar |
 |
| Cadê meu
Rafale? Cadê meu
dinheiro? |
|
Fonte:
Revista Época
Via: NOTIMP
Fev. 15/10
Por
- Paulo Rabello de Castro |
|
Falar
de economia nos dias de carnaval é um
desafio. O tema ideal precisaria ter tempero de batuque e de Big
Brother. Meu
assunto desta edição não chega a ser
assim um
samba, mas poderia render
marchinha de rua dos anos 30 do século passado: guerra e
indústria
bélica. Diversos veículos da imprensa
vêm
tratando como consumada a
decisão do governo federal – ou melhor, do
presidente Lula
em pessoa – de
comprar da França 36 aeronaves supersônicas de
altíssimo poder de fogo.
O
país, ou seja, nós, os contribuintes,
pagaríamos
US$ 6,2 bilhões pelos aviões Rafale, mais US$ 4
bilhões em manutenção. O
pacote faria a felicidade dos franceses, num momento em que
não
há exatamente
dinheiro sobrando mundo afora e em que qualquer disputa entre
fornecedores se
torna muito mais acirrada. A força está com os
compradores. Isso transformaria
o presidente da França, Nicolas Sarkozy, no maior vendedor
do
mundo, pelo tamanho
do “pedido” realizado por nosso
Ministério da Defesa.
Mas
será que com isso ficaremos mais bem
defendidos? O Brasil é um país que tem convivido
em
harmonia com todos seus
vizinhos há mais de um século. Na
última vez em
que nos vimos em conflito por aqui,
a guerra ainda se fazia a cavalo e Santos Dumont nem tinha nascido. O
custo da
proteção, nesse caso especialmente
favorável ao
Brasil – graças à boa
diplomacia nacional –, tem sido muito inferior ao de
países situados em regiões
problemáticas do mundo. Os militares brasileiros
têm
sido até recatados,
eu diria, em sua gastança bélica. Essa atitude de
respeito ao bolso do
contribuinte não é de hoje. Mesmo quando eram
donos da
caneta, os militares se
controlavam no supermercado mundial de armamentos. Será que
as
atuais condições
de segurança do Brasil mudaram tanto assim?
Alega-se,
por exemplo, a necessidade de defesa do
território marinho do pré-sal, nova descoberta
valiosa
para o Brasil do futuro.
Em que cenário de hostilidades uma força inimiga
despejaria seus porta-aviões
sobre a costa brasileira para obter alguma vantagem econômica
permanente sem
sanção internacional? Estaríamos nos
transformando
em mais uma Venezuela,
acossados pela fantasia da iminente invasão ianque? Ou seria
justamente da
fronteira setentrional que viria a nova ameaça a nossa
integridade territorial?
Na
compra dos caças da FAB, a opção do
governo pode
custar US$ 5 bi a mais para nosso bolso.
Essas
são questões tão complexas e
especulativas
que os cidadãos de um país normalmente as delegam
às escolas militares
superiores e às comissões de defesa na
Câmara
Federal e no Senado. A imprensa
tenta repercutir os fatos mais relevantes, entre os quais os custos
finais
desses jogos de guerra hipotética. O cidadão vai
à
guerra sempre, pois é quem
paga a conta da defesa, mesmo que nenhum tiro seja disparado contra o
inimigo.
Contudo, o que ficamos sabendo dos orçamentos
bélicos e
sua justificativa é
absolutamente nada. Por quê?
Dadas
a
pobreza e as contradições da
comunicação
oficial, o debate público nesse tema tem de se basear no
vazamento de
informações. Por esses vazamentos, ouvimos que a
Aeronáutica preferiria, com
base em avaliações técnicas e de
relação entre custo e benefício, os
aviões
suecos. Eles teriam custo menor – compra e
manutenção caberiam em um orçamento
de metade do francês. Estamos falando de US$ 5
bilhões de
diferença a favor de
um equipamento que teria pontuado melhor do que o francês nos
cinco itens da
avaliação dos militares. Se o governo tiver mesmo
decidido pelos caças franceses,
estará usando uma regrinha do Big Brother, a da
“imunidade
do líder”, para
decidir sem amparo técnico o que seria o interesse nacional.
Acho
que estamos virando país desenvolvido porque
gastamos muito com supérfluos – coisa de rico
– e
somos apáticos até em
relação
ao aspecto folclórico desses episódios. Em outros
tempos,
neste Carnaval o povo
sairia à rua cantando uma marchinha bélica. Algo
como
Cadê meu Rafale/Será
qu’ele vale?/Lula voou de Rafale/Mas eu não vi nem
o
cheiro/Epa! Cadê meu
dinheiro?/Cadê meu dinheiro?
Paulo Rabello de Castro
é palestrante em economia, conselheiro de empresas,
autor
de vários
livros, entre eles A grande bolha de Wall Street. Mantém o
Blog
da Bolha
(blogdabolha.com.br) e escreve quinzenalmente em ÉPOCA.
|
|
Nota
do
site:
apesar
de não concordarmos com o Sr. Paulo Rabello
de Castro, temos que concordar com ele quando afirma que o Brasil
durante
vários anos tem gasto pouco com equipamentos
bélicos.
Isso é um fato que
prolonga há várias décadas e,
exatamente por esse
motivo, que nossas forças
armadas, Exército, Marinha e Aeronáutica,
estão a
dezenas de anos atrás de
nações como: EUA, Rússia, China,
França,
Inglaterra e outras; agora está
ameaçado de ser suplantado pelos vizinhos:
Colômbia,
Venezuela e Chile.
Porém,
ao contrário do que diz, o cenário
estratégico
militar mundial mudou e muito após o termino da
“Guerra
fria”, período em que
bastava estar de um ou de outro lado, EUA ou da antiga URSS -
União das
Republicas Socialistas Soviéticas, para garantir uma
estabilidade geopolítica
baseada na cooperação do poderio armado do
parceiro
aliado. Hoje, o mundo
caminha em outra direção, todos serão
obrigados a
ter efetivos militares
capazes de defender não só seu
território como
seus interesses de múltiplas ameaças.
Ameaças que podem vir de uma nação
vizinha ou de
outro continente e até mesmo,
de um grupo terrorista atrás dos recursos naturais cada vez
mais
escassos.
Ter
uma
força militar capaz de enfrentar tais
desafios custará a todas às
nações um
esforço muito grande, tanto em dinheiro para
aquisições daquilo que não
será
possível fazer quanto na busca de tecnologias
para produzir internamente e sozinha reduzindo assim o grau de
dependências de
terceiros. O pouco investimento do passado recente brasileiro foi o
principal
fator de hoje temos que comprar uma tecnologia de quem as tem porque
não as
produzimos, nas quais seus detentores gastaram vultosas somas para
tê-las. Seria
infantil de nossa parte achar que gratuitamente nos cederiam seja
franceses,
americanos, russos ou suecos. O que importa agora será
comprar
os caças e
receber junto o maior pacote possível dessas tecnologias de
quem
estiver
disposto a cedê-las. Não fazer isso significa
passar mais
tempo a mercê da
sorte e arriscar ter que fazer essa aquisição, em
futuro
próximo, por um preço
maior.
|
 |
| São
José dos
Campos: Carta Aberta à População |
|
Fonte: Portal Agora Vale
Via: NOTIMP
Fev,
13/10 12h30minh ‘Local’ |

R99
-
Um produto da Embraer em parceria com a Suécia |
|
Assessoria
da
Ciesp-SJC
|
|
O
governo brasileiro está na iminência de decidir
qual a melhor alternativa para equipar a FAB -
Força
Aérea Brasileira
com 36 aeronaves de caça supersônicas (Programa
F-X2).
Por
que
este assunto vem levantando tanto interesse
da mídia dos países desenvolvidos e em
desenvolvimento do
globo?
Por
que
um “simples” reequipamento da Força
Aérea
Brasileira vem levando os presidentes e principais autoridades das
nações
participantes desta concorrência a se envolverem diretamente?
O
objetivo desta carta é esclarecer à
população
brasileira da real importância deste processo e como o mesmo
irá influenciar as
nossas vidas.
Em
todas as Forças Militares do mundo, e o Brasil
não é uma exceção, a
aquisição de material bélico tem que
obedecer
inicialmente
às necessidades estratégicas militares, seguidas
de seus
custos e benefícios
econômicos para a nação e por fim
geopolítica, sendo esta última baseada nos
interesses do país em se posicionar soberanamente.
A
Força Aérea Brasileira –
instituição
idealizadora
de um dos maiores orgulhos brasileiros, a Embraer, mantenedora e
financiadora
do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA),
responsável pelo
desenvolvimento de pesquisas de ponta aeroespacial, encontradas apenas
em
poucos países do globo, e, por fim, responsável
por um
dos melhores centros de
excelência de ensino e pesquisa do mundo, o ITA (Instituto
Tecnológico de
Aeronáutica) – escolheu o caça sueco
Gripen, devido
às características
tecnológicas, econômicas e de desempenho
apresentadas por
esta aeronave.
Porém,
segundo dados divulgados pela imprensa, a
empresa concorrente Dassault, de origem francesa, com o
avião
Rafale, teria um
custo de US$ 6,2 bilhões e um valor de
manutenção
de US$ 4 bilhões, totalizando
US$ 10,2 bilhões. Já concorrente Boeing, de
origem
americana, com o avião F-18,
teria um custo de US$ 5,7 bilhões, com um valor de
manutenção de US$ 2 bilhões,
totalizando US$ 7,7 bilhões. Por sua vez, a concorrente
Saab, de
origem sueca,
com o avião Gripen NG, teria um custo de US$ 4,5
bilhões,
com um custo de
manutenção de US$ 1,5 bilhões,
totalizando um
valor de US$ 6 bilhões. Além
disso, o caça francês, preferido pelo Governo
Federal,
gerará em nosso país
menos de 10% dos empregos que seu concorrente Gripen.
Por
fim, o Brasil ficará extremamente dependente de
uma única nação como fornecedora de
material
bélico, já que firmou com o
governo francês compromisso de compra de cinco submarinos, na
ordem de R$ 11,5
bilhões, e de 50 helicópteros, por mais de R$ 4,7
bilhões, o que
estrategicamente é um erro absoluto para uma
nação
que pretende se tornar
soberana.
Um
governo é o representante legal do povo que o
elege, portanto, deve ter como principal compromisso usar com
responsabilidade
e sabedoria todos os recursos arrecadados com os impostos pagos pelos
contribuintes.
O
que
motivou o governo brasileiro a declarar sua
preferência por uma aeronave mais cara e que nos
trará
menos benefícios?
A
FAB
é real sabedora do que ela necessita, pois
com sua competência e capacitação deu
suporte para
construir a terceira maior
indústria aeronáutica do planeta.
Portanto,
qual o motivo de negligenciar a escolha
da FAB e seus especialistas?
Este
é um momento único, pois o Brasil desponta
como uma das candidatas à potência global, levando
os
governos de todos os
países participantes desta concorrência a se
envolver
diretamente. Portanto, em
situação igual, qualquer negociante com a
mínima
competência conquistaria
vantagens para sua organização. No entanto, o
governo,
segundo reportagens
recentes, vem buscando contrariar a lógica da racionalidade,
ao
preferir um
produto que absorverá de nosso tesouro além do
necessário para defender nosso
espaço aéreo.
O
caça francês, se escolhido, será uma
derrota para
todo o povo brasileiro, pois perderemos a oportunidade de nos tornarmos
soberanos e independentes como nação e como
potência.
Em
consequência disso, a diretoria do Centro das
Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP)
Regional de
São José dos Campos, que congrega
cerca de 60% das empresas do setor aeroespacial e de defesa brasileiro,
está
preocupada com a finalização deste processo, no
qual se
discute que o trabalho
meticuloso, sério e profissional, desenvolvido
pelo Comando
da
Aeronáutica, pudesse ser desconsiderado.
A
Diretoria do CIESP – Regional de São
José dos
Campos vem a público declarar que considera de vital
importância para o futuro
da indústria de defesa brasileira que, com
relação
ao Programa F-X2, o processo
de seleção conduzido pelo Comando da
Aeronáutica, suas conclusões e
recomendações sejam acatados e respeitados pelo
governo
federal.
São
José dos Campos, fevereiro
de 2010.
Almir
Fernandes
Diretor Titular
Ney
Pasqualini Bevacqua
Vice Diretor
Nerino Pinho Junior
Vice Diretor
Link
- http://www.agoravale.com.br/agoravale/noticias.asp?id=21597&cod=1
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| Novo
chek-in na porta
do avião |
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Fonte:
Jornal do
Brasil
Via: Blog Geo
Política Brasil
Fev.
11/02/2010 |
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|
A
partir de março, os passageiros com embarque em aeroportos
brasileiros
terão de apresentar documento de identidade com foto na
porta de
acesso as
aeronaves. Segundo a Anac, a novidade é uma
adequação a procedimentos já
adotados na Europa e nos EUA, que visam aumentar a segurança
de
voo.
A
ANAC
- Agência Nacional de Aviação Civil
informou
segunda-feira que, a
partir de março, todos os passageiros que embarcarem nos
aeroportos nacionais
serão obrigados a apresentar um documento de identidade com
foto
na porta da
aeronave.
Os
funcionários das companhias farão a checagem do
documento
com o
cartão de embarque, com o objetivo de garantir que o
passageiro
que vai entrar
na aeronave é o mesmo que consta no cartão.
Só
serão levados em conta
documentos originais ou cópias autenticadas.
“É
recomendável que, na chamada
para o embarque, o passageiro já esteja com o documento em
mãos”, diz a ANAC em
nota.
Em
contrapartida, a ANAC liberou os passageiros que fazem o check-in
pela internet, nos totens de auto-atendimento ou por celular, da
exigência de
carimbar o cartão de embarque nos balcões das
companhias
aéreas antes da
entrada na sala de embarque.
Segundo
a ANAC, as mudanças já são praticadas
na Europa e
América do
Norte e têm a intenção de adequar o
Brasil
às normas internacionais. As medidas
foram decididas por um grupo de trabalho formado por representantes da
Agência,
Infraero, Polícia Federal, Receita Federal, Anvisa,
Ministério da Defesa e
empresas aéreas.
Os
preços das passagens aéreas acumularam no ano
passado
alta de 31,88%,
superior à inflação apurada pelo
Índice de
Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que
alcançou 4,31% no
período.
Em
2008, segundo o IBGE, as passagens aéreas subiram 12,17%
para
uma
inflação de 5,9%. No ano anterior, as tarifas
cobradas
pelas empresas do setor
aéreo ficaram abaixo da inflação
acumulada de
4,46%, mostrando alta de 3,14%.
O
IBGE
revelou que, em dezembro de 2009, as tarifas tiveram
variação de
46,91%, ante uma inflação mensal de 0,37% medida
pelo
IPCA. Os destaques foram
as regiões metropolitanas de São Paulo e
Brasília,
onde as passagens aéreas
tiveram alta de 98,52% e 52,53%, respectivamente. A região
de
menor impacto das
tarifas de aviação foi Fortaleza (CE), com
expansão de 23,95%.
Com
base no Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da
Fundação Getúlio
Vargas (FGV), entretanto, houve alta de 5,53% no preço das
passagens aéreas em
dezembro de 2009, depois de elevação de 2,37% em
novembro.
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| Pesquisa
& Desenvolvimento é o que precisamos |
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Fonte: OPINIÃO
- Jornal da Cidade de
Bauru
Via: Geo Política
Brasil
Fev, 11/2010
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No
dia
26 de setembro de 1945, o professor Richard Smith, diretor da
cadeira de Engenharia Aeronáutica do M.I.T., nos Estados
Unidos
da América, fez
uma palestra no Brasil intitulada: “Brasil, futura
potência
aérea”. Tinha vindo
ao país auxiliar o marechal Casemiro Montenegro Filho, da
Aeronáutica, a criar,
nos moldes mais avançados à época e
nos dias de
hoje, o Instituto Tecnológico
da Aeronáutica, o ITA como é conhecido hoje essa
famosa
escola de Engenharia
Aeronáutica, considerado o “MIT
Brasileiro”. Como o
marechal Casimiro sonhava,
o ITA formou em seus quadros uma massa crítica de
engenheiros
que em 1969
fundou a Embraer, liderados pelo bauruense Ozires Silva, hoje a
terceira maior
empresa de aviação do mundo, só
perdendo
espaço para os gigantes Boeing, dos
EUA, e a Airbus, formada por um consórcio com
vários
paises europeus.
 |
Hoje,
quando o governo federal está prestes a entregar uma conta
de 20
bilhões de dólares a franceses, suecos ou
norte-americanos, não custa lembrar o
exemplo desse genial militar aviador que desafiando a todos
possibilitou ao
Brasil ter um item de exportação de ponta, que
gera
milhares de empregos e
bilhões de dólares em divisas que não
os nossos
tradicionais produtos de
exportação agrícolas apelidados de
“commodities”.
Criássemos
um parque aeronáutico, gerido pela Embraer, para projetar,
desenvolver e produzir um avião supersônico, a
partir de
encomendas da
Aeronáutica Brasileira, teríamos em poucos anos
mais um
orgulho nacional que
geraria milhares de empregos, desenvolveria a nossa tecnologia
aeronáutica e
desafiaria a nossa juventude bem dotada a criar
soluções
geniais para os
problemas de voar a velocidades acima do som.
Infelizmente,
partimos para soluções mais fáceis,
como comprar
aviões
que não nos trarão vantagens, pois a prometida
“transferência de tecnologia”
nos dias de hoje esbarra em dispositivos legais dos países
que
nos querem
vender os supersônicos que impedem que ela
aconteça de
forma integral devido à
“questões de segurança
nacional” (vide o
“Patriot Act” – Ato Patriótico
dos
EUA).
Como
lembrou Richard Smith, do M.I.T e colaborador do marechal genial:
“O Brasil não deve adquirir aviões
lá fora.
Mesmo que esses lhe sejam
oferecidos de graça”. Essa
afirmação se deve
ao fato de que com o tempo as
peças de reposição seriam
tão caras quanto
um avião novo e também por que nós
não desenvolveríamos a nossa própria
indústria de aviões. Hoje, não
deveríamos
ceder a tentação do caminho mais
fácil, do
“Lobby Elegante” francês que gastou
centenas de dólares com membros do legislativo brasileiro
para
amaciar o
caminho do supersônico Rafale e termos a coragem e a
genialidade
do Marechal
Casimiro Montenegro Filho que desafiou seus pares, em especial o
também
marechal aviador Eduardo Gomes, que não queria a
criação do ITA, e partirmos
para o nosso “supersônico caboclo” que
já
nasceria com a marca da Embraer, a
terceira maior e melhor construtora de aviões do mundo.
Basta
termos a coragem do marechal, não cedermos ao
“Lobby
Elegante” de
nenhum país e que a nossa Aeronáutica, lembrando
do seu
filho mais ilustre e
genial, verdadeiro visionário, faça encomendas do
nosso
supersônico Saci, como
já fez no passado com os aviões da Embraer que
apenas
nascia. Portanto, para
todos que leram esse apelo: Nem Gripen, nem Rafale muito menos Super
Hornet.
Vamos fazer o nosso “supersônico caboclo”
para o
crescimento da nossa economia
e tecnologia aeronáutica.
O
autor, Fábio Pallota, é professor de
História do
Colégio Fênix e
colaborador de Opinião
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| Minas
decola |
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Fonte:
Correio Braziliense
Via:
Blog Geo Política Brasil
Fev,
11/2010 |
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| CEA-
309 Mehari - Acrobático ilimitado projetado e
construído
para UFMG. |
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Quando
Alberto Santos Dumont decolou a bordo do primeiro voo de
avião
impulsionado por motor a gasolina, em outubro de 1906, na
França, não
imaginaria que sua terra, Minas Gerais, seria referência na
atividade
aeronáutica. Pouco mais de um século depois,
Minas
caminha para se tornar um
dos principais centros de plataforma de logística
aeronáutica e estudos de
aerodinâmica do país. Belo Horizonte tem hoje sede
dos
centros de manutenção da
Gol e Trip Linhas Aéreas e o governo negocia a vinda do
centro
de manutenção da
TAM Executiva para o estado. Junto aos centros de
manutenção, há investimentos
pesados em pesquisas para a indústria aeronáutica
e
aeroespacial, laboratórios
para a fabricação de protótipos de
aeronaves,
unidades de simuladores de voos,
instituto de estruturas inteligentes em engenharia e cursos de
capacitação de
pilotos e técnicos de manutenção.
Neste
semestre, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) termina a
construção do laboratório de
aerodinâmica no
câmpus Pampulha, onde será feito o
túnel do vento, projetado e desenvolvido no Centro de
Estudos
Aeronáuticos.
Esse túnel tem o objetivo de apoiar as atividades de
pesquisa em
ensaios em
voo, sobretudo, calibração de sensores. Nele vai
passar a
corrente de ar
controlada, que permite o estudo da aerodinâmica dos modelos
de
avião. A
faculdade conta com o curso de engenharia em aeronáutica
desde
1978, mas
funcionava como especialidade da engenharia mecânica. Desde o
ano
passado, o
curso passou a ser pleno. Atualmente a UFMG é, ao lado do
Instituto Tecnológico
de Aeronáutica (ITA) e da USP-São Carlos, uma das
três instituições no Brasil
aptas a formar esse tipo de engenheiro.
O
curso
de engenharia aeronáutica da UFMG tem
duração de
cinco anos e
forma, em média, 50 alunos por turma. “A maioria
das
pessoas que se forma aqui
vai para São Paulo, mas a indústria de
aviação começa a florescer em
Minas”,
observa Paulo Iscold, professor do projeto de aeronaves do departamento
de
engenharia mecânica da UFMG. Segundo ele, cerca de 40% do
quadro
de engenheiros
aeronáuticos da Empresa Brasileira de Aeronáutica
(Embraer) são formados na
UFMG. “A nossa excelência está no
conhecimento e
experiências na área de
aeronáutica”, diz Iscold.
A
universidade conta ainda com um laboratório para a
fabricação de
protótipo de aeronaves. Em outubro, foi inaugurado o
sétimo protótipo da
faculdade, a aeronave CEA- 309 Mehari. O projeto do avião de
acrobacia,
coordenado pelo professor Iscold, contou com US$ 300 mil de
investimento. Foi o
primeiro avião de acrobacia “ilimitada”
projetado e
construído no Brasil, capaz
de fazer manobras ousadas como piruetas, loopings e rasantes. A
categoria
“ilimitada” é algo similar ao que a
Fórmula 1
representa para as corridas
automobilísticas.
O
Mehari foi projetado para executar manobras complexas, atingido
até
400 graus por segundo e 430km/h. Uma das principais metas do Mehari foi
reduzir
o custo operacional. Isso foi possível com o uso de motor de
quatro cilindros
no lugar de seis. Além disso, a estrutura de fibra de
carbono da
aeronave, normalmente
usada para esse tipo de avião, foi substituída
por outros
materiais como
aço-cormolibdênio e madeira frejó, o
que ajudou a
reduzir custos. Em 2008, a
UFMG construiu um hangar para abrigar as aeronaves em Conselheiro
Lafaiete. “A
aviação está em expansão em
todo o
país. A vinda dos centros de
manutenção das
companhias Aéreas para aqui e os investimentos de
expansão permitem que o
estado cresça no setor aéreo. Antes, todos os
alunos que
se formavam em
engenharia aeronáutica eram exportados para outros estados.
Queremos criar o
mercado aqui”, afirma Iscold.
Dentro
de 90 dias começam ainda as obras para o Programa para
Implantação do Centro de
Capacitação
Aeroespacial de Minas Gerais, em Lagoa
Santa. O objetivo do programa, instituído pelo governador
Aécio Neves no mês
passado, é formar mão de obra especializada em
atividades
nos setores aéreo e
espacial. O centro vai receber investimentos em
laboratórios,
centros de
pesquisa e desenvolvimento de protótipos de
avião,
unidades de simuladores de
voos para treino de pilotos, escolas profissionalizantes e faculdades
voltadas
para a indústria aeronáutica e aeroespacial.
O
laboratório de aviônicos, motores e turbinas de
avião do centro vai
ser usado para treinar mecânicos e engenheiros e vai contar
com
R$ 12 milhões
de investimento. O projeto prevê ainda laboratório
para
uso de aulas práticas
de 300 estudantes de cursos profissionalizantes, como
mecânicos
de aviões. A
previsão é que o centro esteja em funcionamento
ainda
este ano. “Estão sendo
criadas aqui diretrizes para a formação de
pessoas e
atração de empresas
ligadas à indústria aeronáutica, com a
preparação de estruturas de
capacitação
de pilotos, mecânicos e técnicos ligados
à
indústria aeronáutica e
aviação em
geral”, afirma Luiz Antônio Athayde,
subsecretário
de assuntos internacionais
do governo.
O
Centro de Instrução e
Adaptação da
Aeronáutica (Ciaar), escola de
formação de oficiais da Força
Aérea no
aeroporto da Pampulha, vai ser
transferido para Lagoa Santa até 2012 e ganhará
investimento de R$ 216,4
milhões da Força Aérea Brasileira
(FAB). O novo
centro vai contar com salas de
aula, alojamento, hotéis, edifícios de comando,
sistema
de reaproveitamento de
água, coleta e tratamento de esgoto. Tudo isso em
área de
700 mil metros
quadrados. O Ciaar forma cerca de 600 profissionais ao ano, que
respondem por
75% dos oficiais da Aeronáutica Brasileira.
No
ano
passado, foi criado o Instituto Nacional de Ciência e
Tecnologia
(INCT) de Estruturas Inteligentes em Engenharia, sob a
coordenação da
Universidade Federal de Uberlândia (UFU), no
Triângulo
Mineiro. A indústria
aeronáutica é uma das áreas que mais
vai ser
beneficiada com as estruturas
inteligentes ou adaptativas, que têm capacidade de
identificar
alterações no
ambiente e na forma de operação. Quando usadas
nas
peças de um avião, as
estruturas inteligentes são capazes de diminuir
ruídos e
vibrações, além de
apontar pequenas falhas, antes que atinjam
proporções
maiores.
O
pesquisador e coordenador do Instituto, Valder Steffen, explica que o
projeto é focado na análise de estruturas
adaptativas,
com modificações nas
características dos materiais para facilitar o controle de
possíveis falhas.
Steffen afirma que houve uma mudança nos paradigmas na
engenharia. Se antes a
durabilidade era valorizada, hoje as estruturas são
projetadas
para resistir às
falhas.
A
Lider
Aviação se prepara para fazer a
concessão de um
novo hangar no
aeroporto da Pampulha a partir deste mês, com área
de 2,1
mil metros quadrados
e capacidade para oito aeronaves. A previsão é
que fique
pronto em março. A
empresa tem dois hangares para a manutenção de
aviões em Belo Horizonte, onde
faz serviços de manutenção das
aeronaves dos
modelos King Air, Premier e
Learjet. A empresa também conta com oficina de motores, de
interiores de aeronaves,
componentes aviônicos e um hangar para serviços
especializados em manutenção da
frota de helicópteros, grandes
inspeções e
personalização de helicópteros
novos. A Lider emprega atualmente 1,55 mil funcionários e
até o fim do ano
espera ampliar em 10% o número de funcionários.
Na
aviação regular, os investimentos
também
desembarcam em Minas. O
centro de manutenção da Gol Linhas
Aéreas, no
Aeroporto Internacional Tancredo
Neves, em Confins, finaliza sua expansão neste
mês. Com o
término das obras,
será possível atender até 110
aeronaves no centro.
A área total de trabalho de
manutenção e apoio vai passar a 45,6 mil metros
quadrados. A expansão vai gerar
350 empregos diretos para técnicos de diferentes
níveis,
além de engenheiros e
supervisores, em investimento de R$ 78 milhões. Atualmente o
centro emprega 650
pessoas.
No
centro de manutenção da Gol em Confins
são
realizados todos os
procedimentos e revisões mais pesadas, que demandam
estrutura de
hangar e mais
tempo em solo. Após a expansão, o centro
terá
capacidade de atender,
simultaneamente, até oito aeronaves em hangar e 12 no
pátio. Há diferentes
níveis de manutenções, desde as mais
simples,
realizadas antes da partida a
todos os voos, às mais complexas, que demandam quase que a
completa desmontagem
da aeronave. A primeira fase da construção do
centro de
manutenção foi em 2005,
com investimentos de R$ 30,5 milhões.
O
centro é usado para a manutenção
pesada das
aeronaves Boeing 737, com
trabalhos de conservação de fuselagem,
preventiva,
pintura de aeronaves e
reestruturações da
configuração interna das
aeronaves. Pelo “sistema de
manutenção por fases” das aeronaves
Boeing Next
Generation 737-700 e 737-800, a
Gol consegue programar o trabalho nas aeronaves, reduzindo os custos.
A
Trip
Linhas Aéreas também tem projetos para a
construção de um
terceiro hangar em Belo Horizonte. O centro de
manutenção
da companhia Aérea
foi transferido para o aeroporto da Pampulha em janeiro de 2008, quando
a
empresa comprou a mineira Total. No centro trabalham 100
funcionários na
manutenção de 25 aeronaves modelos ATR-72 (68
passageiros) e ATR-42 (42
passageiros). “Hoje, sem a expansão, temos em
aberto cerca
de 30 vagas. Com a
expansão teremos que admitir pelo menos 50
técnicos.
Há um direcionamento
estratégico do governo para a área da
aeronáutica
no estado. Tudo isso acaba
trazendo as empresas de aviação para
aqui”, afirma
Evaristo Mascarenhas de
Paula, diretor de marketing da Trip.
No
segmento de helicópteros, a fábrica Helibras,
inaugurada
em Itajubá
(MG) em 1980, produz hoje diversos modelos que atendem aos segmentos
civil,
governamental e militar. A fábrica entregou 31 aeronaves no
ano
passado, 19,23%
acima do ano anterior. A maioria (16) foi do modelo Esquilo (AS350). A
partir
de março, as instalações da Helibras
vão
ser ampliadas, em projeto de R$ 420
milhões. Serão gerados mais 400 empregos diretos
e 3 mil
indiretos. A expansão
da fábrica, projetada para dois anos, vai duplicar a
capacidade
instalada. O
projeto está relacionado ao contrato assinado no ano passado
entre o governo
federal e a Eurocopter (um dos grupos acionistas da Helibras) para
fornecimento
de 50 helicópteros EC725 às Forças
Armadas
Brasileiras.
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Empresas
aéreas desafiam ANAC
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Fonte:
Correio Braziliense
Via:
Blog Geo Política Brasil
Fev, 11/2010
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As
companhias aéreas estão desafiando a
Agência
Nacional de Aviação
Civil (Anac). Apesar de, desde o mês passado, terem sido
proibidas de vender
seguro de viagem embutido nas passagens aéreas, com a
opção já selecionada que
induz o cliente à compra, as empresas estão
descumprindo
a determinação do
órgão regulador. O Correio fez o teste no sistema
de
venda de bilhetes na
internet das três companhias notificadas pela Anac em janeiro
— Gol, TAM e Azul
—, mas a armadilha da assistência de viagem
pré-selecionada persiste (confira
na imagem ao lado). A Anac instaurou processo administrativo contra as
três
empresas, que serão notificadas nos próximos dias
e
poderão ser multadas pela
infração.
“Isso
(a prática) pode ser enquadrado no Código
Brasileiro de
Aeronáutica, sendo passível de multa”,
afirmou
Marcelo dos Guaranys, diretor de
Regulação Econômica da Anac. Ele
explicou que, como
a determinação não foi
cumprida, foi aberto o processo administrativo. As empresas
já
poderiam ser
multadas desde já, mas a Anac está definindo a
melhor
forma de puni-las. Isso
porque, pela regulamentação vigente, o valor das
multas
variam de R$ 5 mil a R$
10 mil, o que é muito pouco se a penalidade for aplicada a
cada
companhia.
Como
também é possível que o valor seja
multiplicado
pelo número de
bilhetes que foram alvo da irregularidade, a agência
está
buscando, então, uma
forma de levantar o número de passagens em que foi feita a
venda
embutida do
seguro sem o consentimento do consumidor. “Posso aplicar uma
multa de R$ 10 mil
para cada empresa que fez isso ou posso multiplicar (o valor) pelo
número de
passagens que foram vendidas (com o seguro). Aí vai doer,
né?”, provoca
Guaranys. A tarifa do seguro, a partir de R$ 3,00, varia conforme a
companhia e
a permanência no destino.
Reservas
A
agência tem acesso ao sistema de reservas das empresas, mas
esse
mecanismo não faz a discriminação de
passagens
comercializadas com ou sem o
seguro de viagem. Por isso, o direitor destaca a importância
de o
consumidor
encaminhar denúncias à Anac, para facilitar o
levantamento. Guaranys negou que
seja praxe as companhias descumprirem
determinações da
agência. “Estamos
retificando esses ofícios, com as
informações da
multa que pode ser aplicada,
para que percebam que a conversa é
séria.”
Procuradas,
as companhias aéreas enviaram respostas com os mesmos
argumentos quando a prática foi denunciada pelo Correio, em
9 de
janeiro. A TAM
informou que “o cliente tem duas oportunidades para recusar o
serviço de
assistência à viagem, a segunda delas na
própria
finalização da compra” e que
“se não escolher se aceita ou recusa, a
operação não será
completada”. A Gol
informou que “durante a compra, o passageiro tem a
opção de adquirir ou não o
seguro e a sua compra final precisa ser confirmada”. A Azul,
que
não havia sido
citada na primeira reportagem, informou que respondeu a todos os
questionamentos na semana passada e que “até o
presente
momento desconhece
qualquer fato novo relacionado ao assunto”.
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Abaixo
e a sua disposição está um sistema
automático
de email resposta para que dê sua opinião sobre as
matérias publicadas,
sugestões para futuras matérias, ou criticas
sobre qualquer tema tratado aqui. Ajude-nos
a fazer o portal que queremos, e para isso, você é
muito importante nesse
processo. Qualquer que seja sua ótica nos a colocaremos para
nossos leitores. Vale
tudo, menos agressões, palavras de baixo calão ou
falta de decoro.
Vamos
lá, dê seu
parecer!
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| Comentários |
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Hora de
Brasília
Brazilian Standard Time
GMT - 03:00 |
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| FINEP
liberará recursos para VANTs |
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Fonte:
Tecnologia&Defesa
Via Plano Brasil
Dez,17/09
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A
Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), do
Ministério da Ciência e Tecnologia,
lançou no
início de dezembro um edital para
a liberação de recursos não
reembolsáveis
no valor de R$ 9 milhões para o
desenvolvimento de Veículos Aéreos Não
Tripulados
(VANT).
O
apoio
da FINEP será focado no desenvolvimento de
micro e mini veículos, com até 200 gramas no
primeiro
caso e até cinco quilos
no segundo, para uso em áreas como segurança
pública, defesa, controle de
fronteiras, meteorologia, agricultura, monitoramento de queimadas e
poluição e
degradação ambiental. O edital,
disponível para
consulta no web-site da FINEP
(http://www.finep.gov.br), exige obrigatoriamente a
participação no projeto de
instituições estabelecidas nas regiões
Norte,
Nordeste e Centro-Oeste.
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Air
France-KLM tem prejuízo de US$ 405 mi
no
3º trimestre fiscal
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Fonte:
EFE
Via:
Blog Geo Política Brasil
Fev, 11/2010
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A
companhia aérea Air France-KLM anunciou nesta quarta-feira
que
teve
uma perda líquida de 295 milhões de euros (US$
405
milhões) no terceiro
trimestre do exercício fiscal 2009-2010, entre outubro e
dezembro.
Apesar
do número negativo, o resultado é melhor se
comparado com
o ano
passado, quando as perdas foram de 508 milhões de euros (US$
698
milhões).
Em
comunicado, o grupo disse que o entorno econômico "continua
sendo difícil" para o setor, apesar dos sinais de
recuperação dos últimos
meses. Com este, já são cinco trimestres
consecutivos com
prejuízo.
A
política de redução de custos da
companhia
permitiu limitar o impacto
da queda do faturamento, que no terceiro trimestre foi de 15%.
Para
o
exercício 2010-2011, o conjunto de medidas adotadas para
reduzir
custos e o aumento previsto das receitas, entre outras
decisões,
"permite" aproximar a companhia do objetivo de voltar ao
equilíbrio
operacional, completa a nota.
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| Phenom
100 pela primeira vez na Austrália |
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FONTE:
Embraer
Via:
Poder Aéreo
Fev,
11/2010
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Como
parte da turnê de demonstração pela
Ásia
Pacífico, o jato Phenom 100, da
categoria entry level, chegou esta semana à Perth, na
Austrália. Após ser
exibido na Índia, em novembro de 2009, e participar do
Singapore
Airshow,
realizado de 2 a 7 de fevereiro, em Singapura, a primeira
exibição do jato na
Austrália passará ainda pelas cidades de
Adelaide,
Melbourne, Canberra, Sydney,
Sunshine Coast, Brisbane, Cairns e Darwin.
“Estamos
empolgados em mostrar o Phenom 100 na Austrália pela
primeira
vez”, disse José
Eduardo Costas, Diretor de Marketing e Vendas da Embraer –
Mercado Ásia
Pacífico – Aviação
Executiva. “A
Austrália tem uma cultura de aviação
que
remonta à década de 1940.
Temos
a
confiança que o mercado receberá muito bem o
Phenom 100,
o jato mais veloz e
confortável da sua categoria e um dos mais recentes
disponível no mercado.” De
acordo com a Associação de Aeronaves Executivas
Australiana (Australian
Business Aircraft Association – www.abaa.com.au), mais de 250
aeronaves
executivas, incluindo jatos e turboélices, estão
atualmente em operação na
Austrália. O
número de jatos
executivos quase
que dobrou de 2004 a 2009, saltando de 80 para mais de 140, o que
representa
uma demanda crescente,
em termos de utilidade e
funcionalidade
por este tipo de avião no país.
A
turnê
de demonstração na Austrália acontece
logo
após a Embraer nomear a ExecuJet
centro de serviços autorizados. A empresa australiana
fornece
serviços 24 horas
para todos os jatos executivos da Embraer naquele país.
O
Phenom
100 possui a cabine de comando mais moderna do mercado e um projeto de
interior
diferenciado. Com nível de conforto sem paralelo, um dos
destaques competitivos
da aeronave é o lavatório traseiro. O alcance de
2.182 km
(1.178 milhas náuticas),
incluindo reservas de combustível NBAA IFR, possibilita ao
Phenom 100 voar sem
escalas de Brisbane para Melbourne, na Austrália; de Nova
York
para Miami, nos
Estados Unidos; ou de Londres para Roma, na Europa. A aeronave opera
atualmente
em mais de dez países e já ultrapassou 7 mil
horas de
vôo. Mais de 100 jatos
Phenom 100 já foram entregues, um marco significativo
considerado-se que a aeronave foi certificada em dezembro de 2008.
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